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    Home»Negócios»Com R$ 400 mil movimentados na fase beta, startup brasileira aposta em monetização sem algoritmo para criadores
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    Com R$ 400 mil movimentados na fase beta, startup brasileira aposta em monetização sem algoritmo para criadores

    Meio & NegócioBy Meio & Negócio13 de abril de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    Cofundadores da Rhyno: o CEO Felipe de Medeiros e a CMO Larissa Much Imagem/ divulgação: The Cool Rhyno, produzida com recursos de IA
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    The Cool Rhyno nasce para dar aos criadores o controle sobre sua audiência e receita, após processar mais de 20 mil transações antes do lançamento oficial

     

    São Paulo, 8 de abril de 2026 – Criadores têm audiência, mas não têm controle sobre ela. Dependem de algoritmos para alcançar a própria comunidade e, na maior parte das vezes, de publicidades inconstantes para monetizar. Foi a partir dessa realidade que nasceu a The Cool Rhyno, startup brasileira que acaba de anunciar seu lançamento oficial após movimentar mais de R$ 400 mil em 20 mil transações durante os dois meses da fase beta (MVP – Minimum Viable Product) e que já conta com mais de 200 criadores ativos.

    A proposta da Rhyno é simples: permitir que os criadores monetizem sua audiência sem depender de algoritmos ou publicidade instável, reunindo apoios, mensagens, produtos e engajamento em um único ambiente. A plataforma oferece a menor taxa do mercado – apenas 2% sobre donates (compras de mensagens durante as lives) -, além da possibilidade de criação de loja de produtos físicos sob demanda em menos de cinco minutos e ferramentas que ampliam o engajamento e a monetização durante as transmissões.

    “Criadores constroem comunidades, mas não controlam sua própria receita. Dependem de algoritmos para alcance e de publicidade instável para monetizar. A Rhyno nasce para mudar esse modelo, permitindo monetização direta e sem burocracia”, afirma Larissa Much, CMO e cofundadora da The Cool Rhyno.

     

    Criada a partir da vivência dos fundadores

    A Rhyno nasceu da experiência direta de seus fundadores, empreendedores e especialistas em estruturação de startups que migraram para o universo da criação de conteúdo e se depararam com uma dificuldade clara: monetizar é mais difícil do que criar.

    “A Rhyno é uma ferramenta criada por quem já esteve do outro lado. Entendemos a dinâmica da live, a pressão do algoritmo e a relação real com a comunidade. Por isso, dizemos que é uma plataforma da comunidade para a comunidade, construída ouvindo criadores e evoluindo junto com eles”, complementa Larissa.

    A proposta da empresa é ser infraestrutura para o criador, e não mais uma plataforma dependente de alcance orgânico. A monetização passa a acontecer de forma direta, com controle financeiro e previsibilidade.

     

    Benefícios claros para quem cria

    A Rhyno foi estruturada para simplificar o processo de monetização, oferecendo:

    • Configuração em minutos: fluxo simples para começar a receber donates e ganhar dinheiro no mesmo dia.
    • Loja integrada sob demanda: criação de produtos físicos customizados em minutos, sem estoque ou logística – a plataforma produz e entrega, enquanto o criador recebe sua margem.
    • Sem mudança na live ou conteúdo: integração com Twitch, Kick, YouTube e Streamlabs em um único painel.
    • Comunidade mais próxima: perfil customizável e base própria de seguidores, o que reduz dependência de algoritmos.
    • Dinheiro sem barreiras: 2% de taxa sobre donates e saque gratuito.
    • Engajamento que gera mais receita: dinâmicas como Musicthon, metas em cadeia e alertas personalizados que incentivam a participação ativa da comunidade.

     

    Caso real: aumento de 5x na receita por live

    Nos dois meses de fase beta, o streamer Stoompay, por exemplo, aumentou em cinco vezes sua receita por live ao ativar a dinâmica do Musicthon, ferramenta que permite que a comunidade dispute músicas durante a transmissão por meio de donates.

    “A monetização desse criador passou de cerca de R$ 50 para R$ 500 por live apenas ao adicionar uma ferramenta que torna a experiência mais interativa e divertida para o público. Quando a comunidade participa mais, a receita cresce como consequência”, explica a executiva.

    Segundo dados internos da empresa, criadores que utilizam dinâmicas gamificadas registraram aumentos de até 500% em transmissões específicas.

     

    Mais que streamers: creator economy como foco

    Embora o ICP (perfil ideal de cliente) inicial da Rhyno seja formado por streamers (especialmente pela integração com ferramentas de live), a plataforma também atende outros perfis de criadores que desejam vender produtos físicos personalizados ou receber apoio direto da comunidade sem depender exclusivamente de publicidade.

    Em um cenário, como o do Brasil, em que apenas uma parcela dos criadores consegue monetizar de forma consistente, a startup aposta em um modelo mais sustentável, baseado na relação direta entre criador e audiência.

    “Nosso objetivo é simples: permitir que o criador viva da sua comunidade, e não apenas de marcas ou do algoritmo. Quando você coloca o criador e a comunidade no centro, a receita vira consequência”, finaliza Larissa.

     

    Mais informações estão disponíveis no site e no Instagram da The Cool Rhyno.

     

    Sobre a The Cool Rhyno: A The Cool Rhyno é uma plataforma brasileira que permite que criadores monetizem sua audiência de forma direta, reunindo donates (compras de mensagens durantes as lives), loja de produtos e engajamento em um único ambiente. Em apenas dois meses de funcionamento em fase beta, já movimentou mais de R$ 400 mil em mais de 20 mil transações, e reúne mais de 200 criadores ativos.

    A proposta da Rhyno é simplificar a monetização e dar ao criador o controle sobre sua receita e sua comunidade.

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