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    Negócios

    As conexões na indústria do aço e a missão de desbravar o mercado norte-americano

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio17 de abril de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Por Anapaula Sarmento, Diretora de Desenvolvimento Internacional e Inovação do Grupo Açotubo
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    Em algumas etapas de nossas trajetórias profissionais, somos levados a caminhos inesperados, que geram novas experiências e conexões de valor.

    Durante minha jornada nos Estados Unidos, onde estou trabalhando em um novo projeto de expansão internacional do Grupo Açotubo, a atuação de mulheres na indústria de metais e aço despertou a minha atenção.

    No país, encontrei associações como a AWMI (Association of Women in the Metal Industry) que, além de promover programas de mentoria, realiza regularmente eventos para conectar e capacitar uma comunidade engajada, formada por profissionais com diferentes níveis de experiência.

    Ressalto que descobrir organizações como essa, que foi criada nos anos 80, foi uma grata surpresa.

    Em minha primeira participação em um encontro da AWMI, tive a oportunidade de conhecer e me conectar com a profissional Judy Ferraro, uma consultora que há cerca de 25 anos atua na formação de lideranças e teve uma longa trajetória na indústria de reciclagem estadunidense. Nesse dia, assisti a uma palestra dela sobre inteligência emocional, um tema que adoro e é extremamente relevante para os negócios e a rotina em geral.

    Fiquei impressionada com a forma como ela consegue explicar algo tão complexo de forma simples. Isso é um talento, algo que poucas pessoas conseguem realizar com maturidade e excelência.

    Ressalto que, para falar sobre a atuação de Judy e o trabalho abrangente que ela exerce no mercado norte-americano, é importante revisitar sua carreira. Judy iniciou como editora de um jornal estudantil. Depois, estudou comédia e improvisação e, por meio da indicação de um amigo, foi trabalhar na indústria de sucatas.

    Aprendeu, aos poucos, sobre o mercado, atuando como funcionária, sócia e proprietária de uma companhia do setor. Após 25 anos, vendeu o negócio e iniciou uma consultoria, inicialmente com foco em vendas.

    Judy tem uma paixão por desenvolver jovens talentos e, atualmente, também atua como CMO (Chief Marketing Officer) da Shapiro, empresa de serviços com foco em sustentabilidade na indústria do aço.

    Sua trajetória lhe proporcionou uma grande habilidade para falar sobre cultura organizacional. Segundo ela, “cultura é um trabalho constante. Quando ela cai, você sente. Dá pra perceber no comportamento das pessoas, na forma como elas performam, na energia do time”.

    A especialista, que é autora de livros que relatam suas experiências pessoais e profissionais, tem pautado importantes debates sobre inteligência emocional e como promover uma cultura organizacional forte na indústria do aço.

    Em suas apresentações, ela reforça que “a cultura vem em primeiro lugar. Quando ela está sólida, isso se reflete na forma como você se posiciona no mercado e até na sua vida pessoal. Se você não tem uma boa cultura internamente, isso vai aparecer fora da empresa e, claro, não será de uma forma positiva”.

    A especialista também tem chamado a atenção do público para as novas gerações de profissionais e o comportamento das jovens lideranças. Judy aponta que “em vez de ver a concorrência como adversária, eles conversam com ela e encontram maneiras de trabalhar juntos. Eles estão abertos a coaching e a mentoria. Eles não sabem tudo, eles sabem que se ajudam”. Ela também ressalta que “as gerações mais jovens também são muito voltadas para a comunidade e contribuem mais do que algumas outras gerações”.

    Atenta aos detalhes, Judy observou minha participação nos encontros com a comunidade local, que definiu como “uma forma admirável de interagir e se comportar”. Em conversa recente, ela explicou que analisar diferentes perfis de lideranças é um prazer e completou: “Eu gosto de observar. Gosto de ver mulheres mais jovens tendo esse tipo de confiança, uma confiança que não se abala”.

    Outro ponto que me impressionou durante as interações com Judy, diz respeito às mudanças que ocorreram nos eventos realizados pela indústria estadunidense. A consultora aponta que, em décadas passadas, “haviam muitos eventos que tinham 200 homens e 10 mulheres, mas isso mudou. Hoje, há muitas mulheres participando”. Ela também menciona que, atualmente, homens e mulheres atuam em sinergia nas associações. “Na Association of Women in the Metal Industry, por exemplo, existem muitos homens que participam e integram a comunidade”.

    Destaco que acompanhar as discussões do mercado local, que também refletem globalmente, desenvolver conexões com quem atua há décadas na indústria norte-americana e participar ativamente de associações que debatem o futuro do setor têm sido uma parte importante de minha atuação nos Estados Unidos. Desembarquei por aqui há pouco mais de um ano com a missão de entender melhor o setor de metais e aços estadunidense e analisar quais são as possibilidades no país.

    Revelado em janeiro deste ano pelo CEO do Grupo Açotubo, Bruno Bassi, o projeto de expansão internacional da marca Açotubo para os Estados Unidos começou em 2024 e faz parte de um olhar estratégico do conglomerado sobre diversificação de negócios, solidez financeira, gestão de risco para acionistas, entre outros fatores.

    Ressalto que, além de trazer nossa expertise e relacionamento com as usinas para um novo mercado, também queremos aprender e incorporar novas formas de fazer negócios. Hoje, somos líderes em várias linhas de produtos no Brasil, o que nos impulsiona a expandir os horizontes e buscar outros desafios.

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