No Brasil, onde a logística representa 18,4% do PIB, a SimpliRoute, empresa global AI First, implementa agentes autônomos de IA para assumir o controle estratégico das operações e tomar decisões em tempo real nas ruas. Diferente dos sistemas tradicionais, esses agentes recomendam caminhos, interpretam cenários, detectam riscos de segurança e corrigem falhas de entrega de forma independente, em um setor que já movimenta mais de R$10 bilhões em investimentos em inteligência artificial no país.
“A Inteligência Artificial deixou de ser um conceito abstrato para se tornar uma ferramenta de decisões estratégicas. Hoje, nossos agentes agem nos bastidores para que a jornada logística não dependa mais, exclusivamente, do tempo ou da decisão humana. O sistema agora identifica um desvio, entende o risco e age proativamente”, explica Álvaro Echeverría, CEO da SimpliRoute.
“O Brasil é a nossa maior prioridade global justamente por ser um mercado que anseia por essa autonomia. Temos o objetivo que nosso produto ganhe escala nas médias e grandes cidades brasileiras nos próximos dois anos”, afirma.
Um copiloto invisível na prática
Na prática, essa tecnologia funciona como uma “torre de controle viva”, em que agentes de IA operam simultaneamente durante o transporte.
“Os agentes da SimpliRoute trabalham simultaneamente e constantemente para garantir que a operação não dependa apenas de reações a problemas, mas de uma previsibilidade. São pequenas ferramentas inteligentes que, juntas, funcionam como um ecossistema coordenado para oferecer segurança para motoristas e empresas e precisão de entregas. Queremos facilitar o trabalho do motorista na ponta, a gestão das empresas de logística e o fluxo de toda a cadeia de suprimentos”, afirma Echeverría.
Algumas ferramentas são responsáveis, por exemplo, por monitorar a carga em tempo real e detectar desvios inesperados ou paradas fora do padrão, tomando decisões automáticas como o envio de alertas ou ajustes imediatos no plano logístico, a fim de proteger o motorista. Simultaneamente, outras ferramentas automatizam o contato com o destinatário, sendo capazes de realizar o reagendamento proativo de entregas mal sucedidas, sem qualquer envolvimento de operadores humanos. Esse modelo da SimpliRoute, já implementando em grandes operações como da Natura e da BAT Brasil, permite que o sistema aprenda com variáveis como clima e trânsito, antecipando gargalos antes mesmo que eles se tornem uma reclamação ou um custo extra.
