Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Changan Global Testing Season 2026 chega ao México com quatro novos modelos
    • A NIQ lança versão beta de novos recursos analíticos com IA no Ask Arthur
    • Tendências de interiores para 2026 destacam conforto, autenticidade e materiais naturais
    • Macaé Energy debate desafios do setor de energia
    • Dia da Escola: como o ensino molda a formação de cidadãos
    • Acro Cabos participa da Macaé Energy 2026
    • Biomarcadores podem ajudar a prever a longevidade
    • Medicamentos ampliam opções no tratamento da obesidade
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Nova variante da mpox é mais letal, diz infectologista
    Notícias Corporativas

    Nova variante da mpox é mais letal, diz infectologista

    DinoBy Dino30 de agosto de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    #image_title
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Doença do grupo das varíolas, a Mpox, transmitida pelo vírus Monkeypox, foi classificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como uma emergência de saúde pública de importância internacional. O alerta se deve a uma nova variante, a Clado 1B, já com muitos casos registrados, principalmente na África.

    O médico infectologista e professor da Afya Faculdade de Ciências Médicas, de Porto Nacional, no Tocantins, Jandrei Rogério Markus, destaca que a doença tem potencial para se espalhar rapidamente se medidas preventivas não forem adotadas. “Estamos diante de um desafio de saúde pública que não pode ser subestimado”, alerta ele, enfatizando a importância de vigilância.

    No Brasil, ainda não há registro de transmissão da nova variante, Clado 1B, mas alguns estados ainda têm casos da cepa Clado 2. Segundo o médico, a variante que circula no país apresenta um baixo risco de transmissão e mortalidade e é transmitida principalmente pelo contato com lesões. “Durante o surto global em 2022/2023, a infecção se espalhou, sobretudo, por via sexual”, explica. O Brasil não registra óbito por Mpox desde abril de 2023.

    Já a nova cepa 1B tem apresentado características diferentes, como maior transmissibilidade e mortalidade, mesmo sem contato prolongado, como acontece nas relações sexuais. Além disso, pelo grande número de casos em crianças, acredita-se que há um fator de transmissão por gotículas da saliva mais relevante do que a outra cepa. “A preocupação da comunidade médica local é com o risco da nova cepa se espalhar”, destaca. Pessoas com imunodeficiência e crianças podem ser mais vulneráveis à nova cepa.

    De acordo com Jandrei Rogério, a Mpox é um vírus que causa uma infecção sistêmica, ou seja, o corpo todo é atingido. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, apatia e gânglios inchados. Além disso, a doença tem uma característica específica que são as erupções na pele, semelhantes a bolhas ou feridas. “É importante destacar que, enquanto as lesões na pele não estiverem totalmente curadas, o paciente continua transmitindo. Normalmente, o quadro de Mpox dura entre duas e quatro semanas. Um ponto a favor é que, de maneira geral, as varíolas são doenças únicas, ou seja, a pessoa que teve, adquire imunidade duradoura”, frisa.

    O médico acrescenta ainda que as lesões na pele podem ser encontradas na boca, na região genital/anal, virilha e palma das mãos, principalmente nas contaminações pela cepa Clado2. O número de feridas pode variar de uma a milhares.

    Em relação à prevenção, o médico esclarece que a maneira mais eficiente é evitar o contato com pessoas infectadas, principalmente se apresentarem lesões de pele sugestivas de Mpox. Ele alerta para que os profissionais de saúde fiquem atentos, pois podem adquirir a doença de maneira involuntária durante o exame clínico no paciente. “Importante reforçar a importância do uso de equipamentos de segurança, como luva e máscara. Afinal, nem sempre o paciente se lembra de relatar todos os sintomas”, alerta.

    O tratamento consiste basicamente em oferecer alívio nas dores ocasionadas pelas lesões de pele, higienização das feridas para evitar infecções bacterianas secundárias e manutenção da hidratação do paciente.  “Há um antiviral, o Tecovirimat, aprovado para uso pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas que só é permitido em casos graves tratados em ambiente hospitalar. Portanto, o ideal mesmo é evitar o contato com pessoas doentes”, reforça.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Changan Global Testing Season 2026 chega ao México com quatro novos modelos

    14 de março de 2026

    A NIQ lança versão beta de novos recursos analíticos com IA no Ask Arthur

    13 de março de 2026

    Macaé Energy debate desafios do setor de energia

    13 de março de 2026

    Dia da Escola: como o ensino molda a formação de cidadãos

    13 de março de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.