A Via Education, distribuidora oficial da Lego Education no Brasil, encontrou no Acer Veriton GN100 uma forma de transformar a infraestrutura de inteligência artificial em uma alavanca estratégica de crescimento. Ao migrar o processamento de modelos de linguagem (LLMs) e visão computacional da nuvem para o equipamento local, a edtech alcançou uma economia de 55% nos custos de infraestrutura, ampliou a capacidade de desenvolvimento de suas soluções e criou uma frente de atuação dedicada ao mercado corporativo, a Via Corporate. A tecnologia já impacta mais de 400 escolas e 150 mil alunos em todo o país, com expectativa de retorno sobre o investimento (ROI) em cerca de sete meses.
A mudança teve impacto financeiro e operacional direto na empresa. Antes do GN100, o desenvolvimento e a execução dos assistentes de IA dependiam 100% de chamadas de API em nuvem pública. Com mais de 5 mil páginas de material didático embarcadas e milhares de professores acessando a plataforma diariamente, a fatura mensal com processamento na nuvem beirava os R$ 40 mil por mês, dificultando o planejamento financeiro e pressionando as margens da companhia. Com a migração para o supercomputador de mesa da Acer, esse custo despencou para R$ 19 mil mensais — uma redução drástica que ocorre em paralelo ao processo de migração de ainda mais serviços e cargas de trabalho para rodar no GN100, potencializando os ganhos de eficiência.
Mais previsibilidade para ampliar o uso de IA
A principal ferramenta de IA da Via Education dá suporte aos professores na criação de aulas alinhadas à BNCC. Com o processamento local, a empresa deixou de ter uma relação direta entre o aumento no volume de utilização da ferramenta e a explosão do custo de processamento, criando maior liberdade para expandir o uso da tecnologia sem comprometer o caixa.
“A nossa principal ferramenta de IA dá suporte direto aos professores na criação de aulas alinhadas à BNCC. Na nuvem, quanto mais professores usavam a solução, maior era a fatura no fim do mês. Essa imprevisibilidade nos obrigava a trabalhar com uma margem financeira muito ampla e cautelosa”, explica Daniel Lorenti, CEO da Via Education. “Com o processamento local no Acer Veriton GN100, essa imprevisibilidade acabou. Hoje, é indiferente para o nosso caixa se temos 1.000 ou 10.000 professores utilizando a ferramenta ao mesmo tempo. Isso trouxe uma enorme paz financeira e liberdade estratégica para o negócio.”
A previsibilidade também mudou a dinâmica de desenvolvimento da companhia. Sem a preocupação com a cobrança por cada chamada à nuvem, o time de P&D ganhou autonomia total para realizar ciclos intensivos de teste, ajuste de parâmetros e treinamento de novos modelos locais.
Uma nova frente de negócios e projeção de receita B2B
O impacto positivo da nova infraestrutura ultrapassou a eficiência operacional existente e abriu caminho para a diversificação de receita da empresa. A robustez e a segurança da solução viabilizaram a criação da Via Corporate, unidade de negócios da edtech dedicada a levar inteligência artificial e visão computacional embarcadas para empresas de diferentes segmentos do setor privado.
A expectativa da companhia é que a Via Corporate ganhe escala rapidamente, passando a responder por 12% do faturamento total da Via Education até 2027. A nova operação aproveita o know-how e as tecnologias desenvolvidas para o setor educacional e as adapta para o ambiente corporativo, oferecendo a grandes empresas sistemas “plug and play” que executam o processamento de dados localmente.
Nesse contexto, a infraestrutura atende a uma demanda crescente do mercado corporativo e escolar por governança e segurança da informação. Ao manter os modelos rodando dentro da própria estrutura, a Via Education garante conformidade rigorosa com a LGPD e proteção total para os dados de mais de 400 escolas parceiras e 150 mil estudantes.
“No mercado corporativo e nas escolas, a palavra-chave é governança. A entrega de uma solução com inteligência artificial encapsulada em um hardware local robusto traz controle absoluto sobre os dados, elimina riscos de vazamento e reduz custos operacionais”, destaca Jonathas Menegatto, CIO da Via Education. “O futuro da IA é on-premise. Ter o seu próprio LLM rodando em uma infraestrutura física dedicada permite que o aluno ou colaborador consulte materiais proprietários com altíssima velocidade e zero custo de assinatura recorrente.”
Mais velocidade para desenvolver e colocar aplicações em prática
O ganho de desempenho do Acer Veriton GN100 foi outro fator determinante para ampliar as aplicações práticas desenvolvidas pela empresa. No início dos testes com LLMs locais, o tempo de resposta do assistente interno girava entre 1 minuto e meio e 2 minutos. Após rodadas intensivas de otimização no hardware da Acer, o tempo caiu para 12 segundos e, atualmente, as respostas são entregues em menos de 2 segundos.
Na prática, a redução drástica de latência permite executar aplicações complexas em tempo real. Na sala de aula, por exemplo, o sistema pode ler a interação do aluno por meio de uma câmera e traduzir a imagem instantaneamente em comandos de código para movimentar robôs físicos de Lego.
A tecnologia também permite que colégios indexem todo o seu material didático impresso no LLM local para que os estudantes “conversem” com seus próprios livros sem custos adicionais de assinatura, além de gerar simulações tridimensionais de montagens com manuais automatizados a partir de simples comandos de texto (prompts).
A alta velocidade do equipamento viabilizou ainda aplicações de visão computacional com câmeras comuns para monitorar a presença de celulares, detectar objetos de risco ou analisar o engajamento dos estudantes durante as aulas. No ambiente corporativo, o hardware roda simultaneamente mais de cinco projetos complexos de IA em uma única máquina compacta — incluindo assistentes pedagógicos, sistemas de segurança e um copiloto interno para automação de rotinas dos próprios colaboradores.
“Desenvolver inteligência artificial na nuvem gera uma pressão constante, pois cada teste e cada erro viram uma linha a mais na fatura. Quando ligamos o GN100 na nossa sala, tudo mudou”, relata Bruno Silveira, AI Specialist e Desenvolvedor da Via Education. “Hoje temos mais de cinco projetos complexos rodando simultaneamente em uma única máquina compacta. Ter supercomputação na própria mesa dá ao desenvolvedor a liberdade total de testar, errar, corrigir e inovar com velocidade máxima.”
Infraestrutura para crescer com controle
Com capacidade para rodar múltiplos modelos em paralelo e suporte para conexão em cluster — somando capacidade computacional conforme a demanda cresce —, o Acer Veriton GN100 oferece à Via Education uma infraestrutura que acompanha a expansão das aplicações de inteligência artificial e a entrada da empresa em novos mercados.
“O caso da Via Education exemplifica perfeitamente a proposta do Veriton GN100: democratizar a inteligência artificial de altíssimo desempenho sem exigir investimentos milionários em data centers dedicados ou dependência cega da nuvem”, afirma Marco Vorrath, Diretor de Vendas B2B da Acer. “Entregar a capacidade de um servidor de IA em um formato compacto, silencioso e seguro transforma a dinâmica de inovação das empresas brasileiras, permitindo que elas cresçam com rapidez, controle e eficiência.”
Para mais informações, acesse: www.acerempresas.com.br
