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    Home»Notícias Corporativas»Inadimplência ameaça finanças dos condomínios
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    Inadimplência ameaça finanças dos condomínios

    DinoBy Dino23 de julho de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    A inadimplência média das operações de crédito no Brasil subiu para 4,7% em maio e atingiu o maior patamar da série histórica do Banco Central, iniciada em 2011. As informações foram apuradas e divulgadas pelo Banco Central (BC), em julho.

    Conforme publicação, o índice representa um aumento de 0,1 ponto percentual em relação a abril e considera empréstimos com atraso superior a 90 dias, tanto de pessoas físicas quanto de empresas. Entre as empresas, a inadimplência avançou para 3,24%, o maior nível desde novembro de 2017. O recorde foi registrado no mesmo mês em que o governo lançou o Desenrola 2.0, programa voltado à renegociação de dívidas.

    "O avanço da inadimplência reflete a combinação de juros ainda elevados, custo de vida pressionado e perda do poder de compra das famílias. Mesmo com programas de renegociação, como o Desenrola, muitas pessoas continuam comprometendo boa parte da renda com dívidas antigas e novas despesas, o que dificulta a retomada do equilíbrio financeiro", esclarece o administrador de empresas e CEO da LLZ Garantidora, Zener Costa.

    "No caso das empresas, o cenário também é desafiador, pois o crédito mais caro reduz a capacidade de investimento e aumenta a dificuldade de honrar compromissos financeiros. Esse conjunto de fatores ajuda a explicar por que a inadimplência atingiu um patamar recorde", continua Zener.

    Entretanto, o relatório do Banco Central também mostra que o endividamento das famílias permaneceu elevado. Em abril, o indicador ficou em 49,8%, estável em relação ao mês anterior, mas 0,9 ponto percentual acima do registrado um ano antes. Já o comprometimento da renda com dívidas também se manteve estável na comparação mensal, alcançando 28,2%, alta de 1,1 ponto percentual em 12 meses.

    Nesse contexto, Zener esclarece que, quando as famílias se endividam, elas passam a cortar gastos e a priorizar quais contas pagar. Nesse processo, a taxa de condomínio costuma ser deixada em segundo plano, e é aí que mora o perigo. Isso porque, a dívida de condomínio é considerada uma obrigação "propter rem", ou seja, vinculada ao próprio bem, e está prevista no Código Civil Brasileiro, que obriga o condômino a contribuir para as despesas do condomínio.

    "Em caso de inadimplência, o débito pode ser cobrado judicialmente e, conforme o Código de Processo Civil, a dívida condominial é título executivo extrajudicial, permitindo a execução direta. Se não houver pagamento, o imóvel pode ser penhorado e levado a leilão, inclusive sendo possível a penhora do bem de família, conforme entendimento consolidado do Superior Tribunal de Justiça", esclarece o executivo.

    Uma possível solução para esse problema, segundo o CEO da LLZ Garantidora, é o Seguro Receita Condominial. "Basicamente, com esse serviço, o condomínio recebe o valor integral previsto em orçamento, eliminando déficits e a necessidade de taxas extras. Com isso, a instituição condominial passa a ter 100% da receita assegurada, independentemente dos casos de inadimplência", finaliza.

    Sobre a LLZ

    A LLZ é uma garantidora de condomínios do Brasil. São especialistas em oferecer proteção contra inadimplência, promovendo previsibilidade no fluxo de caixa e mais tranquilidade para a gestão condominial. Atuam com agilidade, transparência e parceria, lado a lado com administradoras e síndicos de todo o país. Além de ser a garantidora com maior capital social do país, a LLZ é a única que emite, todos os meses, uma apólice de seguros no valor mensal da receita do seu condomínio, via BTG Seguros. A sede está em Belo Horizonte, com escritório estratégico na Faria Lima, em São Paulo. No restante do país, o atendimento é feito por executivos comerciais em todas as regiões e por agentes digitais nos estados sem presença física. Assim, é garantido suporte eficiente e personalizado em todo o território nacional.

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