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    Home»Negócios»A governança corporativa avança e impulsiona o mercado de conselheiros no Brasil
    Negócios

    A governança corporativa avança e impulsiona o mercado de conselheiros no Brasil

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio4 de abril de 2025Nenhum comentário6 Mins Read
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    "Os conselhos de administração estão ganhando protagonismo no Brasil, refletindo a evolução da governança corporativa e a profissionalização do mercado.”
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    62% das empresas já avaliam formalmente seus conselhos, impulsionando a profissionalização e relevância da governança corporativa no Brasil

     

    A 12ª edição da Pesquisa Anual Korn Ferry, consultoria global de gestão organizacional, sobre Governança e Remuneração de Conselhos revela que os conselhos das empresas brasileiras estão mudando de patamar, tornando-se mais estratégicos, efetivos e relevantes na tomada de decisões corporativas. Esse avanço reflete na criação de um mercado mais ativo de conselheiros, que se tornaram peças fundamentais na governança e estratégia das companhias.

    Um fator que reforça a profissionalização dos conselhos é o aumento da avaliação formal dos colegiados. Em 2024, 62% das empresas adotaram esse processo, contra 54% em 2022. Esse crescimento reflete um maior cuidado das empresas em compreender a efetividade dos comitês, seus resultados e aumentar o controle do board sobre a empresa. “Ainda há empresas que fazem essa avaliação apenas por obrigação regulatória, sem compromisso real com a melhoria da governança. Mas o avanço é claro, e a tendência é que essa prática se consolide nos próximos anos”, afirma o sócio sênior da Korn Ferry, Jorge Maluf.

     

     

    Conselhos de administração brasileiros são mais atuantes

    A pesquisa aponta um crescimento na frequência e intensidade das reuniões dos conselhos. Em média, os conselhos no Brasil realizam 12 reuniões anuais, um número superior ao praticado nos EUA e Europa, onde os encontros são trimestrais ou bimestrais em sua maioria.

    “No Brasil, estão muito mais presentes e atuantes do que antes e as decisões, que antes eram conduzidas exclusivamente pelos controladores e CEOs, agora passam efetivamente pelo Conselho. Dois fatores explicam esta mudança: os controladores estão gradativamente deixando as posições executivas e passando a atuar no Conselho, e muitos controladores aceitaram maior diluição da propriedade para financiar o crescimento e isto abriu espaço para os acionistas minoritários, muitos dos quais são grandes investidores institucionais, orientarem as práticas de governança”, reforça Maluf.

    Além disso, o estudo revela que a presença de comitês de assessoramento está crescendo, com destaque para os comitês de estratégia e inovação, que se tornaram cada vez mais comuns nas empresas. “O crescimento dos comitês de estratégia é um reflexo do papel mais relevante que os conselhos passaram a desempenhar, influenciando diretamente a direção dos negócios”, complementa Maluf.

     

     

    Remuneração dos conselheiros estabiliza após período de crescimento

    Nos últimos anos, a remuneração dos conselheiros passou por um período de forte valorização. Entretanto, o estudo dos últimos dois anos mostra que essa trajetória se estabilizou para os valores mais altos de remuneração de conselheiros e presidentes de conselho,  que praticamente  acompanharam a inflação, enquanto as remunerações médias cresceram 10% para conselheiros e 16% para presidentes de conselho, refletindo uma maior aceleração nos níveis mais baixos. Este comportamento tem reduzido a dispersão entre os valores mais altos e mais baixos pagos. “Houve um momento em que a remuneração deste grupo crescia muito mais rápido do que a dos CEOs. Agora, estamos vendo o que parece ser um ponto de equilíbrio, o que denota um mercado mais maduro e sustentável”, explica Maluf.

     

    Diversidade nos conselhos segue em crescimento

    Embora a presença de mulheres nos conselhos continue aumentando, o Brasil ainda está atrás das práticas internacionais. O estudo aponta que 20% dos membros dos conselhos são mulheres, um número inferior ao registrado nos EUA (25%) e na Europa (39%). No entanto, entre os conselheiros independentes, este percentual atingiu 26% no ano passado e se reduziu para 23% este ano, um dado que levanta preocupações sobre a continuidade das políticas de diversidade dos conselhos.

    “Ainda estamos longe dos padrões internacionais, até porque em muitos países da Europa há cotas obrigatórias para diversidade nos conselhos, o que acelera esse processo. No Brasil, esse crescimento ocorre de forma mais lenta e voluntária, mas já há sinais de mudança”, observa Maluf. Com a exigência da B3 para inclusão de diversidade nos conselhos até 2025, espera-se que as empresas acelerem essas iniciativas nos próximos anos.

     

    Jorge Maluf, sócio sênior da Korn Ferry – Divulgação

     

    A 12ª edição da Pesquisa da Korn Ferry analisou dados de mais de 100 empresas, considerando informações primárias fornecidas diretamente pelos participantes. O estudo buscou oferecer um panorama aprofundado sobre remuneração, práticas de governança e diversidade, trazendo comparações com anos anteriores e com padrões internacionais.

    Os resultados mostraram que os conselhos no Brasil estão mais estratégicos, atuantes e efetivos, impulsionando um mercado de governança mais sólido e profissionalizado. No entanto, desafios como diversidade e adaptação à agenda ESG ainda precisam ser enfrentados com mais intensidade.

    “A governança corporativa no Brasil está passando por uma transformação. Os conselhos deixaram de ser instâncias protocolares e passaram a efetivamente orientar  as grandes decisões das empresas. Isso cria um novo mercado, demanda mais dedicação de tempo e exige conselheiros cada vez mais preparados para lidar com a complexidade dos negócios e uma agenda temática mais ampla”, finaliza Maluf.

     

    Sobre o estudo:

    Os dados mencionados aqui são recortes específicos publicáveis de um estudo mais amplo e profundo, cujos resultados completos são divulgados apenas aos participantes e com total sigilo de informações que identifiquem as empresas.

     

    Sobre a Korn Ferry

    A Korn Ferry é uma empresa global de consultoria organizacional, que opera na interseção entre estratégia e talento, ajudando organizações a maximizarem impacto. Trabalha com os seus clientes desenhando as suas estruturas, funções e responsabilidades, e os auxiliam a encontrar e contratar as pessoas certas para colocar a sua estratégia em ação. Além disso, apoia-os nas temáticas de diversidade, equidade e inclusão e os orienta sobre como remunerar, desenvolver e motivar os seus colaboradores, apoiada por uma propriedade intelectual e base de dados únicas, além de pesquisas autorais exclusivas sobre liderança, comportamento empresarial, mercado de trabalho, recursos humanos e outros temas. Tudo isso, para impulsionar um crescimento sustentável das organizações com as quais trabalha.

     

    Presente na América do Norte, América Latina, Europa, Ásia, África e Oriente Médio, a Korn Ferry conta com mais de 100 escritórios e 10.000 colaboradores ao redor do mundo.  No Brasil, a sede da Korn Ferry está localizada em São Paulo e são mais de 250 colaboradores atendendo em todas as regiões do país.

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