Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Alok, Anitta e Henrique & Juliano: brasileiros revelam os artistas que mais fazem parte de suas playlists de treino
    • Tarifa de resinas reacende debate sobre custos e competitividade
    • Business Rock debate tecnologia e inovação no esporte
    • RX anuncia Amanda Franza como nova gerente de produto da FIEE
    • 6 dicas para não cair em golpes de sites falsos para pagamento de pedágio
    • Eletromidia chega a São José dos Campos com primeira concessão de mobiliário urbano da cidade
    • Dia Mundial do Turismo: agentes de IA começam a mudar como turistas pesquisam e reservam
    • HMUE: Centro Hiperbárico supera 29 mil atendimentos
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Últimas»Tarifa de resinas reacende debate sobre custos e competitividade
    Últimas

    Tarifa de resinas reacende debate sobre custos e competitividade

    Para a Maximu’s Embalagens Especiais, indústria do setor, decisão da Camex reforça a importância de equilíbrio entre a proteção da produção nacional e a competitividade das empresas transformadoras
    JoaoBy Joao23 de setembro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A renovação, por mais 12 meses, da alíquota de 20% sobre a importação de seis tipos de resinas de polietileno (PE) e polipropileno (PP), aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), volta a colocar no centro das discussões da indústria do plástico os efeitos das políticas de comércio exterior sobre os custos e a competitividade da cadeia. A medida foi aprovada em 27 de agosto e contempla matérias-primas utilizadas em diferentes aplicações industriais.

    Para empresas transformadoras, como a Maximu’s Embalagens Especiais, sediada em Ribeirão Pires, no ABC Paulista, e com filial em Varginha (MG), a decisão da Camex ganha relevância por seus possíveis reflexos sobre a cadeia de transformação. A empresa, que desenvolve embalagens técnicas e personalizadas para proteção, acolchoamento e movimentação de produtos, utiliza materiais como polietileno e polipropileno em diferentes soluções e acompanha de perto as condições de mercado que influenciam a disponibilidade e os custos dessas matérias-primas.

    Nesse cenário, a renovação da alíquota pode trazer novos desafios para o planejamento das empresas, especialmente em relação à formação de preços e à gestão de custos. Para a indústria de transformação, o debate envolve encontrar um equilíbrio entre o fortalecimento da produção nacional de resinas e a manutenção de condições que permitam às empresas brasileiras preservar sua competitividade.

    “A indústria de transformação precisa de previsibilidade para planejar produção, investimentos e formação de preços. Qualquer alteração relevante nas condições de acesso às matérias-primas pode gerar reflexos ao longo da cadeia, principalmente em um cenário em que as empresas já trabalham constantemente para equilibrar custos e competitividade.”, afirma o diretor da Maximu’s Embalagens Especiais, Erick Souza.

    A renovação da tarifa acontece em meio a um cenário de pressão sobre a indústria petroquímica. Entre os argumentos utilizados para a manutenção da medida estão o aumento das importações, a expansão da capacidade produtiva internacional, especialmente na China, e a ociosidade da indústria nacional. Do outro lado, representantes da indústria de transformação apontam preocupação com o possível aumento dos custos dos insumos e seus efeitos sobre as empresas que utilizam essas matérias-primas.

    Para Erick, a discussão deve considerar os diferentes elos que compõem a cadeia do plástico.

    “Políticas voltadas ao setor precisam levar em conta não apenas a produção de resinas, mas também os impactos sobre transformadores, fabricantes de produtos, soluções plásticas e os demais segmentos que dependem desses materiais”, fala.

    Nesse contexto, a ampliação do uso de materiais reciclados também ganha relevância como uma alternativa para a indústria, não apenas diante de um possível encarecimento de matéria-prima virgem, mas como parte de uma estratégia voltada à sustentabilidade dos processos produtivos. A logística reversa e a reciclagem para reinserir materiais no ciclo produtivo, reduzindo a dependência exclusiva de recursos virgens e fortalecendo práticas voltadas para a economia circular.

    O tema ganha ainda importância diante do Decreto nº 12.688/2025, que instituiu o sistema de logística reversa de embalagens de plástico no Brasil e estabeleceu metas para a recuperação de materiais e a incorporação de conteúdo reciclado nas embalagens. A medida reforça a necessidade de integração entre os diferentes elos da cadeia, envolvendo fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, cooperativas e recicladores, além de estimular o retorno dos materiais ao ciclo produtivo.

    Sustentabilidade na prática

    Na prática, empresas da indústria de transformação já vêm adotando iniciativas para ampliar a circularidade dos materiais e reduzir a dependência de matéria-prima virgem. Desde a implantação de uma extrusora recicladora, há cinco anos, a Maximu’s já enviou para o processo de reutilização 952,5 toneladas das sobras geradas na fábrica. Com isso, 100% desses resíduos voltaram como matéria-prima para a fabricação de plástico bolha. A estratégia reduz a geração de resíduos, diminui a dependência de insumos virgens e contribui para ganhos operacionais, ambientais e econômicos.

    “Iniciamos um projeto de reciclagem avançada com equipamentos de ponta que transformam resíduos plásticos em matéria-prima circular para novos produtos. Isso significa menos resíduos no meio ambiente, menor dependência de matéria-prima virgem e ganhos econômicos que fortalecem nossa autonomia produtiva”, explica.

    O diretor completa que é importante que as decisões relacionadas ao comércio exterior considerem a cadeia como um todo. “O fortalecimento da indústria nacional é importante, mas também precisamos garantir condições para que as empresas transformadoras mantenham sua competitividade”.

    Camex Comércio Exterior economia Indústria notícias plástico
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Alok, Anitta e Henrique & Juliano: brasileiros revelam os artistas que mais fazem parte de suas playlists de treino

    23 de setembro de 2026

    RX anuncia Amanda Franza como nova gerente de produto da FIEE

    23 de setembro de 2026

    6 dicas para não cair em golpes de sites falsos para pagamento de pedágio

    23 de setembro de 2026

    Eletromidia chega a São José dos Campos com primeira concessão de mobiliário urbano da cidade

    23 de setembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.