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    Home»juridico»Procuradores de Curitiba negam que “GM” grampeado seja Gilmar Mendes
    juridico

    Procuradores de Curitiba negam que “GM” grampeado seja Gilmar Mendes

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio15 de março de 2021Updated:15 de março de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
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    Em uma nota sem assinaturas, o grupo de Curitiba autoapelidado de “força tarefa da lava jato”, por meio da assessoria de imprensa da Procuradoria da República no Paraná, insinuou hoje (15/3) que o “GM” identificado em notícia deste site como “Gilmar Mendes” — alvo de possível grampo ilegal — seria “Guido Mantega”. Em comunicação anterior, afirmou-se ser Mantega. Na nota, insinua-se apenas.
    O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes é apontado como “GM” em centenas de diálogos. De todo material analisado até agora, Guido Mantega é tratado pelo nome completo.
    A notícia inicial, atualizada por este texto, informou que o ex-juiz Sergio Moro teve acesso a conversas de “GM” e pediu para que os procuradores de Curitiba analisassem o material. A informação integra o lote de novos diálogos enviados pela defesa do ex-presidente Lula ao STF.
    Exemplos do uso de “GM” para designar Gilmar Mendes estão em situações como quando os procuradores de Curitiba criaram um grupo para atacar o ministro; em outra ocasião, quando Deltan elencou razões para pedir o impeachment; e, ainda, fazendo referência a um HC concedido por Gilmar a Paulo Preto, ex-diretor da Dersa.
    O trecho não deixa claro se “GM” foi diretamente grampeado ou se foram escutadas conversas suas com algum investigado que teve o sigilo telefônico quebrado. 
    Em 31 de agosto de 2018, Deltan Dallagnol, ex-coordenador lavajatista, encaminhou a colegas uma mensagem de Moro. “Prezado, amanhã de manhã dê uma olhada por gentileza no 50279064720184047000. Há algo estranho nos diálogos.” O processo não está disponível.
    Julio Noronha terceiriza o trabalho à Laura Tessler: “CF [possivelmente o ex-procurador Carlos Fernando dos Santos Lima] me …

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