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O advogado Hélio Nishiyama, que representa a mãe de Isabele Guimarães, de 14 anos, morta com um tiro disparado pela melhor amiga, rebateu o posicionento da defesa da menor condenada pelo homicídio.
Em nota, o advogado Arthur Osti, que defende a família garota, disse ver com “surpresa e lamento” a decisão que determinou sua internação imediata pelo prazo máximo de três anos.
De acordo com Nishiyama, o sofrimento de Patrícia Guimarães, mãe da vítima, é o que deve ser lamentado.
“Lamentável é o sofrimento da mãe, que nunca mais sentirá o carinho da filha brutalmente morta”, afirmou Nishiyama.
O advogado ainda ressaltou que a sentença é o “início da derrocada do discurso de vitimitação dos causadores da morte violenta” de Isabele.
Recurso
Em nota, Osti afirmou que a defesa já entrou com recurso para conseguir a liberação da adolescente. Ela passou por exame de corpo de delito e foi levada para o Complexo Pomeri ainda na noite de ontem (19).
Isabele foi morta na casa da amiga, no Condomínio Alphaville. O namorado da acusada, de 16 anos, levou duas armas em um case de transporte e, após o jantar, deixou-as na casa por medo de ser parado em uma blitz.
Marcelo Cestari, pai da garota, teria pedido para que alguém guardasse as armas no closet e a filha acabou se oferecendo. Em determinado momento, ela afirmou que viu Isabele subindo as escadas e foi atrás dela.
Momentos depois houve o disparo que matou Isabele no banheiro da casa. A conclusão da perícia técnica e da Polícia Civil foi que o disparo feito pela amiga da vítima não foi acidental.
A Politec apontou que a adolescente estava com …
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