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    Home»juridico»Delegada: “Pedido antiético e desnecessário; quer me intimidar e coagir”
    juridico

    Delegada: “Pedido antiético e desnecessário; quer me intimidar e coagir”

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio12 de fevereiro de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
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    A delegada Ana Cristina Feldner, responsável pelas investigações da chamada “Grampolândia Pantaneira”, classificou como “antiético” e “desrespeitoso” o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para que a Justiça a obrigue a encaminhar três dos oito inquéritos das investigações, sob pena busca e apreensão.
    Ela criticou duramente o promotor de Justiça Reinaldo Rodrigues de Oliveira, que assina o pedido e afirmou que ele quer intimidá-la e coagi-la.
    Segundo a delegada, se dependesse de Reinaldo as investigações da “Grampolândia Pantaneira” já estariam arquivadas.
    “Eu não tenho conhecimento desse parecer do Ministério Público. Mas eu só tenho a lamentar tal parecer, porque o MPE deveria se preocupar em apurar a verdade real, em identificar os culpados”, disse.
    “Desde o início, o MPE sempre tem manifestado contrário às investigações da Grampolândia Pantaneira. Se dependesse do Ministério Público, em especial do doutor Reinaldo, essas investigações já estariam arquivadas”, afirmou.
    “Ele deu um parecer pedindo o arquivamento antes do final das investigações. Isso que é o mais lamentável de tudo. O MPE pedir para arquivar uma investigação sem ela ter terminado. Investigação essa que, recentemente, os ministros do STJ [Superior Tribunal de Justiça] de forma unânime julgaram que não deveria ser arquivada”, acrescentou.
    Feldner esclareceu que a lei impõe que as investigações transitem apenas entre a Polícia Civil e a Justiça. Mesmo assim, segundo ela, em todos os ofícios que encaminha para a 7ª Vara Criminal de Cuiabá, abre vistas ao MPE.
    “Eu j&aacute…

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