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    Home»Notícias Corporativas»Liderança predatória se esconde atrás do carisma
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    Liderança predatória se esconde atrás do carisma

    DinoBy Dino13 de maio de 2026Nenhum comentário2 Mins Read
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    No ambiente corporativo, nem todo líder admirado representa, de fato, um ativo para a empresa. Há perfis que combinam carisma, boa comunicação e aparente empatia, mas que, nos bastidores, centralizam decisões, distribuem dependência e fragilizam a cultura organizacional. Esse é o chamado líder predatório performático.

    De acordo com Adeildo Nascimento, especialista em cultura organizacional e CEO da DHEO Consultoria e da DHEO Educação, o problema não está no discurso, mas na prática cotidiana. "Líderes de verdade distribuem capacidade. Já os líderes tóxicos, mesmo bem disfarçados, concentram resultados e créditos. Se a empresa cresce, mas só uma pessoa se fortalece, tem algo errado", afirma.

    "Esse líder não precisa ser agressivo para causar danos. Ele é articulado, inspirador, mas usa as relações como instrumento de controle. Ao longo do tempo, deixa um rastro de desgaste nas equipes", explica Nascimento.

    O especialista alerta ainda para armadilhas comuns nas empresas, como a romantização do líder excessivamente generoso, que pode evitar conflitos necessários ao crescimento do time, e a dificuldade em identificar gestores que aparentam colaboração, mas agem com interesses ocultos.

    Para evitar esses cenários, ele sugere uma análise prática da cultura organizacional. "Os líderes estão formando sucessores ou dependentes? Os créditos são distribuídos ou concentrados? O risco é compartilhado ou fica apenas com a base?", questiona.

    Na avaliação de Nascimento, cultura não se sustenta em valores declarados, mas em comportamentos repetidos. "O melhor líder é o giver estratégico: aquele que desenvolve pessoas, mas também desafia, cria conflito construtivo e fortalece o coletivo", conclui.

    Vídeo completo no link: https://youtu.be/kVDUdGmjJEA?si=L1PjC7_jq7PjaGvG

     

     

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