Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Leandro Karnal debate IA na saúde em evento no Rio
    • Escovas técnicas integram protocolos de limpeza hospitalar
    • Pobreza menstrual afeta milhões e mobiliza jovens no Rio
    • Critério documental define defesa em casos de pejotização
    • Saturação digital reduz atenção de jovens e gera alerta
    • Brindes corporativos ampliam networking em eventos
    • Monitoramento climático ajuda empresas em ondas de frio
    • Terapias com peptídeos impulsionam medicina de precisão
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»juridico»“Precisamos fazer algo em relação a Gilmar Mendes”, disse Dallagnol a procuradores
    juridico

    “Precisamos fazer algo em relação a Gilmar Mendes”, disse Dallagnol a procuradores

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio3 de fevereiro de 2021Nenhum comentário2 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    [ad_1]

    Irritado por causa de uma decisão proferida em maio de 2018 por Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, o procurador Deltan Dallagnol, então coordenador da “lava jato” no Paraná, passou a articular uma investida contra o ministro.
    A informação consta de uma troca de mensagens entre procuradores à qual a ConJur teve acesso. O diálogo faz parte do material apreendido pela Polícia Federal no curso da chamada operação “spoofing”, que mira hackers responsáveis por invadir celulares de autoridades. 
    Na conversa, os integrantes do MPF em Curitiba comentavam um Habeas Corpus concedido por Gilmar ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, que é apontado como operador de propina para o PSDB.  
    “Precisamos reagir ao GM [Gilmar Mendes]. Vou articular com SP e RJ algo. Caros precisamos fazer algo em relação a GM”, disse Dallagnol, se referindo às ramificações da “lava jato” no Rio de Janeiro e em São Paulo. 
    A ConJur manteve as abreviações e eventuais erros de digitação e ortografia presentes na mensagem do então coordenador da “lava jato”.
    Paulo Preto estava preso por determinação da 5ª Vara Federal de São Paulo quando foi solto por Gilmar. Na ocasião, no entanto, o ex-diretor da Dersa já estava na mira dos procuradores do Paraná. Em 19 de fevereiro de 2019, menos de um ano depois da conversa, Paulo Preto voltou a ser preso a pedido da “lava jato” de Curitiba. 
    Investigação contra Gilmar
    Em agosto de 2019, o El País, em parceria com o The Intercept Brasil, revelou outro episódio envolvendo investidas contra Gilmar. A reportagem divulgou conversas em que os integrantes do MPF no Paraná planejaram usar a investigação contra Paulo Pr…

    [ad_2]

    Source link

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    São Paulo regulamenta a oferta de medicamentos à base de Cannabis Medicinal no SUS; empresário comenta como o acesso pode impactar as empresas pioneiras no país

    19 de julho de 2024

    Advogada Valquíria Sabóia terá livro sobre o Direito da Moda republicado

    27 de junho de 2024

    Advogado Jorge Abrão destaca a importância do Direito de Personalidade

    25 de junho de 2024

    Taxação de Compras Internacionais: O Cabo de Guerra entre Livre Mercado e Proteção da Indústria Nacional

    5 de junho de 2024
    Leave A Reply Cancel Reply

    Você precisa fazer o login para publicar um comentário.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.