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    Home»juridico»Juiz nega recurso e Arcanjo pode perder benefício em pena
    juridico

    Juiz nega recurso e Arcanjo pode perder benefício em pena

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio11 de fevereiro de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
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    O juiz Geraldo Fidelis, da Vara de Execuções Penais de Cuiabá, negou um recurso do ex-comendador João Arcanjo Ribeiro e manteve a decisão que determinou o novo cálculo de sua pena.
    Atualmente, Arcanjo cumpre prisão no regime aberto. A recontagem será realizada nos próximos dias pela Vara e o ex-comendador poderá voltar ao semiaberto. Nesse regime, ele terá que usar tornozeleira eletrônica e cumprir outras restrições. 
    O novo cálculo foi determinado por Fidelis em dezembro do ano passado após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reestabelecer o júri que condenou Arcanjo a 44 anos e dois meses de prisão por um duplo homicídio e uma tentativa.
    O crime aconteceu em 2002. Na ocasião, Rivelino Brunini e seu amigo Fauze Rachid Jaudy foram mortos. Um terceiro homem, Gisleno Fernandes, ficou ferido.
    O júri havia sido anulado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso em 2019. 
    A defesa de Arcanjo entrou com um agravo em execução contra a decisão de recontagem, mas teve o recurso negado.
    “As informações trazidas não ensejam qualquer mudança no entendimento deste juízo de instância singela. Assim, mantenho a decisão agravada pelos seus próprios fundamentos”, decidiu o juiz.
    Histórico
    Considerado o chefe do crime organizado nas décadas de 80 e 90 em Mato Grosso, o ex-comendador foi condenado por crimes que vão de assassinatos a lavagem de dinheiro e contrabando.
    O crime de maior repercussão atribuído a João Arcanjo é a morte do empresário Domingos Sávio Brandão de Lima Júnior, dono do jornal Folha do Estado, em 2002.
    Por ser o mandante do crime, Arcanjo foi condenado a 19 anos de prisão. Ele passou 15 anos preso e deixou a cadei…

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