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    Home»Negócios»O paradoxo da inclusão: como o país que lidera o Pix ainda tem 1 em cada 5 adultos fora do sistema bancário
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    O paradoxo da inclusão: como o país que lidera o Pix ainda tem 1 em cada 5 adultos fora do sistema bancário

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio8 de dezembro de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    Inovação social e microcrédito responsável surgem como estratégias para reduzir a exclusão financeira no Brasil

    Apesar dos saltos na digitalização financeira e do sucesso do Pix, o Brasil ainda enfrenta um paradoxo: é referência mundial em inovação, mas ainda convive com uma exclusão bancária significativa. Segundo dados do Banco Central e estudos do setor, cerca de 20% dos adultos brasileiros continuam fora do sistema financeiro formal, o equivalente a dezenas de milhões de pessoas sem acesso pleno a conta, crédito ou poupança.

    Para Rafa Cavalcanti, CEO da CloQ, fintech de impacto social que auxilia brasileiros a construírem um histórico de crédito positivo, seguro e inclusivo por meio do nano-crédito, o desafio vai além de disponibilizar tecnologia. “A inclusão financeira verdadeira não é só sobre ter uma conta ou uma chave Pix. É sobre criar acesso a qualquer produto financeiro necessário: seja ele seguro, crédito, investimentos, previdência, permitindo que as pessoas ganhem autonomia dentro do sistema”, pontua.

    Estudos indicam que a exclusão financeira no Brasil é resultado de um conjunto de fatores estruturais: informalidade no trabalho, falta de documentação, desconfiança nas instituições, além de produtos bancários que nem sempre dialogam com as realidades de renda e comportamento da base da pirâmide. Em muitas regiões do país, especialmente nas áreas rurais e periféricas, o dinheiro em espécie continua sendo o principal instrumento de troca e reserva de valor.

    A CloQ atua com nano-empréstimos e soluções de nano-crédito voltadas a trabalhadores informais e pequenos empreendedores, combinando tecnologia, dados e educação financeira para ampliar o acesso de forma segura e sustentável. “Nosso foco é transformar o acesso em evolução. Cada nano-crédito liberado pode ser o início de uma jornada que muda a relação do usuário com o dinheiro e com o próprio futuro”, complementa Rafa.

    O Pix revolucionou a forma como o país se relaciona com o dinheiro. O Brasil tem uma robusta infraestrutura tecnológica, agora precisa ampliar no que se refere à inclusão financeira. Criar soluções humanas e sustentáveis — como as criadas por fintechs de impacto social — capazes de transformar o que hoje é um paradoxo em um avanço coletivo.

    “O Pix é uma aula de como o desenvolvimento de uma tecnologia complexa pode ser feito de forma tão simples, como o conceito de chave por CPF, por exemplo. Muitas pessoas não sabem usar uma conta bancária digital, mas sabem pedir e enviar Pix. Isso é inclusão financeira e esse é o caminho que a CloQ quer seguir”, finaliza.

    Sobre a CloQ:

    Fundada em 2018, a CloQ é uma fintech de impacto social que auxilia brasileiros a construírem um histórico de crédito positivo, seguro e inclusivo por meio do nano-crédito. A empresa desenvolve análise de crédito inclusiva, independente de renda ou do score tradicional, simplificando o acesso para quem mais precisa. Até hoje, a CloQ já realizou mais de 20 mil nano-empréstimos, para pessoas de todo o Brasil. Ao todo, são mais de 100 mil pessoas cadastradas na plataforma. Acesse o site e saiba mais!

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