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Desde o dia 1º de fevereiro, a “lava jato” no Paraná passou a integrar o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Federal. A autoproclamada força-tarefa paranaense, um arranjo informal, deixa de vigorar, porém alguns de seus integrantes passam a atuar no Gaeco, com o objetivo de dar continuidade aos trabalhos.
A institucionalização é a linha mestra do projeto de Augusto Aras à frente da Procuradoria-Geral da República: em vez de grupos informais sem previsão nos regulamentos da entidade, equipes nacionalmente coordenadas para lidar apenas com casos de corrupção.
“O legado da força-tarefa ‘lava jato’ é inegável e louvável considerando os avanços que tivemos em discutir temas tão importantes e caros à sociedade brasileira. Porém, ainda há muito trabalho que, nos sendo permitido, oportunizará que a luta de combate a corrupção seja efetivamente revertida em prol da sociedade, seja pela punição de criminosos, pelo retorno de dinheiro público desviado ou pelo compartilhamento de informações que permitem que outros órgãos colaborem nesse descortinamento dos esquemas ilícitos que assolam nosso país há tanto tempo”, afirmou Alessandro José de Oliveira, coordenador do núcleo da “lava jato” no Gaeco.
Composição atual
Em portaria assinada em 7 de dezembro de 2020, a Procuradoria-Geral da República integrou, ao grupo de cinco membros do Gaeco, outros quatro procuradores do Paraná ex-integrantes da força-tarefa, com mandatos até agosto de 2022.
Assim, o Gaeco passou a contar com nove membros, sendo que cinco deles se dedicarão aos casos que compunham o acervo da força-tarefa “lava …
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