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    Home»Notícias Corporativas»Uso de bioimpedância muda forma de acompanhar emagrecimento
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    Uso de bioimpedância muda forma de acompanhar emagrecimento

    DinoBy Dino11 de fevereiro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    A Omron, fabricante de equipamentos médicos e de monitorização de saúde, é uma das empresas que acompanham a expansão das balanças de bioimpedância para além de clínicas e academias ao oferecer equipamentos conectados de uso doméstico que estimam gordura, músculo e água corporal com base em critérios próximos aos utilizados em consultórios, sem pretensão de substituir exames mais complexos.

    Ao mesmo tempo, análises de mercado e estudos clínicos sobre o uso de medicamentos injetáveis para obesidade e sobre cirurgia bariátrica indicam crescimento expressivo desses tratamentos, enquanto programas estruturados de treino de força são recomendados para preservar massa muscular e qualificar a perda de peso — diferenciando o que é redução de gordura, de músculo ou de água.

    Um levantamento interno da Omron indica que as vendas destas balanças da marca cresceram 150% em 2024, somando 26,5 mil unidades comercializadas, com crescimento de 50% em 2025. O mercado global de balanças de bioimpedância de composição corporal, por sua vez, é estimado em cerca de 1,4 bilhão de dólares em 2024 e deve ultrapassar 2 bilhões de dólares até 2030, com crescimento anual ao redor de 8%, impulsionado pela demanda por dispositivos conectados de saúde e bem-estar. Essa mudança de comportamento se apoia em estudos apresentados em congressos de endocrinologia e diabetes e em pareceres de sociedades médicas ao redor do mundo.

    Entre eles está o STEP 1, que avaliou a semaglutida em adultos com sobrepeso ou obesidade e mostrou perda média de 14,9% do peso corporal em 68 semanas, com redução importante de gordura corporal em relação ao placebo. Análises de extensão, como o STEP 5, indicam manutenção da perda de peso por até dois anos quando associada a mudanças de estilo de vida.

    Subestudos dedicados à composição corporal, como o SemaLEAN, investigam quanto da perda vem de gordura e quanto de massa magra, com dados que apontam redução predominante de tecido adiposo, estabilização posterior da massa magra e melhora de parâmetros funcionais como a força de preensão manual.

    Ao mesmo tempo, revisões e consensos discutem o risco de perda muscular em perfis mais vulneráveis, como idosos, pessoas sedentárias ou em dietas muito restritivas. Sínteses recentes sugerem que, nesses casos, uma parcela relevante do peso perdido com agonistas de GLP-1 como a Semaglutida pode corresponder à massa magra, reforçando a necessidade de combinar essas terapias com treino de resistência, ingestão adequada de proteínas e monitorização periódica da composição corporal.

    Na cirurgia bariátrica, o uso de técnicas de composição corporal também vem refinando o entendimento sobre o que se perde quando o peso cai rapidamente. Estudos com pacientes submetidos ao bypass gástrico em Y de Roux mostram reduções da ordem de 30% a 40% do peso em cerca de um ano, com queda expressiva da massa gorda e perda mensurável de massa livre de gordura, o que tem levado a recomendações de reforço nutricional e de atividades físicas voltadas à preservação muscular no pós-operatório inicial.

    No Brasil, essa tendência se traduz na presença mais frequente de balanças de bioimpedância em grandes redes de farmácia, no comércio eletrônico e em lojas de equipamentos médicos, muitas delas com conectividade por aplicativo para registrar a evolução das medidas ao longo do tempo. A expansão do uso em casa traz, por outro lado, o debate sobre a qualidade e a validação dos aparelhos.

    Diretrizes brasileiras sobre avaliação da composição corporal por bioimpedância explicam que esses equipamentos estimam a composição a partir da resposta dos tecidos à passagem de corrente elétrica, considerando resistência e reatância, e dependem de equações e condições padronizadas de uso para fornecer resultados confiáveis.

    Estudos comparando diferentes modelos de bioimpedância a métodos de referência como a absorciometria por dupla emissão de raios-x (DXA) mostram que alguns equipamentos de consumo apresentam concordância moderada a forte na classificação de percentual de gordura, desde que utilizados com protocolo adequado, enquanto outros têm desempenho inferior.

    Para a endocrinologista Giovana Saliba, da Beneficência Portuguesa de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a possibilidade de o paciente chegar ao consultório com um histórico de composição corporal muda o tipo de conversa. "Quando o paciente chega com um histórico de composição corporal, mesmo obtido em balanças domésticas, a conversa muda. Deixamos de falar só em quantos quilos foram embora e passamos a discutir que tipo de peso foi perdido, se ele veio principalmente da gordura ou se houve perda importante de músculo também", afirma.

    Na visão da médica, esses dados podem ajudar a ajustar o plano terapêutico. "Com um olhar mais amplo sobre o paciente, identificando quanto daquela perda correspondeu à gordura e quanto envolveu músculo, é possível ajustar a dieta, rever o treino de força e, se necessário, reavaliar doses de medicamento ou a indicação cirúrgica, sempre cruzando esses dados com exames clínicos, laboratoriais, medidas de circunferência e, quando indicado, métodos de imagem mais sofisticados", acrescenta.

    Ela ressalta que variações de hidratação, uso de medicamentos, fase do ciclo menstrual e a presença de pele e gordura sobrando após grandes emagrecimentos podem interferir nos resultados, motivo pelo qual a bioimpedância deve ser interpretada em conjunto com outros parâmetros clínicos.

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