Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Team Rinaldi é campeão da MX4 com Roosevelt Assunção, no Brasileiro de Motocross
    • Empresa brasileira pretende modernizar cuidados com pets
    • Sherwin-Williams anuncia novos parceiros de comunicação para fortalecer sua estratégia multimarcas no Brasil
    • Com perdas de R$ 36,5 bilhões, varejistas adotam reconhecimento facial para conter quadrilhas
    • Afastamentos por transtornos mentais chegam a 546 mil em um ano e reforçam alerta sobre pressão, metas e saúde no trabalho
    • A illycaffè apresenta a nova illy Art Collection, criada por Serse Roma para a Barcolana 2026
    • Da comunicação às entregas: como a trajetória profissional influencia a reputação antes de uma crise?
    • Fabiana Bertotti promove treinamento de comunicação para líderes na região de Sorocaba
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Últimas»IA agêntica avança nas empresas e desenha mercado global de mais de US$ 22 bilhões
    Últimas

    IA agêntica avança nas empresas e desenha mercado global de mais de US$ 22 bilhões

    Com 61% dos líderes empresariais relatando maior cobrança por resultados financeiros em iniciativas de IA, empresas ampliam o uso de agentes inteligentes para automatizar operações e transformar investimentos em ganhos de produtividade
    JoaoBy Joao16 de setembro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A corrida corporativa pela inteligência artificial está entrando em uma nova fase. Após os primeiros ciclos de investimento concentrados em ferramentas generativas voltadas à criação de conteúdo e produtividade individual, empresas passaram a priorizar sistemas capazes de executar processos completos de forma autônoma, em busca de ganhos operacionais mais tangíveis e retorno financeiro sobre os recursos aplicados nos últimos anos. Segundo um levantamento do Kyndryl Readiness Report, 61% dos líderes empresariais afirmam enfrentar hoje uma pressão maior para comprovar o retorno sobre os investimentos em inteligência artificial do que há um ano.

    Ao mesmo tempo, o apetite por novos investimentos permanece elevado. Dados do estudo CIO Playbook 2026, conduzido pela IDC em parceria com a Lenovo na América Latina, mostram que 97% dos líderes de tecnologia da região pretendem ampliar os aportes em inteligência artificial ao longo deste ano. A expectativa é que parte relevante desses recursos seja direcionada à chamada IA agêntica, que são sistemas autônomos que executam tarefas completas sem supervisão humana.

    A dimensão do movimento já aparece nas projeções do setor. A Gartner estima que 40% das aplicações corporativas passarão a incorporar agentes inteligentes até o final de 2026. A expansão deve contribuir para um mercado global superior a US$ 22 bilhões, segundo estimativas da consultoria Markets and Markets.

    Para especialistas, a transição reflete a busca das empresas por aplicações mais próximas da operação e menos dependentes de interações isoladas. A adoção da tecnologia já começa a avançar em setores intensivos em processos operacionais. No turismo corporativo, agentes autônomos vêm sendo utilizados para executar atividades que antes dependiam de múltiplas interações humanas, como cotações, emissões, remarcações e reembolsos.

    “O setor de turismo trabalha com uma quantidade enorme de regras, integrações e atualizações em tempo real. Nós desenvolvemos agentes capazes de executar essas tarefas diretamente nos sistemas utilizados pelo mercado, reduzindo custos operacionais e acelerando a resposta ao cliente”, afirma Rafael Cohen, CEO da Blis AI, startup de inteligência artificial especializada em automação operacional do setor de turismo.

    No relacionamento com consumidores, a expectativa é que os agentes inteligentes substituam gradualmente os modelos tradicionais de atendimento baseados em fluxos pré-programados.

    “O cliente espera resolver problemas, e não navegar por menus. Entendemos que os agentes autônomos representam um avanço importante porque conseguem compreender contexto, acessar informações em diferentes plataformas e conduzir jornadas completas de atendimento”, afirma Nicola Sanchez, CEO da Matrix Go, empresa de tecnologia pioneira em IA Agêntica, especializada em soluções de atendimento e relacionamento digital.

    A transformação também alcança áreas ligadas à engenharia de software. Em vez de apenas sugerir linhas de código, os novos agentes passam a participar de etapas mais amplas do desenvolvimento tecnológico.

    “Até pouco tempo, a inteligência artificial atuava como um apoio pontual ao programador. Agora já estamos desenvolvendo agentes capazes de compreender requisitos, gerar documentação, apoiar a construção de sistemas e reduzir significativamente o endividamento técnico das aplicações”, afirma Vinícius Guedes, CEO da Volund, startup pernambucana AI-native especializada em agentes de IA para engenharia de software.

    Outro campo que vem atraindo investimentos é a inteligência de dados. À medida que as empresas acumulam volumes crescentes de informação, cresce também a necessidade de acelerar a interpretação desses dados para apoiar decisões estratégicas.

    “As organizações possuem mais dados do que nunca, mas muitas vezes enfrentam dificuldades para transformá-los em informação útil. Os agentes já são capazes de conectar diferentes fontes de informação e entregar respostas estratégicas de forma rápida e contextualizada, facilitando a gestão de dados e as análises mais precisas”, afirma Carlos Schmiedel, CEO da Draiven, startup de inteligência artificial especializada em transformar dados em insights para tomada de decisão.

    O movimento também chega às áreas de compras corporativas e cadeia de suprimentos, que convivem com desafios relacionados à volatilidade econômica, pressão sobre margens e necessidade de previsibilidade. “A gestão moderna de Procurement e Supply Chain exige velocidade analítica e capacidade de antecipação. Observamos um avanço consistente do uso de agentes inteligentes para apoiar decisões relacionadas a fornecedores, riscos, demanda e eficiência operacional”, afirma Erick Boano, CEO da GEP Brasil, líder global em soluções de software, consultoria e outsourcing para Procurement e Supply Chain.

    Embora a tecnologia avance rapidamente, especialistas avaliam que a próxima etapa da adoção corporativa dependerá menos da evolução dos modelos e mais da capacidade das empresas de estruturar governança adequada para sua utilização.

    economia inovação? Inteligência Artificial negocios notícias tecnologia
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Team Rinaldi é campeão da MX4 com Roosevelt Assunção, no Brasileiro de Motocross

    16 de setembro de 2026

    Empresa brasileira pretende modernizar cuidados com pets

    16 de setembro de 2026

    Sherwin-Williams anuncia novos parceiros de comunicação para fortalecer sua estratégia multimarcas no Brasil

    16 de setembro de 2026

    Com perdas de R$ 36,5 bilhões, varejistas adotam reconhecimento facial para conter quadrilhas

    16 de setembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.