Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Novo edital para PM AM, previsto para 2027, é anunciado
    • GEIS 2026 traz os líderes globais de educação para debates
    • Capital caro faz da inovação uma questão de sobrevivência
    • Experiência do cliente busca equilíbrio entre IA e humano
    • Blindex® comemora 75 anos na Fesqua 2026
    • MotoChefe chega à 100ª unidade e celebra expansão no país
    • Torre quente favorece cozinhas de alto padrão
    • EMAL reduz em 75% o tempo de resposta em análises de qualidade
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Negócios»Investimentos em IA superam US$ 1,6 trilhão, mas produtividade das empresas ainda avança em ritmo lento
    Negócios

    Investimentos em IA superam US$ 1,6 trilhão, mas produtividade das empresas ainda avança em ritmo lento

    Apesar dos investimentos trilionários e da rápida adoção da inteligência artificial pelas empresas, os ganhos de produtividade seguem abaixo das expectativas. Lucas Reis, PhD e chairman da Zygon, explica o motivo desse descompasso.
    JoaoBy Joao16 de julho de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Mesmo com cerca de US$1,6 trilhão investidos globalmente em inteligência artificial desde 2022, os ganhos de produtividade agregada permanecem modestos. O cenário tem despertado a atenção de empresas e especialistas, que buscam entender por que uma das tecnologias mais promissoras da atualidade ainda não conseguiu entregar todo o impacto esperado nos negócios.

    Embora a adoção da IA avance em ritmo acelerado, e organizações de diferentes setores ampliem investimentos na tecnologia, os resultados ainda estão distantes das projeções mais otimistas. Estudos apontam que o principal obstáculo não está na capacidade das plataformas de IA, mas na dificuldade das empresas em adaptar processos, desenvolver novas competências e reorganizar a forma como o trabalho é realizado.

    Segundo o doutor em Comunicação, especialista em Tecnologia e Inteligência Artificial e chairman da Zygon, Lucas Reis, esse cenário repete um comportamento já observado em outras grandes revoluções tecnológicas. Na avaliação do pesquisador, a inteligência artificial representa uma tecnologia de propósito geral, capaz de transformar diferentes áreas da economia, mas seus efeitos dependem de mudanças estruturais que costumam levar anos para se consolidar. Assim como aconteceu com a eletrificação das indústrias e, posteriormente, com os computadores, a tecnologia chega antes que empresas e pessoas estejam preparadas para extrair todo o seu potencial.

    “Existe uma expectativa de que a inteligência artificial, por si só, aumente rapidamente a produtividade das empresas. Mas a história mostra que isso não acontece dessa forma. O verdadeiro ganho depende de investimentos complementares, como o redesenho dos processos, a requalificação das equipes, novos modelos de governança e uma mudança cultural capaz de incorporar a IA à rotina das organizações. Sem essa transformação, a tecnologia dificilmente entregará todo o valor que promete”, afirma.

    O desafio é evidenciado por levantamentos internacionais que mostram que, embora a maior parte das empresas já tenha experimentado soluções baseadas em inteligência artificial, poucas conseguiram escalar esses projetos até gerar valor tangível para o negócio. Ao mesmo tempo, as iniciativas de IA têm sido interrompidas por dificuldades relacionadas à gestão de riscos, à ausência de estratégias claras e à falta de integração entre tecnologia e operação. Isso reforça a percepção de que o gargalo atual está na forma como as organizações implementam a inovação, e não na evolução dos modelos de inteligência artificial.

    Segundo Lucas Reis, três frentes precisam avançar simultaneamente para que a inteligência artificial produza impactos concretos na produtividade. A primeira é a requalificação dos profissionais, preparando-os para trabalhar em conjunto com agentes inteligentes; a segunda envolve a responsabilização e a governança das decisões automatizadas; e a terceira está relacionada à reorganização do ambiente de trabalho, onde atividades operacionais tendem a ser delegadas aos agentes, enquanto competências humanas, como pensamento crítico, discernimento, relacionamento e responsabilização pelas decisões, tornam-se ainda mais estratégicas.

    “O desafio das empresas deixou de ser tecnológico. Hoje, ele é organizacional e humano”, destaca.

    Pesquisador da aplicação da inteligência artificial nos negócios e chairman da Zygon, Lucas Reis desenvolve estudos sobre os impactos da IA na produtividade, nos modelos de gestão e na transformação do trabalho. Em seu artigo mais recente ‘Por que o investimento em IA (ainda) não gerou ganho de produtividade?’, o especialista analisa por que investimentos bilionários ainda não foram convertidos em ganhos expressivos de desempenho e defende que o momento exige menos preocupação com a velocidade da inovação e mais atenção à capacidade das organizações de adaptar sua cultura, seus processos e suas lideranças para uma nova realidade.

    “A inteligência artificial deve reorganizar profundamente o trabalho de conhecimento nos próximos anos, mas essa mudança não acontecerá de forma instantânea. As empresas que começarem a investir em pessoas, processos e cultura estarão mais preparadas para transformar a tecnologia em vantagem competitiva quando essa maturidade chegar. O caminho não é agir com pressa, mas também não é esperar. É construir essa transformação de maneira contínua”, conclui.

    Cultura organizacional Gestão de negócios inovação? Inteligência Artificial Lucas Reis mercado de trabalho produtividade tecnologia Transformação digital Zygon
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    EMAL reduz em 75% o tempo de resposta em análises de qualidade

    1 de setembro de 2026

    Noronha Weekend 2026 transforma a ilha em cenário para wellness, lifestyle e experiências de marcas

    1 de setembro de 2026

    Nomad anuncia Caio Vaz como novo Diretor de Negócios

    1 de setembro de 2026

    Motiva anuncia Daniel Moraes como diretor de Inovação

    1 de setembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.