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    Home»Negócios»Nova gestão do Zoológico, Jardim Botânico e Zoo Safari de São Paulo planeja investir mais de R$ 400 milhões e triplicar número de visitantes em cinco anos
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    Nova gestão do Zoológico, Jardim Botânico e Zoo Safari de São Paulo planeja investir mais de R$ 400 milhões e triplicar número de visitantes em cinco anos

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio5 de outubro de 2021Nenhum comentário5 Mins Read
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    Objetivo da Reserva Paulista, vencedor da licitação da concessão dos parques que integram o Parque Estadual Fontes do Ipiranga, é posicionar o complexo que reúne Zoo, Jardim Botânico e Zoo Safari entre os cinco melhores do mundo; investimentos serão direcionados à integração dos parques e modernização da infraestrutura, serviços ambientais, educacionais e científicos do complexo, além de novos serviços e atividades para o público

    São Paulo, setembro de 2021– Com um ambicioso projeto de renovação e integração do Zoológico, Jardim Botânico e Zoo Safari, apoiado por um plano de investimentos expressivos, a Reserva Paulista inicia o período de gestão compartilhada em conjunto com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a Fundação Parque Zoológico e o Instituto de Botânica. Após esse período de transição, o Consórcio assumirá integralmente a gestão dos parques, além da Fazenda Zoo São Paulo, localizada na região de Sorocaba (SP). O período de concessão é de 30 anos.

    O contrato de concessão já foi oficializado e está em vigor desde o dia 17/09 (assinatura), o período de gestão compartilhada que deve durar cerca de quatro meses para que o grupo assuma, efetivamente, a operação dos parques. A área dos ativos concedidos tem aproximadamente 1 milhão de metros quadrados. A concessão prevê o investimento de R $417 milhões, dos quais R $320 milhões nos cinco primeiros anos.

    “As parcerias com a iniciativa privada visam atrair investimentos e melhorar a infraestrutura das áreas turísticas. Em todas as nossas concessões temos buscado também fomentar as atividades de educação ambiental para que a população, especialmente as crianças, conheça e aprenda a preservar as nossas áreas verdes”, explicou o secretário Marcos Penido.

    “Temos a missão de ampliar e modernizar os excepcionais serviços ambientais, educacionais, científicos e de recreação que já são prestados pelo Zoológico, Jardim Botânico e Zoo Safari. Com os investimentos programados, e ao lado das equipes de excelência que atuam nos parques, vamos trabalhar para oferecer a São Paulo e ao Brasil, uma experiência imersiva na natureza, de nível internacional”, salienta Rogério Dezembro, sócio da Reserva Paulista e CEO da LivePark. A empresa faz parte do DC Set Group e integra o Consórcio ao lado do Grupo Oceanic (criador e responsável pelo Oceanic Aquarium entre outros atrativos turísticos de Santa Catarina), e de quatro empresas dos setores de engenharia e construção – Turita, Era Técnica, Egypt e Pavienge.

    A Reserva Paulista venceu a licitação do Governo do Estado de São Paulo, em fevereiro de 2021, ao apresentar uma proposta com ágio de 132% sobre o mínimo estipulado no edital, superando a cifra de R $120 milhões.

    Além do valor da outorga já pago, serão investidos mais R $200 milhões nos primeiros cinco anos, para renovação e integração dos parques, buscando torná-los uma referência mundial.

     

    “Queremos posicionar o Zoológico de São Paulo e o Jardim Botânico entre os cinco melhores parques de suas categorias no mundo e proporcionar experiências únicas às pessoas, aliando lazer e conhecimento através do respeito ao meio ambiente e a valorização da conservação e pesquisas realizadas pelas equipes responsáveis”, afirma Kiko Buerger, CEO do Grupo Oceanic e sócio do Consórcio Reserva Paulista.

     

    No Jardim Botânico, a concessão visa aumentar o uso público com a implantação de programas de educação ambiental, novos espaços de educação, cultura e alimentação, além de mais acessibilidade para os visitantes.

     

    No Zoológico, o compromisso da Reserva Paulista é ampliar as experiências de imersão na natureza e ampliar o bem-estar dos animais, com novos recintos e novas áreas de apoio e manejo. Estão previstos investimentos para construir habitats mais modernos, amplos e integrados, além do monitoramento de indicadores de desempenho da saúde. Além disso, a infraestrutura será requalificada com novos acessos para pedestres, ampliação do estacionamento, dos conjuntos sanitários e novo centro de visitantes, entre outras melhorias.

     

    Antes da pandemia, o Zoo recebia mais de um milhão de visitantes por ano e o Jardim Botânico cerca de 130 mil. O objetivo é ter um aumento significativo do público e passar a receber mais de 3 milhões de visitantes por ano em até cinco anos com as melhorias de infraestrutura. Também estão previstas novas atrações, ações de marketing e criação de canais digitais de venda de ingressos.

     

    “Queremos modernizar as instalações dos parques e atrair marcas-parceiras para oferecer melhor experiência aos visitantes e excelentes condições visando o bem-estar dos animais. Nosso objetivo é ampliar as boas práticas que já são adotadas no Zoológico de São Paulo e no Jardim Botânico, que são reconhecidos como referências no Brasil por especialistas e pelos programas de conservação de espécies, reprodução em cativeiro e cuidados com fauna e flora”, destaca o diretor Rodrigo Farhat, da Egypt Engenharia, sócia do Consórcio Reserva Paulista.

    Sobre a Reserva Paulista

    A Reserva Paulista é composta pela LivePark, que pertence ao DC Set Group, pelo Grupo Oceanic; e por mais quatro empresas dos setores de engenharia e construção: Turita, Era Técnica, Egypt e Pavienge.

    A LivePark é a primeira empresa do Brasil focada no desenvolvimento de “venues” e projetos especiais nas áreas de entretenimento, cultura e esporte e é responsável pela gestão dos parques em conjunto com os demais sócios.

    O Grupo Oceanic controla o Oceanic Aquarium em Balneário Camboriú-SC, um dos mais modernos da América Latina, além de outros empreendimentos voltados à cultura, entretenimento e gastronomia. Além da experiência na gestão desses negócios, a empresa agrega um importante diferencial para o Consórcio que é o know-how específico do manejo responsável de ativos biológicos (animais e plantas) sob a legislação brasileira, uma das mais rigorosas do mundo.

    As empresas Turita, Era Técnica, Egypt e Pavienge agregam um vitorioso know-how nas áreas de engenharia, infraestrutura e facilities de grandes empreendimentos, além de experiências bem-sucedidas de concessões público-privadas, aspectos fundamentais para as transformações estruturais que serão realizadas nos parques e na fazenda.

     

    zoologico
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