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    Home»Notícias»Tensão entre Rússia e Ucrânia: impactos na bolsa americana e na importação brasileira
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    Tensão entre Rússia e Ucrânia: impactos na bolsa americana e na importação brasileira

    De um lado, especialista da Stake afirma que investidores brasileiros precisam estar preparados para volatilidade do mercado. Do outro, caso o conflito acarrete na redução de suprimentos importantes, agronegócio brasileiro deve sentir grandes impactos
    Meio & NegócioBy Meio & Negócio23 de fevereiro de 2022Nenhum comentário4 Mins Read
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    BEIJING, CHINA - FEBRUARY 04: Vladimir Putin, President of Russia looks on during the Opening Ceremony of the Beijing 2022 Winter Olympics at the Beijing National Stadium on February 04, 2022 in Beijing, China. (Photo by Matthew Stockman/Getty Images)
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    Segundo levantamento realizado pela Stake – plataforma que conecta pessoas de diferentes países a oportunidades de investimentos, principalmente o mercado de ações americano – nesse período, o petróleo WTI saltou para US$83,87 e o barril para US$93,95 em seus contratos futuros, uma alta de 12,02%. Já o ouro, tradicional seguro para crises e guerras, saiu de US$1.790,50 por onça-troy para US$1.903,50, também se beneficiando do aumento do medo da inflação nos Estados Unidos.

    Para os mercados russos a situação foi ainda mais devastadora: o MOEX e o RTSI, dois dos principais índices do país, saíram de 4.155,24 pontos para 3.036,88 e de 1.838,95 pontos para 1.207,50 pontos, respectivamente, baixas de -26,91% e -34,34% no período.

    “Os GDRs do Sberbank e da Gazpro (duas das maiores companhias do país) negociados em Londres caem -47,03% e -27,94% em um dia em que não houve negociação nas bolsas americanas devido ao feriado de President’s day. Enquanto isso, o rublo flerta com novas mínimas históricas contra o dólar, sendo cotado a US$0,1254, amargando queda de -11% no período”, avalia Rodrigo Lima, analista de investimentos e editor de conteúdo da Stake.

    Desde 2014, quando ocorreu a invasão da região da Crimeia, tanto as reservas cambiais quanto de ouro do Banco Central Russo aumentaram vertiginosamente: nos últimos oito anos a autoridade monetária russa expandiu suas reservas de ouro em mais de US$100 bilhões, somando cerca de US$132 bi atualmente. Isso parece indicar que a Rússia se preparou para uma ocasião como essa, tentando criar robustez monetária para enfrentar eventuais sanções do ocidente.

    “Ainda é cedo para saber como a crise irá terminar, mas enquanto não houver maior clareza no cenário político internacional é muito provável que investidores adotem uma perspectiva de “risk-off” e “flight to quality”, com empresas ainda pouco lucrativas sendo penalizadas em detrimento de nomes mais tradicionais. Esse movimento também pode fazer com que muitos investidores busquem refúgio no ouro e nos títulos do tesouro americano, o que pressionaria as taxas de juros para baixo, em um momento no qual o mercado especulava sobre qual deveria ser a elevação a ser realizada pelo FED para conter a inflação nos EUA”, comenta Lima.

    Ainda segundo o analista, independente do que aconteça, é importante que o investidor esteja preparado para bastante volatilidade até que a poeira abaixe, o que pode gerar boas oportunidades para operações no VIX, o índice de volatilidade implícita das opções de curto prazo da bolsa de opções de Chicago, a CBOE.

    “Por meio de ETFs é possível assumir tanto posições compradas quanto vendidas no índice, o que permite apostar tanto na alta da volatilidade quanto na sua redução, caso se acredite que o pior da crise já passou. Desde o início da crise na Ucrânia, o VIX sobe mais de 50%, se encontrando atualmente em 28,15, nível que muitos analistas consideram elevado”, orienta Rodrigo.

    Impactos do embate no comércio exterior

    Em 2021, segundo dados da Logcomex – startup focada em Big Data para Comércio Exterior – a Rússia foi a principal fornecedora de cloreto de potássio para o Brasil em valor transacionado, com US$ 1.444.217.232,45 (34,11% do total), e a segunda em peso transacionado com 3,84 mil toneladas (29,11% do total).

    “Quando falamos em comércio exterior, a Rússia, sem dúvidas, é um dos principais parceiros comerciais brasileiros ao longo dos últimos anos. Só no ano passado, o país estava em décimo lugar entre os países que o Brasil mais importou”, comenta Helmuth Hofstatter Filho, CEO da Logcomex.

    Entre os principais produtos estão os insumos para a produção de fertilizantes. Segundo Helmuth, isso é motivo de alerta. “Se analisarmos os principais produtos importados da Rússia, vemos cloretos de potássio, amônio e uréia, que são componentes importantes para a produção de fertilizantes. Dessa maneira, caso o conflito acarrete na redução do fornecimento desses suprimentos, a tendência é o setor do agronegócio sofrer com isso”, avalia Hofstatter Filho.

    Além disso, a Rússia é um dos principais produtores de trigo e milho do mundo, o que poderia acarretar diretamente na vida do produto e consumidor brasileiro. “Caso o conflito faça com que o fornecimento dessas commodities seja freado, o produto brasileiro ganha, já que o preço delas deve encarecer. Por outro lado, o consumidor perde, já que com as mercadorias sendo vendidas para o exterior a oferta no Brasil fica mais escassa”, explica Helmuth.

    Confira os 10 produtos russos mais importados pelo Brasil em 2021:

    Cloretos de potássio – US$1.444.217.232,45;

    Diidrogeno-ortofosfato de amônio – US$889.095.810,39;

    Uréia – US$ 514.303.474,02;

    Hulha betuminosa – US$ 411.738.423,17;

    Nitrato de amônio – US$ 397.119.747,44;

    Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos, que contenham os três elementos fertilizantes: Nitrogênio (azoto), fósforo e potássio – $354.633.490.25;

    Alumínio – US$138.708.682,55;

    Hulha antracito – U$66.084.187,48,

    Malte  – $64.032.076,51;

    Produtos laminados planos de ferro ou aço – $54.417.823,68.

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