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A expressão “presente de grego” representa o recebimento de algum presente que traz prejuízo a quem o recebe. A Guerra de Troia, provocada pelo rapto de Helena, esposa do rei de Esparta, durou cerca de dez anos e aconteceu entre 1300 e 1200 antes de Cristo.
A guerra terminou após a execução do grande plano do guerreiro grego Odisseu, quer dizer, um cavalo de madeira foi deixado junto aos muros de Troia, pelos gregos.
Os troianos levaram o cavalo para dentro de seus muros, acreditando que o suposto presente era uma rendição dos gregos. No entanto, dentro de cavalo se encontravam vários soldados gregos e durante a noite, após os troianos terem se embebedado e a maioria estar dormindo, os gregos abriram os portões para que todo o exército entrasse e destruísse a cidade completamente.
Pois bem, recentemente o Supremo Tribunal Federal decidiu com respaldo na Constituição da República que a proposição legislativa que crie ou altere despesa obrigatória ou renúncia de receita deverá ser acompanhada da estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro.
Quer dizer que qualquer lei que trata de isenção, deve mencionar qual o impacto financeiro que tal renúncia fiscal venha trazer.
Tal regra não é exclusiva apenas da Constituição Federal, como também prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Importante ressaltar que a grande maioria dos projetos que tramitam tanto nos parlamentos estaduais e municipais, não observam tal imposição legal e constitucional.
De fato, a estimativa de impacto financeiro insere-se, assim, na exigência de sustentabilidade financeira, não bastando o equilíbrio matemático-contábil de receitas versus despesas. É imperioso verificar se tais receitas, incluindo os empr&eacut…
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