Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Envelhecimento amplia demanda por geriatria no SUS
    • Brasil chega a 36,6 milhões de idosos em 2026
    • Interesse por viagem nacional é o maior em quatro anos
    • KnowBe4 nomeia Kurt Mills como Channel Chief para liderar a próxima fase de crescimento impulsionado por parceiros
    • Santander destina valor de cafés ao programa Amigo de Valor
    • Do Laboratório Novas Histórias ao Oscar 2027
    • Qualidade amplia confiança na prestação jurídica
    • Rede D’Or reúne hospitais mais amados de São Paulo e Rio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Vender mais sem depender de anúncios já virou estratégia
    Notícias Corporativas

    Vender mais sem depender de anúncios já virou estratégia

    DinoBy Dino30 de setembro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Por muito tempo, crescer no ambiente digital foi tratado como uma equação simples: mais verba em anúncios resultaria em mais vendas. Essa fórmula pode perder eficiência à medida que mais anunciantes disputam o mesmo público e o custo para conquistar novos clientes aumenta. O efeito aparece no custo de aquisição de clientes (CAC), indicador que mede quanto uma empresa desembolsa para conquistar cada comprador e que ganha peso crescente no orçamento de lojas virtuais e prestadores de serviço.

    Para Felipe Moreno, CEO e fundador da Kairós Marketing Digital, o sinal de alerta surge quando o faturamento passa a acompanhar, quase em tempo real, o volume investido em mídia. "Para mim, o problema começa quando a empresa percebe que, se diminuir o investimento em mídia, as vendas praticamente param junto", afirma.

    O especialista, que atua com SEO (otimização para mecanismos de busca), GEO (otimização para mecanismos generativos) e CRO (otimização da taxa de conversão), ressalta que a crítica não recai sobre o tráfego pago. "Eu não sou contra tráfego pago, muito pelo contrário. Eu acho extremamente importante. O que eu defendo é que nenhuma empresa deveria depender exclusivamente dele para continuar vendendo", acentua.

    Quando o CAC não conta a história inteira

    Moreno considera arriscado avaliar resultados apenas pelo custo de aquisição. Ele ilustra o raciocínio com dois clientes conquistados pelo mesmo valor: o primeiro faz uma compra única, de margem baixa, e não retorna; o segundo gasta mais, volta outras vezes e ainda indica a empresa a conhecidos.

    "O CAC dos dois pode ser exatamente o mesmo, mas o valor que eles deixaram para a empresa é completamente diferente", observa. Por isso, o executivo cruza a aquisição com margem, ticket médio, recompra, LTV (valor do cliente ao longo do relacionamento) e lucro. "No fim, a pergunta não deveria ser só ‘quanto custou para vender?’, mas ‘quanto essa venda realmente colocou de dinheiro dentro da empresa?’".

    Ser encontrado, considerado e escolhido

    Na visão do fundador da Kairós, as três frentes cumprem papéis distintos e dependentes entre si. "SEO ajuda a empresa a ser encontrada. GEO ajuda a empresa a aparecer, ser citada e ser entendida nas ferramentas de inteligência artificial. E CRO trabalha para transformar esse tráfego e essa atenção em venda". A ausência de uma delas compromete as demais, segundo ele. "Não adianta ter 100 mil acessos por mês se o site não consegue transformar essas pessoas em clientes. Da mesma forma, não adianta ter um site que converte muito bem se ninguém o encontra".

    A camada mais recente dessa engrenagem envolve os assistentes de inteligência artificial. "As pessoas não estão pesquisando só no Google. Elas estão perguntando para ChatGPT, Gemini e outras ferramentas qual empresa escolher, qual produto comprar, qual solução faz mais sentido", diz Moreno.

    Três falhas frequentes

    O primeiro erro apontado pelo especialista é estrutural. "O maior erro é construir uma empresa que precisa pagar toda vez que quer vender". O segundo envolve levar visitantes pagos para páginas lentas, com produto mal apresentado, pouca confiança, checkout ruim e oferta confusa, situação em que a companhia conclui que precisa de mais tráfego quando deveria aproveitar melhor o que já recebe. O terceiro é a invisibilidade nas respostas das ferramentas generativas: quando o consumidor pergunta sobre determinado mercado, a marca simplesmente não aparece.

    O que revela o recorte de 70%

    Um levantamento interno da Kairós indica que, na média da base de projetos acompanhados pela empresa, cerca de 70% dos cliques vindos de busca ficaram nos resultados orgânicos. Moreno delimita o alcance do número. "Esse número vem de um levantamento interno que fizemos com os projetos que acompanhamos entre 2021 e 2026", explica.

    De acordo com a empresa, a análise reuniu dados de mais de 450 clientes e aproximadamente 6 milhões de cliques, comparando tráfego orgânico e pago no Google. Para o executivo, o recorte mostra a existência de uma demanda expressiva circulando fora dos anúncios, fatia que pode ficar com concorrentes quando toda a estratégia se concentra em mídia paga.

    A mensuração, na avaliação dele, precisa ir além de posição e volume de acessos. Em SEO, o foco está em clique qualificado, vendas, receita e desempenho por categoria. Em CRO, o acompanhamento do funil no Google Analytics 4 mostra quantos visitantes chegaram ao produto, adicionaram ao carrinho, iniciaram o checkout e concluíram a compra, o que ajuda a localizar vazamentos no percurso. Em GEO, entram menções da marca, citações e tráfego vindo das IAs, métricas que ele trata com cautela por pertencerem a uma área em rápido amadurecimento. "SEO, GEO e CRO não existem para gerar relatório bonito. Eles existem para gerar resultado".

    A mudança de mentalidade é o ponto central da análise de Moreno, para quem crescimento digital deixou de ser sinônimo de comprar mais visitas. A discussão, na sua percepção, desloca-se da escolha do melhor canal para uma questão de construção: "como eu construo uma operação que vende mais sem depender cada vez mais de pagar por cada novo cliente?". Nesse arranjo, SEO, GEO, CRO, mídia paga, conteúdo e marca passam a operar de forma integrada.

    Para saber mais, basta acessar: https://kairosmarketingdigital.com.br/

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Envelhecimento amplia demanda por geriatria no SUS

    30 de setembro de 2026

    Brasil chega a 36,6 milhões de idosos em 2026

    30 de setembro de 2026

    Interesse por viagem nacional é o maior em quatro anos

    30 de setembro de 2026

    KnowBe4 nomeia Kurt Mills como Channel Chief para liderar a próxima fase de crescimento impulsionado por parceiros

    30 de setembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.