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    Home»juridico»Se “GM” é Mantega, “lava jato” descumpriu ordem de Gilmar, diz defesa ao STF
    juridico

    Se “GM” é Mantega, “lava jato” descumpriu ordem de Gilmar, diz defesa ao STF

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio16 de março de 2021Updated:16 de março de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
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    Se “GM” é sigla para Guido Mantega, e não Gilmar Mendes, então a “lava jato” de Curitiba descumpriu frontalmente as ordens do Supremo Tribunal Federal para enviar todos os autos referentes ao processo do ex-ministro para a Justiça Federal do Distrito Federal.
    Com esse fundamento, a defesa de Mantega, patrocinada pelos advogados Fabio Tofic Simantob e Mariana Tranchesi Ortiz, apresentou petição ao ministro Gilmar Mendes, do STF, no bojo de uma reclamação sobre o processo do ex-ministro.
    No centro da controvérsia está um misterioso processo de número 50279064720184047000, citado pelos procuradores como fonte de diálogos que aparentemente envolvem conversas entre réus e advogados. Segundo as mensagens, trata-se dos “diálogos do GM”. Os procuradores dizem, em nota apócrifa, que a sigla pode se referir a Guido Mantega, e não a Gilmar Mendes.
    No entanto, em 2018, o ministro Gilmar Mendes tinha decidido que a 13ª Vara Federal de Curitiba era incompetente para julgar o caso de Mantega, ordenado a remessa dos autos da ação penal envolvendo o ex-ministro para a Justiça Federal do DF.
    Apesar disso, o tal processo 5027906-47.2018.4.04.7000 nunca foi enviado ao DF. Mesmo sua existência era desconhecida pelas defesas dos acusados.
    “Ora, se é verdadeira a afirmação da força-tarefa da ‘lava jato’ de que os diálogos que mencionam ‘conversas com GM’ estariam relacionados às apurações que envolviam o ora peticionário, então não há dúvidas de a 13ª Vara Federal de Curitiba descumpriu a decisão proferida por vossa excelência ao deixar de remeter o referido procedimento à Justiça Federal do DF, mantendo, ainda, sua existência em absoluto segredo para as defesas”, sustenta a petição…

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