Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • TestMu AI traz testes em dispositivos reais para a Kane CLI, permitindo que desenvolvedores testem aplicativos móveis em aparelhos reais a partir de qualquer terminal
    • MSCI inicia consulta sobre proposta de reclassificação da Indonésia: de Mercado Emergente para Mercado Independente (Standalone Market)
    • Dubai Culture: Dubai ocupa o primeiro lugar global na atração de novos projetos de Investimento Estrangeiro Direto (IED) nas indústrias culturais e criativas em 2025
    • Fintechs ampliam espaço no mercado de crédito
    • Engage Experience 2026 reúne cerca de 2 mil profissionais de tecnologia em dia de networking e palestras sobre o futuro
    • IA no mercado imobiliário: onde e o que construir?
    • Greenplac MDF testa nova prensa e reforça investimentos
    • Planos de saúde somam 15,4 milhões de cancelamentos em 1 ano
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias»Cannabis Medicinal pode ajudar no tratamento da Síndrome de Burnout
    Notícias

    Cannabis Medicinal pode ajudar no tratamento da Síndrome de Burnout

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio16 de janeiro de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Segundo informações do site do Ministério da Saúde, a Síndrome de Burnout — traduzido do inglês, burn quer dizer queima e out exterior — é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Essa síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros.

    De acordo com o médico José Wilson Andrade, vice-presidente da Associação Pan-Americana de Medicina Canabinoide, em 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar a Síndrome de Burnout como doença ocupacional. “Está diretamente correlacionada com o ambiente de trabalho. Caracteriza-se por tensão emocional e estresse crônicos, normalmente levando a quadros de depressão e ansiedade. Distúrbios do sono, dores de cabeça, cansaço e pressão alta, também podem ocorrer como sintomas associados”, aponta.

    José Wilson comenta que o Burnout é uma síndrome multissintomática, e a Cannabis Medicinal pode ajudar o paciente no tratamento. De acordo com ele, a grande vantagem é o fato de ser um medicamento que pode mitigar a maioria dos sintomas apresentados. O potencial de modular a produção e ação de vários neurotransmissores no cérebro é que possibilita o amplo espectro terapêutico. “Sabemos que o estresse crônico está correlacionado com inflamação, e os fitocanabinoides podem modular o processo inflamatório. Sua ação em receptores de serotonina, noradrenalina e dopamina conferem uma ação ansiolítica e antidepressiva. Fitocanabinoides podem ser usados como indutores do sono. Modulação do apetite também é observada”, destaca.

    Como qualquer medicamento, a Cannabis também apresenta efeitos colaterais. Os mais observados são sonolência, distúrbios gastrointestinais e alteração do apetite. Crianças, gestantes e lactantes não devem usar fitocanabinoides, pois seu sistema endocanabinoide não está maduro. O médico diz que existem exceções, mas cabe ao profissional avaliar se o benefício para o paciente é maior que o risco. José Wilson alerta que pacientes com histórico de psicose ou cardiopatia descompensada devem evitar THC (tetrahidrocanabinol). Disfunção hepática também pode impedir a utilização de cannabis medicinal, sendo essencial que se avalie a interação medicamentosa com outros fármacos em uso.

    Dr. José Wilson – Foto divulgação

    O médico salienta que o potencial de modular a neurotransmissão coloca a Cannabis como candidata ao tratamento de várias patologias que afetam a saúde mental. “É de suma importância ressaltar a segurança terapêutica. Não existe overdose de cannabis. Se observarmos os efeitos colaterais de ansiolíticos, antidepressivos e indutores do sono, além do potencial de tolerância e dependência dessas drogas, não há por que não optarmos por fitocanabinoides”, pontua.

    Perguntado se o Canabidiol (CBD) pode ser usado para auxiliar os sintomas associados ao estresse, sem causar a desaceleração da atividade psicomotora ou alteração do humor, José Wilson fala que o CBD é psicoativo, age no sistema nervoso central (SNC) e tem ação ansiolítica marcante. “Não é psicotomimético. Não intoxica o SNC. Portanto, não causa impacto psicomotor. É possível desempenhar todas atividades diárias na vigência do uso de CBD. Já o THC é psicotomimético. Logo, seu uso é mais delicado. É necessário tomarmos os mesmos cuidados que dispensamos de benzodiazepínicos e sedativos”, explica.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Engage Experience 2026 reúne cerca de 2 mil profissionais de tecnologia em dia de networking e palestras sobre o futuro

    16 de outubro de 2026

    Falhas de pagamento podem representar até 40% do churn em negócios de assinatura

    16 de outubro de 2026

    COMO A NOVA VALIDAÇÃO DE CPFS NO ESOCIAL PODE TRAVAR A FOLHA DE PAGAMENTO

    16 de outubro de 2026

    Escassez de armazéns refrigerados pressiona custos e desafia a logística de cargas com temperatura controlada

    16 de outubro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.