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    Home»Comunicação»Mylena Ciribelli, ícone do jornalismo esportivo feminino, agora na Rádio Massa FM, fala sobre a Copa do Mundo FIFA: as expectativas para 2026, a cobertura do torneio, pela nova casa, e marcantes experiências em outras edições
    Comunicação

    Mylena Ciribelli, ícone do jornalismo esportivo feminino, agora na Rádio Massa FM, fala sobre a Copa do Mundo FIFA: as expectativas para 2026, a cobertura do torneio, pela nova casa, e marcantes experiências em outras edições

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio11 de maio de 2026Updated:11 de maio de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    Mylena Ciribelli na Rádio Massa FM
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    Com uma carreira renomada e rica em experiências nacionais e internacionais, Mylena Ciribelli, ícone do jornalismo esportivo feminino, manda bem em todas as modalidades e, agora, entra na onda da Copa do Mundo FIFA 2026. A um mês de sua abertura oficial, hoje (11), e na semana em que se comemora o Dia do Jornalismo Esportivo, a jornalista embarca na missão de informar os ouvintes de sua nova casa, a Rádio Massa FM, sobre o passo a passo do Torneio, que, pela primeira vez, ganha sede em três países – EUA, Canadá e México, além de 48 seleções na briga pela Taça.

    “Muito animada! Entre os destaques da cobertura, estão os quatro boletins diários, que serão transmitidos em dois turnos: 12h35 e 13h35; e 19h35 e 19h55. Mandarei os informes e a rádio vai distribuir para todo o Brasil”, ressalta.

    Você, sempre, esteve presente em coberturas de Copas do Mundo, seja nos estúdios ou in loco. Na sua visão, os brasileiros vem desacreditando da seleção? Se sim, porquê?

    M: Sabemos que o brasileiro é apaixonado por futebol. Cada um com o seu time de coração. Mas existem aqueles que só torcem pelo Brasil, na Copa. Acho sim que as pessoas ficaram um pouco desanimadas por a seleção não ter conseguido atingir o que era esperado. Todavia, há esperanças para esse ano, com Ancelotti, o melhor técnico do planeta, que tem no currículo, cinco títulos da Champions League. É um treinador super capaz, com tantas glórias, conquistas. É claro que ele não poderá fazer milagres, no entanto, dará o melhor de si e isso, já é o bastante para acreditar que é possível escrever uma nova história.

    No dia 18, Ancelotti anunciará os nomes dos convocados para o Mundial, que, pela primeira vez, será sediado em três países: EUA, Canadá e México, e com 48 seleções. Para você, quem tem mais chances de ser escolhido e porque?

    M: Com relação aos convocados, vamos aguardar. Ontem, por exemplo, o Neymar saiu de campo sob aplausos e as pessoas ficaram felizes, vibrando. Eu torço para ele ir. É, ainda, o nosso melhor jogador. Não temos outro craque da mesma categoria e isso é de suma importância para que o time seja respeitado, ganhe reconhecimento. Vini Jr. e outros também brilham nos gramados. O melhor, agora, é esperar a decisão de Ancelotti.

    Brasil x Marrocos. Em 2026, será o jogo de estreia da seleção. Na história, esse mesmo adversário foi derrotado pelo Brasil na França, em 1998. Agora, com tantos pontos negativos, como é o caso do 7×1 para Alemanha (2014), 1×0 França (2006) e a derrota histórica para a Argentina, nos amistosos do ano passado, você acha que o Brasil tem chances de superar o Marrocos e assim, escrever um novo recomeço?

    M: Não vale a pena ficar pensando no que deu errado. Nunca teremos uma explicação para o 7×1, mas vamos olhar para frente. É fundamental que os jogadores estejam bem para jogar com vontade, com garra, independentemente do adversário, acreditando que são capazes de vencer. Vamos, sim, passar pelo Marrocos!

    Se estivesse em um bolão, qual placar seria o seu palpite, para o jogo de estreia, e porquê?

    M: A Copa do Mundo é outro patamar. Se o Brasil vencer por 1×0, está ótimo!

    Rádio Massa. De volta às ondas do rádio, você estará presente na Cobertura do Mundial 2026. Como estão suas expectativas e o que o público pode esperar? Como será realizada a cobertura?

    M: Contente demais! Eu comecei minha carreira em rádio e só quem trabalha em rádio sabe a sensação especial que é essa experiência. E por aqui, serão 92 rádios espalhadas pelo país, com os informes. E nos jogos do Brasil, faremos uma resenha, comentando sobre os lances.

    Uma experiência marcante em Copas do Mundo.

    M: Com certeza, duas: a primeira Copa que fui, in loco, na França, em 1998. Realizei o sonho de trabalhar fora do Brasil, cobrindo um grande evento esportivo. Entrevistei pessoas, no famoso ‘povo fala’, produzia matérias especiais, apresentava o Esporte Espetacular, entrava Ao Vivo no Bom Dia Brasil. Foi um trabalho incrível, de toda a equipe da TV Globo, que estava na França. Fomos muito elogiados, mas infelizmente ficou um gostinho amargo porque não conseguimos fechar com a vitória da seleção. Não ganhamos o penta, mas ganhamos a Copa no jornalismo. Estávamos felizes por fazermos um ótimo trabalho e ter o Rei Pelé como colega. Sensacional!

    E outra grande emoção, em 2010. Realmente, não esperava ir à África do Sul. Já pela Record TV, que não obteve os direitos de transmissão, fiz matérias maravilhosas, entrevistei leõezinhos (Risos), dei comida às girafas, joguei futebol com elefante, conheci as chitas, etc. Entre maio e julho, só experiências memoráveis.

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