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    Home»Negócios»ESPECIALISTAS APONTAM ECONOMIA CIRCULAR COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO PARA O MERCADO BRASILEIRO
    Negócios

    ESPECIALISTAS APONTAM ECONOMIA CIRCULAR COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO PARA O MERCADO BRASILEIRO

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio27 de março de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    • Promovida pelo Ibec e o Hub de Economia Circular, reunião em Porto Alegre contou com mais de 50 representantes empresariais para iniciar o desenvolvimento de uma Agenda de Ação para a economia circular no Brasil;
    • Norueguesa Cathrine Barth falou aos participantes sobre o momento decisivo para os negócios brasileiros se adequarem a novas demandas internacionais.

     

    O Instituto Brasileiro de Economia Circular (Ibec) e o Hub de Economia Circular Brasil (Hub-EC) promoveram, em Porto Alegre, o primeiro encontro para a construção da Agenda de Ação para a economia circular no país. Realizada em parceria com o Farol Hub e o Tecnopuc, a reunião contou com mais de 50 representantes empresariais de diversos segmentos e focou na circularidade como fator de competitividade. Para a especialista norueguesa Cathrine Barth, que participou de forma online do evento, novas regulações para a economia circular na Europa não param nas fronteiras do continente e é um momento decisivo para os negócios do Brasil alavancarem a transição circular e se adequarem a demandas internacionais.

    O Hub-EC é um ecossistema que já reuniu mais de 30 empresas de diversos setores e portes no desenvolvimento de soluções circulares. Para 2026, junto ao Ibec, o objetivo é mobilizar lideranças de diversas camadas da sociedade, articulando indústria, institutos de pesquisa, empreendedores, terceiro setor e gestores aptos a co-criar ferramentas para a economia circular, alinhadas a políticas públicas, metas nacionais e o cenário global. Este foi o primeiro de cinco encontros estratégicos que vão acontecer nas cinco regiões do Brasil ao longo do ano, para a construção conjunta da Agenda de Ação.

    — Nós queremos botar o Brasil de igual para igual no mundo, com a economia circular aplicada à nossa realidade e como fator de diplomacia e influência internacional. Existe uma urgência em unir dados e evidências para a construção de um roteiro concreto de transição, e é com base nisso que estamos aqui. O desafio não é mais diagnóstico; é implementação, escala e coordenação. Não é um debate técnico, mas um debate sobre pessoas e negócios — disse a presidente do Ibec e fundadora do Hub-EC, Beatriz Luz.

    No Tecnopuc, em POA, e de forma online, reuniram-se mais de 50 lideranças e representantes de companhias e organizações como Electrolux, Covestro, Klabin, ArcelorMittal, Petrobras, Papirus, Instituto Planeje, Cooperativa Mãos Verdes, UFRGS e Movimento ODS RS.

    Um dos pontos conversados foi o avanço da economia circular na Europa e como isso vai impactar cadeias produtivas globais e relações internacionais, especialmente com o recente acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. Este ano, entrará em vigor o EU Circular Economy Act, com o objetivo de dobrar a taxa de circularidade na Europa de 12% para 24% até 2030. Além das medidas que serão tomadas no continente para estimular o redesign de produtos, a redução de resíduos e a criação de novos modelos de negócios, as implicações tendem a reverberar para outros países.

     

    Para a norueguesa Cathrine Barth, que é cofundadora do Nordic Circular Hotspot, o Brasil pode ser um grande aliado nessa transição:

     

    • As regulações da União Europeia não param nas fronteiras da Europa, que espera estar mais alinhada com os produtos e os negócios brasileiros que estiverem de acordo com essas regras. Ou seja, economia circular não é mais uma opção, é um meio de o Brasil assegurar o acesso a mercados internacionais. Novas formas de colaboração e parcerias para a circularidade serão alinhadas e isso requer bons diálogos e oportunidades. Virou um pré-requisito para uma cooperação mais madura.

     

    Segundo a especialista, se as companhias e organizações brasileiras não olharem para a economia circular como um elemento-chave, há o risco de o país se manter restrito ao papel de exportador de matéria-prima, enquanto a União Europeia captura valor agregado de outras frentes. As oportunidades da economia circular estão na agregação de valor e em relações comerciais mais equilibradas, gerando vantagens competitivas, qualificação profissional e impacto positivo para a descarbonização de cadeias de suprimento globais nas suas origens.

     

    Na conversa, Marie Hameeuw, da delegação da União Europeia no Brasil, reforçou:

     

    • Nenhuma região consegue sustentar a transição sozinha. Precisamos de lideranças fortalecidas, que tenham como meta mover a circularidade da visão para a implementação e, por isso, estamos apoiando a jornada do Hub-EC pelo Brasil.

     

    A reunião também contou com a participação de: Maíra Petrini, responsável pela agenda de impacto do Farol Hub;; Marina Rossi, executiva da Alliance To End Plastic Waste (AEPW); Marcelo Baumbach, diplomata e representante do Itamaraty no RS; e Marcello Lacroix, CEO da eNGENHARIA dE gENTE.

    O encontro marcou o início da jornada da Agenda de Ação para a economia circular no Brasil. As demais reuniões acontecerão em Brasília (DF), no mês de maio; Vitória (ES), em julho; Salvador (BA), no mês de setembro; e, como conclusão, Belém (PA), em novembro, a fim de entregar a agenda como um legado estimulado pela COP30.

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