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    Home»Negócios»Profissionais plenos são os mais difíceis de contratar que altos executivos, aponta levantamento global
    Negócios

    Profissionais plenos são os mais difíceis de contratar que altos executivos, aponta levantamento global

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio22 de maio de 2025Nenhum comentário6 Mins Read
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    • Hays revela que empresas enfrentam quase oito vezes mais dificuldade para contratar profissionais plenos (54%) do que para preencher cargos de alta gestão (7%)
    • O guia também mostra previsões de salários para cargos em alta no mercado, como Contabilidade e Finanças, Marketing, Engenharia, Supply Chain e TI

     

    Brasil, maio de 2025 – A Hays, líder mundial em recrutamento especializado em soluções de força de trabalho, divulgou o Guia Salarial Hays 2025. O estudo aponta que as posições mais difíceis de serem preenchidas pelas organizações são as de nível intermediário. Cargos plenos representaram 54% das dificuldades de contratação — uma taxa quase oito vezes superior à registrada para posições de alta gestão, como diretorias (7%). Cargos de nível de entrada (júnior) e gerencial também figuram na pesquisa, ambos representando 22%.

    O levantamento aponta que as posições intermediárias representam a principal lacuna no mercado de trabalho, destacando a necessidade de estratégias focadas na retenção e qualificação desses profissionais. Essa dificuldade de contratação, no entanto, não se limita apenas a cargos específicos: de maneira geral, 58% dos empregadores atualmente relatam dificuldades para preencher vagas — um aumento significativo em relação ao ano passado, quando apenas 46% enfrentavam o mesmo desafio.

    Assim, no cenário atual, talentos plenos são considerados mais essenciais para a operação das empresas do que cargos de alta liderança. Investir no desenvolvimento interno dos colaboradores permite que as organizações preencham essas lacunas com recursos próprios, preparando profissionais de nível médio e gerencial para assumir funções de alta liderança no futuro.

    O Guia mostra ainda que a maior dificuldade vem da escassez de competências – em 2024, apenas 12% das organizações que participaram da pesquisa relataram não sofrer deste problema. Entre as principais causas estão os níveis salariais inadequados (46%), a falta de treinamento e desenvolvimento profissional (39%) e a concorrência acirrada entre empregadores (29%).

     

    Estagnação salarial e benefícios: o que preocupa os profissionais em 2025

    A estagnação salarial e a insatisfação dos profissionais seguem como grandes desafios para as empresas em 2025. O Guia aponta que 48% dos funcionários consideram que suas remunerações não condizem com as responsabilidades, enquanto 44% acreditam que os salários não são justos. Essa percepção não se limita aos colaboradores: 37% dos gestores também acreditam que as remunerações na empresa são inadequadas.

    O levantamento mostra que a estagnação não é o único problema: 37% dos funcionários não receberam aumento no último ano, e 13% tiveram redução salarial. Além disso, 25% esperavam um reajuste de 6% a 10%, mas apenas 11% realmente obtiveram esse aumento.

    Diante desse cenário, práticas salariais transparentes tornam-se essenciais, especialmente com a nova Lei de Transparência Salarial e de Remuneração, que exige relatórios detalhados para promover justiça interna. O estudo também destaca a importância dos benefícios na atração e retenção de talentos: 67% dos profissionais consideram o pacote de benefícios tão relevante quanto o salário. Entre os benefícios mais valorizados estão seguro saúde, trabalho flexível e dias de férias adicionais. As empresas já reconhecem essa tendência, com 68% apontando que oferecer benefícios robustos é essencial para manter profissionais qualificados.

     

    Hays foca em talentos STEM no Brasil e México

    Em abril, a Hays anunciou seu reposicionamento na América Latina. Ao concentrar-se em talentos STEM, contratação flexível e soluções terceirizadas de força de trabalho (como RPO e MSP), a empresa pretende oferecer suporte mais consultivo a clientes e candidatos.

    “O potencial de crescimento do Brasil apresenta oportunidades significativas, e estamos fortalecendo nosso compromisso em investir no país. O talento em STEM e as soluções de contratação flexível serão motores-chave do desenvolvimento do mercado. Prevemos um crescimento triplo no médio prazo para nossos negócios na América Latina em STEM, contratação e Soluções Corporativas, com o Brasil sendo nosso maior hub, dado seu extenso mercado de tecnologia e oportunidades”, comenta David Brown, CEO da Hays nas Américas.

    Esse reposicionamento reforça a atuação da Hays na América Latina para responder às demandas do mercado local apontadas pelo Guia Salarial. Ao focar em setores estratégicos e em soluções flexíveis de contratação, a Hays amplia seu papel como parceiro consultivo, ajudando empresas a superar essas lacunas com profissionais qualificados e alinhados às necessidades de transformação digital e inovação.

     

    Sobre o Guia Salarial 2025

    O Guia é baseado em uma pesquisa com 16.334 participantes do Brasil, México, Colômbia, Chile e outros países da LATAM. Realizado em setembro de 2024, inclui diversos setores, segmentos e tamanhos de empresas, de 1 a mais de 10.000 pessoas. O estudo fornece informações importantes sobre o mercado de trabalho e destaca fatores que afetam a satisfação e a motivação dos funcionários, bem como a evolução dos paradigmas de trabalho. O guia também observa a dificuldade crescente que as organizações enfrentam para atrair novos talentos, a necessidade crítica de melhorar as competências devido à estagnação, às tendências salariais e ao impacto da IA na força de trabalho.

     

    Sobre a Hays

    A Hays plc (o “Grupo”) é a líder mundial em recrutamento especializado e soluções de força de trabalho, incluindo Recruitment Process Outsourcing (RPO) e Managed Service Provider (MSP). O Grupo é especialista em recrutar profissionais qualificados e altamente especializados globalmente, sendo líder de mercado no Reino Unido, Alemanha e Austrália, além de estar entre os principais players na Europa Continental, América Latina e Ásia.

    O Grupo atua nos setores privado e público, oferecendo recrutamento para posições permanentes, contratos temporários e projetos de curto prazo. Em 31 de dezembro de 2024, a Hays empregava mais de 10.300 colaboradores, operando em 225 escritórios em 33 países. Para o ano encerrado em 30 de junho de 2024:

    • O Grupo reportou taxas líquidas de £1.113,6 milhões e um lucro operacional de £105,1 milhões.
    • O Grupo colocou aproximadamente 57.700 candidatos em empregos permanentes e cerca de 225.000 pessoas em cargos temporários.
    • 13% das taxas líquidas do Grupo foram geradas na Austrália e Nova Zelândia, 32% na Alemanha, 20% no Reino Unido e Irlanda e 35% no restante do mundo (RoW).
    • O segmento de colocações temporárias representou 59% das taxas líquidas, enquanto o segmento de colocações permanentes representou 41%.
    • A área de Tecnologia é a maior divisão do Grupo, com 25% das taxas líquidas, seguida por Contabilidade & Finanças (15%) e Engenharia (11%).
    • A Hays opera nos seguintes países: Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, República Tcheca, Dinamarca, França, Alemanha, Hungria, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Malásia, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Polônia, Portugal, Romênia, Singapura, Espanha, Suécia, Suíça, Tailândia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos.
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