Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • A Grindr indica três novos diretores para seu Conselho de Administração
    • Barilla promove jantar surpresa de reencontro da família da Fórmula 1® durante o fim de semana da corrida em Miami
    • O principal candidato da MRM Health, MH002, recebe a designação de Fast Track (Via Rápida) da FDA dos EUA para o tratamento da colite ulcerativa leve a moderada
    • A Andersen Consulting fortalece suas capacidades de transformação digital com a Weexa
    • O Empire State Building celebra 95 anos como o “Edifício Mais Famoso do Mundo”
    • Inspirit Capital conclui a aquisição do Kaplan Languages Group
    • ABS adquire a RMC Global para fortalecer capacidades em cibersegurança, gestão de riscos e resiliência
    • Experian anuncia o Agent Trust para impulsionar o comércio confiável baseado em IA
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Startup capta R$ 3 mi para digitalizar gestão patrimonial
    Notícias Corporativas

    Startup capta R$ 3 mi para digitalizar gestão patrimonial

    DinoBy Dino23 de fevereiro de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A Mani, startup de planejamento financeiro e consultoria de investimentos, anunciou o fechamento de sua primeira rodada de captação. O aporte pre-seed — voltado a empresas que ainda estão estruturando o modelo de negócio e desenvolvendo o produto —, no valor de R$ 3 milhões (aproximadamente US$ 500 mil), foi liderado pelo fundo Stamina Ventures.

    A rodada contou com a participação de Bernardo Parnes, ex-presidente do Deutsche Bank na América Latina, do Bradesco BBI e da Merrill Lynch; Carlos Tristan, fundador da Squid; e Daniel Roesler, da Galeria Nara Roesler.

    A tese da Mani foca em resolver dores crônicas do investidor brasileiro: o conflito de interesses de grandes instituições e a fragmentação da jornada financeira. Para isso, a empresa está agregando tecnologia proprietária à jornada de investimentos, um modelo comum nos EUA, mas ainda incipiente no Brasil.

    “O diferencial é o uso da inteligência artificial como uma interface de relacionamento prática via WhatsApp, enquanto o relacionamento, a estratégia de alocação de ativos e as decisões finais permanecem sob supervisão humana”, explica o cofundador Bernardo Faria. Segundo ele, o objetivo é “colocar mais ciência e menos apostas” em cada carteira.

    A confiança dos investidores também se baseia no histórico dos fundadores. À frente da operação estão os engenheiros da Poli-USP André Bain e Nadav Peretz, que fundaram e venderam a Flowsense para o grupo americano DigitalReef em 2021. Completa o time Bernardo Faria, que traz a expertise de fintechs e do mercado financeiro tradicional.

    A empresa nasceu de uma motivação que mistura tecnologia e vivência pessoal. Bain e Faria relatam que a ideia surgiu ao ajudarem familiares que tinham dificuldade em compreender o impacto das taxas e da falta de planejamento no longo prazo.

    “A nossa ideia era atacar uma questão que enxergamos como um dos grandes problemas do país, que são as finanças pessoais e o planejamento do futuro. A expectativa de vida aumentou e a previdência não está evoluindo na mesma velocidade. Será um desafio para cada família garantir que todos tenham o seu sustento nessa longevidade. Então, olhamos esse contexto social, do mercado [bancos, corretoras, assessores] e das nossas próprias vivências. Muita gente acaba não se preparando e tomando as melhores decisões”, diz Bain.

    Bain destaca que a plataforma oferece um serviço personalizado com foco em decisões sofisticadas, segurança e eficiência. Diferente das corretoras tradicionais, a Mani opera no modelo “Fee-Only” (taxa fixa). A plataforma cobra uma porcentagem transparente sobre o patrimônio, eliminando comissões ou rebates sobre produtos específicos. “O cliente paga menos do que no modelo de comissão, e ainda tem um aconselhamento mais personalizado e alinhado”, reforça Bain.

    Com o capital captado, a startup estima ter fôlego financeiro para cerca de 24 meses de operação. A meta é atingir o ponto de equilíbrio nesse período — quando as receitas passam a cobrir os custos —, com faturamento anualizado de R$ 4 milhões e uma base aproximada de 500 clientes qualificados.

    “Estamos em um momento pivotal — o mercado de consultorias está crescendo rapidamente. Quem vai se diferenciar de verdade é quem souber combinar tecnologia, inteligência artificial e sensibilidade humana para guiar os clientes em suas grandes e pequenas decisões financeiras”, completa Nadav.

    Atualmente, a plataforma já atende mais de 120 clientes, organizando a vida financeira em seis pilares, que vão desde a reserva de emergência até a sucessão patrimonial e diversificação internacional.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    A Grindr indica três novos diretores para seu Conselho de Administração

    1 de maio de 2026

    Barilla promove jantar surpresa de reencontro da família da Fórmula 1® durante o fim de semana da corrida em Miami

    1 de maio de 2026

    O principal candidato da MRM Health, MH002, recebe a designação de Fast Track (Via Rápida) da FDA dos EUA para o tratamento da colite ulcerativa leve a moderada

    1 de maio de 2026

    A Andersen Consulting fortalece suas capacidades de transformação digital com a Weexa

    1 de maio de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.