Apesar de 68% das médias e grandes empresas brasileiras afirmarem possuir um processo estruturado de planejamento financeiro, 57% relatam enfrentar problemas recorrentes de falta de caixa. O principal efeito para este modelo fragmentado é o impacto na produtividade das equipes e na economia de tempo: 23% dos times gastam mais de 20 horas por semana com tarefas manuais. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita da Kamino, plataforma de automação financeira, em parceria com a Opinion Box, sobre a maturidade financeira empresarial no Brasil.
Outra consequência desse cenário é o impacto na confiança das empresas na própria capacidade de prever o fluxo de caixa. Apenas 14% afirmam possuir alta previsibilidade financeira, enquanto a maioria opera com níveis moderados (40%) ou baixos (10%) de clareza sobre entradas, saídas e disponibilidade de recursos.
“Quando olhamos para esses dados, fica evidente que o desafio já não é apenas digitalizar pagamentos ou automatizar tarefas isoladas”, aponta Gonzalo Parejo, CEO da Kamino. “Agora, temos que olhar para uma próxima etapa, que é consolidar informações em tempo real para permitir decisões mais rápidas e reduzir incertezas sobre fluxo de caixa, liquidez e execução financeira”, completa.
O levantamento ouviu 251 profissionais de cargos de coordenação ou superiores envolvidos na gestão financeira de empresas brasileiras que faturam mais de R$ 300 milhões.
