O relatório “IA Física: Levando a colaboração humano-robô para o próximo nível” da Capgemini revela que a Inteligência Artificial (IA) já se expande para além das telas digitais e atua no mundo real com a IA Física, que permite às máquinas perceberem, raciocinarem e agirem com autonomia. De acordo com a pesquisa, 79% das organizações na média global já se envolvem com a IA Física e 65% esperam escalá-la nos próximos cinco anos. Entre as expectativas dos executivos, 76% preveem ganhos diretos de produtividade com a adoção da IA Física, 70% destacam a eficiência de custos.
Pascal Brier, Diretor de Inovação e Membro do Comitê Executivo da Capgemini, afirma: “O que é diferente hoje não é o hype, mas a convergência da IA, dados e maturidade da engenharia. A oportunidade é real, desde que nos concentremos no que funciona em escala. Implantar a IA Física de forma responsável, segura e progressiva será essencial para construir confiança, com segurança desde a concepção, transparência e supervisão humana no centro da colaboração sustentável entre humanos e robôs.”
Os avanços nos modelos fundamentais estão equipando os robôs com a inteligência necessária para operar autonomamente em ambientes complexos, enquanto as tecnologias de simulação reduzem os ciclos de treinamento e possibilitam o aprendizado em grande escala. Segundo o estudo, 64% acreditam que ela se tornará um impulsionador crítico da competitividade em sua indústria. O estudo conclui que, para serem bem-sucedidas, as ações voltadas a IA Física devem estar estruturadas na confiança, apoiadas por mecanismos robustos de segurança, governança e supervisão humana, e sustentadas por meio de um engajamento contínuo com um ecossistema em rápida evolução.
