Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Descoberto um novo polimorfo da indometacina
    • SLB colabora com a Qualcomm em soluções de IA de ponta para operações de energia
    • A VeriSilicon impulsiona a adoção comercial do AV2 em aplicações de vídeo e streaming de última geração
    • Estônia eleva o padrão de segurança da identidade digital na Europa com novos cartões de identidade eletrônica, desenvolvidos em parceria com a Thales
    • IFL BH reúne lideranças com o tema “Coragem para Liderar”
    • Sincovaga-SP lança assessoria gratuita para contadores
    • Resolve Já aposta na comunicação mais humana e assertiva
    • Camponesa celebra São João com prêmio de R$ 30 mil e sorteio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Gestão eficiente dos dados de carbono reduzirá as emissões dos gases
    Notícias Corporativas

    Gestão eficiente dos dados de carbono reduzirá as emissões dos gases

    DinoBy Dino2 de setembro de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Em dezembro de 2024 foi sancionada a Lei nº 15.042, que cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) e estabelece o mercado regulado de carbono no Brasil. O objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa nos setores mais poluentes da economia.

    Com a nova legislação, as empresas deverão se adaptar às regras de distribuição de cotas de carbono, comprando ou vendendo conforme seus níveis de emissão. O SBCE funcionará por meio de leilões para alocar as cotas entre os setores, e as empresas que ultrapassarem seus limites terão que adquirir créditos de carbono ou certificados de redução. 

    “O crédito de carbono representa uma ferramenta crucial para mitigar as mudanças climáticas e impulsionar a transição para uma economia de baixo carbono. Ele permite viabilizar financeiramente projetos socioambientais que reduzem emissões de gases de efeito estufa, com impacto positivo em setores como agronegócio, energia, florestas e infraestrutura. Os projetos de descarbonização também se mostram estratégicos para a competitividade das empresas”, enfatiza Vininha F. Carvalho, economista, administradora de empresas e editora da Revista Ecotour News & Negócios.

    Segundo Leonardo Alves Correa, professor de Direito Ambiental e Minerário da Faculdade de Direito da UMFG, a transição para uma economia de baixo carbono exigirá um aumento expressivo de novos projetos minerais voltados à extração de lítio, níquel, cobalto, cobre, grafite, manganês, alumínio e terras raras. A Agência Internacional de Energia (IEA) projeta que a demanda por minerais críticos poderá crescer até seis vezes até 2040, em um cenário de neutralidade climática.

    O Plano Nacional de Mineração (PNM 2050) se consolida como o principal instrumento de planejamento estratégico de horizonte ampliado para o setor mineral brasileiro. “O objetivo do Plano é estabelecer uma visão estruturada de longo prazo sobre metas e diretrizes para toda a cadeia produtiva, de modo a promover a coordenação das políticas minerais e a estabilização de um mercado institucionalmente seguro e economicamente competitivo”, pontua o professor de Direito Ambiental e Minerário.

    A partir de 2025, todas as empresas listadas na Bolsa de Valores brasileira (B3) enfrentarão um grande desafio: a adequação à Resolução 193/2023 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A regulamentação, que entrou em vigor em novembro de 2023 e se baseia nos padrões emitidos pelo International Sustainability Standards Board (ISSB), exige que todas as empresas produzam relatórios de sustentabilidade, com divulgações obrigatórias começando em 2026, baseadas nos dados do ano anterior. 

    “A inclusão destes dados nos demonstrativos financeiros exige precisão e confiabilidade. A empresa deverá sistematizar e medir suas emissões de gases de efeito estufa de maneira abrangente, utilizando o próximo ano para ajustes e melhorias. Isso vai prepará-las para o desafio onde precisará desenvolver e implementar planos de descarbonização”, finaliza Vininha F. Carvalho.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Descoberto um novo polimorfo da indometacina

    10 de junho de 2026

    SLB colabora com a Qualcomm em soluções de IA de ponta para operações de energia

    9 de junho de 2026

    A VeriSilicon impulsiona a adoção comercial do AV2 em aplicações de vídeo e streaming de última geração

    9 de junho de 2026

    Estônia eleva o padrão de segurança da identidade digital na Europa com novos cartões de identidade eletrônica, desenvolvidos em parceria com a Thales

    9 de junho de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.