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    De criadores a fundadores: dupla transforma experiência na creator economy em startup que já movimentou R$ 600 mil em poucos meses

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio28 de abril de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Cofundadores da Rhyno: o CEO Felipe de Medeiros e a COO Larissa Much Imagem/ divulgação: The Cool Rhyno, produzida com recursos de IA
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    Startup The Cool Rhyno propõe nova infraestrutura de monetização direta da comunidade para reduzir dependência de algoritmos e publicidade

     

    São Paulo, 23 de abril de 2026 – O que começou como vivência prática no universo da criação de conteúdo se transformou em negócio. Após enfrentarem os desafios da monetização digital em suas próprias jornadas, os criadores de conteúdo – e, agora, também empresários – Larissa Much e Felipe “Gutz” Medeiros perceberam que a dificuldade maior dos criadores não estava na capacidade de atrair e engajar público, mas na ausência de uma infraestrutura eficiente para transformar essa audiência em receita previsível.  Assim nasceu a The Cool Rhyno, startup brasileira que propõe uma nova lógica para a creator economy ao dar aos criadores e streamers controle sobre suas audiências e suas fontes de receita.

    Lançada oficialmente em 2026, a empresa movimentou mais de R$ 600 mil no primeiro trimestre – R$ 400 mil em dois meses de fase beta MVP e mais R$ 100 mil em menos de um mês de seu lançamento oficial, em 19 de março -, processando mais de 17.200 mil transações de cerca de 380 criadores ativos. Para Larissa Much, COO e cofundadora da startup, os números iniciais reforçam uma demanda crescente por alternativas mais eficientes à monetização tradicional.

    “Criadores constroem comunidades, mas não controlam sua própria receita e isso cria um modelo frágil e imprevisível. Dependem de algoritmos para alcance e de publicidade instável para monetização. Pensamos na Rhyno como um meio de mudar esse modelo, com uma proposta mais direta e sustentável”, afirma Larissa.

     

    Da vivência prática à tese de negócio

    A origem da Rhyno está na trajetória dos próprios fundadores. Larissa, engenheira mecânica formada pela UFPR, construiu carreira em startups de alto crescimento como Pipefy Falconi Consultoria e Leads2b, atuando na estruturação de marketing e vendas. Paralelamente, consolidou-se como criadora de conteúdo, reunindo mais de 100 mil seguidores e parcerias com grandes marcas, como Americanas, TCL, Instagram, Círculo e Pentel.

    Felipe “Gutz” Medeiros, CEO e co-fundador da The Cool Rhyno, também engenheiro pela UFPR e com pós-graduação pela FGV, é empreendedor serial e já fundou mais de oito empresas, majoritariamente nas áreas de tecnologia e engenharia. Sua experiência como streamer de Call of Duty trouxe uma visão prática das limitações do modelo atual de monetização digital.

    “O criador já domina audiência e engajamento. O que falta hoje é infraestrutura para transformar isso em receita previsível”, explica Gutz.

     

    Diferenciais da The Cool Rhyno

    A proposta da Rhyno é funcionar como uma infraestrutura de monetização para criadores, permitindo que concentrem diferentes fontes de receita em um único ambiente.

    A plataforma reúne donates (compras de mensagens durante as lives), criação de loja de produtos físicos sob demanda em poucos minutos e ferramentas interativas que ampliam o engajamento e a monetização durante as transmissões. Um dos diferenciais está na taxa de 2% sobre donates, abaixo da média praticada no mercado, que costuma ultrapassar 5%. Ainda assim, o posicionamento da empresa vai além da redução de custos.

    “Não se trata apenas de cobrar menos. Trata-se de dar ao criador controle sobre sua receita e previsibilidade sobre o seu negócio”, destaca Larissa.

    Os primeiros resultados indicam impacto direto na geração de renda. Em um dos casos acompanhados pela startup, o streamer Stoompay multiplicou sua receita por cinco após ativar a dinâmica do Musicthon, ferramenta que permite que a comunidade dispute músicas durante a transmissão por meio de donates, passando de cerca de R$ 50 para R$ 500 por live. O caso ilustra o potencial de aumento de monetização quando há ferramentas estruturadas.

     

    Crescimento com recursos próprios e planos de expansão

    Criada com recursos próprios (bootstrtapped), a startup já planeja uma futura rodada de investimentos para acelerar a expansão, evoluir o produto e ampliar sua base de criadores no mercado brasileiro.

    A empresa aposta no crescimento da creator economy como um dos principais vetores do mercado digital e vê uma tendência clara de profissionalização dos criadores. “O criador está deixando de ser apenas um produtor de conteúdo para se tornar um empreendedor digital. Nosso papel é construir a infraestrutura para isso”, conclui Larissa.

     

    O Rino da Rhyno

    A The Cool Rhyno criou o mascote Rino para dar vida à sua proposta de ser mais que uma ferramenta técnica. A personagem fala a língua dos criadores, entende suas dores e cria identificação emocional.

    Segundo a publicitária Thays Dantas, da equipe de marketing da Rhyno, esse antropomorfismo humaniza a marca, aproxima os criadores e fortalece a confiança na empresa. “O Rino funciona como um consultor/amigo, oferecendo dicas, incentivo e apoio direto na jornada de monetização. Além disso, o Rino se tornou um símbolo único: ao ver um rinoceronte, os criadores já reconhecem a Rhyno”, diz.

     

    Mais informações estão disponíveis no site e no Instagram da The Cool Rhyno.

     

    Sobre a The Cool Rhyno: A The Cool Rhyno é uma plataforma brasileira que permite que criadores monetizem sua audiência de forma direta, reunindo donates (compras de mensagens durantes as lives), loja de produtos e engajamento em um único ambiente. Em apenas dois meses de funcionamento em fase beta, já movimentou mais de R$ 400 mil em mais de 20 mil transações, e reúne mais de 200 criadores ativos.

     

    A proposta da Rhyno é simplificar a monetização e dar ao criador o controle sobre sua receita e sua comunidade.

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