Reforçando o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (número 4, assegurar educação inclusiva), uma empresa de Customer Experience (CX) localizada na capital paulista atua, pelo quarto ano consecutivo, em um projeto interno com aulas focadas no conteúdo do ENEM como forma de apoio aos colaboradores que desejam prestar vestibular. Como novidade nesta edição, a companhia fez parceria com a Secretaria Especial de Administração de Morro de São Paulo, no Estado da Bahia.
O projeto, chamado “Vestibulever”, é uma iniciativa de capacitação gratuita voltada aos colaboradores da Foundever, empresa de tecnologia de experiência do consumidor. Somadas as edições realizadas até o momento, a ação reúne mais de 150 colaboradores inscritos, 63% de índices de aprovação, além, também, de ter recebido premiações relevantes no setor de gestão de pessoas.
A ação da companhia também amplia as oportunidades para grupos minorizados dentro da própria organização. Entre os participantes, de modo geral das edições, 30% são pessoas pretas, 13% são imigrantes ou refugiados e 30% são mães ou pais, o que confirma a proposta do projeto de promover acesso à educação e desenvolvimento profissional entre diferentes perfis de colaboradores.
Case de sucesso
Um dos destaques do histórico do projeto é a edição de 2024, na qual um aluno foi aprovado com nota 900 na redação. Além desse caso, há também a colaboradora e estudante que conquistou uma bolsa no curso de Direito em uma Universidade Federal, além de ter sido aprovada com 100% de apoio em duas instituições privadas.
O CEO Brasil da Foundever, Laurent Delache, afirma que o projeto busca ampliar o acesso à educação e oferecer aos participantes melhores condições de preparação para o ENEM. Por isso, nesta edição foram abertas vagas para as aulas preparatórias gratuitas, permitindo que jovens da rede pública tenham acesso a um suporte educacional que pode contribuir para seu desempenho no exame.
“Por meio do Vestibulever, a Foundever procura contribuir para a redução das barreiras de acesso à educação e ampliar as oportunidades de desenvolvimento dos participantes. A expectativa é que a iniciativa gere impactos positivos e duradouros, estimulando o potencial dos jovens e criando novas possibilidades para suas trajetórias acadêmicas e profissionais, dentro e fora da companhia”, afirma Delache.
Novidades nesta edição: ampliação para suporte aos adolescentes da rede pública
Em 2026, com as aulas previstas para serem concluídas até o fim de outubro, o Vestibulever ampliou seu alcance. Além das vagas destinadas aos colaboradores da Foundever, nas unidades da empresa em São Paulo (capital) e Curitiba, o projeto também recebeu 10 alunos da rede pública de ensino do Estado da Bahia, que passaram a ter acesso às aulas preparatórias.
“Estou achando ótimo, ajuda muito a conciliação das matérias e o ensino é bem explicativo, o que torna a experiência melhor em relação ao estudo que poderíamos ter sozinhos”, comenta uma aluna da Escola Municipal Hildécio Antônio Meireles.
Em nota, a Superintendente Especial de Administração do Morro de São Paulo, Kananda Galvão afirma que de todos projetos que costumam apoiar esse foi o de maior relevância por se tratar do âmbito educacional e de proporcionar ao estudante capacitação na modalidade gratuita.
“Iniciativas como esta demonstram que a união entre instituições de ensino e empresas comprometidas com a transformação social pode gerar impactos extremamente positivos na vida dos estudantes e de suas famílias”, conta.
Regulamento de participação
Os critérios de seleção seguiram os mesmos dos processos seletivos internos da empresa: ausência de faltas injustificadas nos últimos meses e bons indicadores de assiduidade. Após essa etapa, foi aplicado um teste de nivelamento para verificar se, mesmo tendo concluído o ensino médio, os participantes estavam com o conhecimento mínimo necessário para o curso preparatório do ENEM.
Os alunos receberam um kit de boas-vindas, com acesso a uma plataforma exclusiva para assistir às aulas gravadas e realizar quizzes de acompanhamento. Os organizadores também criaram um grupo em rede social para oferecer suporte imediato aos participantes.
Já no caso da extensão do projeto para o Estado da Bahia, especialmente para a escola citada, há regras específicas, uma vez que estas não são aplicáveis
