[ad_1]
O procurador-geral de Justiça José Antônio Borges revelou, em um duro discurso nesta quarta-feira (10), seu temor pelo futuro democrático do País com o presidente Jair Bolsonaro no poder.
O discurso foi feito na posse para seu segundo mandato à frente do Ministério Público Estadual, que ele comandará pelo próximo biênio (2021-2023).
Em grande parte dos mais de 30 minutos de sua fala, Borges fez críticas pesadas ao presidente e a seus seguidores, cuja parcela ele comparou a nazifacistas.
“É o que constatamos vendo militantes em marcha lembrando os nazifascistas e jogando fogos de artifício no STF, dizendo que vão estuprar filhas de ministros, fazendo plantão na porta das suas residências. E ainda ouvir um filho do presidente e parlamentar afirmar que ‘bastam um soldado e um cabo para fechar o STF””, disse.
O chefe do MPE citou também que ações adotadas por Bolsonaro e “arquitetadas dentro de um ‘Gabinete do Ódio’ […] atacam as instituições pilares do Estado Democrático de Direito” (confira AQUI discurso na íntegra).
Borges ainda lembrou das acusações de fraude nas eleições que Bolsonaro fez contra a Justiça Eleitoral, apontando que a solução seria o voto impresso como ocorre nos Estados Unidas.
“[…] O pior nesta orquestração disruptiva do regime democrático orquestrada pelo Senhor Presidente da República, eleito no segundo turno, é dizer que houve fraude na eleição e que teria vencido no primeiro turno, mas não apresentar provas, num total desrespeito à Justiça Federal Eleitoral”.
“O precedente do Capitólio americano invadido pelos radicais brancos apoiadores do sociopata Donald Trump, num p…
[ad_2]
Source link
.
- Mercado de trabalho amplia busca por gestores de IA
- FARM Etc e BIC promovem ativação no Rio para lançar collab
- Executivo muda de ramo e projeta investir em 10 academias
- Empresas ampliam uso de brindes personalizados
- NR-1: tecnologia pode ajudar RHs a prevenir riscos
- Empresa alagoana cresce forte no mercado de locações
- Empresas enfrentam desafios ao criar plataformas próprias
- Funeral Premium cresce entre consumidores de alta renda