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    Meio e Negócio
    Home»juridico»STJ vai julgar alcance do compartilhamento de dados do Coaf no caso da “rachadinha”
    juridico

    STJ vai julgar alcance do compartilhamento de dados do Coaf no caso da “rachadinha”

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio24 de fevereiro de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
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    Depois de declarar nulas as decisões de quebra de sigilo fiscal de suspeitos de integrar esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça vai precisar enfrentar o alcance que será possível dar ao compartilhamento de dados fiscais usados na mesma investigação.
    Na próxima terça-feira, o colegiado volta a julgar mais três recursos ajuizados pelo senador Flávio Bolsonaro, principal implicado no caso. As investigações surgiram a partir de relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que identificou indícios de crime.
    A informação financeira enviada por bancos ao órgão indicou a possível ocorrência da ‘rachadinha’, em que funcionários dos parlamentares na Alerj devolviam parte de seus salários. Esses dados foram compartilhados de ofício com o Ministério Público do Rio de Janeiro, que abriu procedimento investigatório criminal (PIC).
    No próximo Recurso em Habeas Corpus a ser julgado pela 5ª Turma, a defesa alega que, sem autorização do Judiciário e por meio de comunicações informais, o MP-RJ pediu e obteve a ampliação das informações do Coaf. Aponta a ocorrência do fishing expedition — expedição em busca de provas, de forma aleatória.
    O primeiro relatório de inteligência financeira (RIF) encaminhado abrangia período de janeiro de 2016 a janeiro de 2017. A encomenda do MP-RJ ampliou a janela para abril de 2007 a dezembro de 2018. É esse o período em que o então deputado estadual Flávio Bolsonaro teria praticado a ‘rachadinha’, em esquema organizado pelo assessor Fabrício Queiroz.
    O comparti…

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