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    Notícias Corporativas

    Roubo de motos em SP reforça busca por seguro em 2026

    DinoBy Dino15 de maio de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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    O avanço da frota de motocicletas nas cidades e o aumento do risco percebido por quem usa o veículo para trabalho e deslocamento têm ampliado a procura por informações sobre seguro de moto em 2026. Guias e tabelas publicados por portais especializados apontam que a decisão de contratar a apólice passou a considerar, além do preço, fatores como o índice de roubo por região, o modelo da motocicleta e o tipo de cobertura (roubo e furto, compreensiva e terceiros). Um dos conteúdos que reúne esse panorama é o guia "Seguro de Moto 2026: como funciona e quanto custa", do Seguroauto.org.

    Em São Paulo, os registros de ocorrências e a concentração dos crimes em determinados bairros reforçam o peso do CEP no cálculo do prêmio. Levantamento divulgado pelo Seguroauto.org com base em dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) lista modelos recorrentes em boletins e informa volumes de ocorrências em 2024 para parte do ranking, como Honda CBX 250 Twister (790), Honda XRE 300 (734), Honda PCX 150 (622) e Honda Biz 125 (586). O mesmo material aponta a área central como uma das regiões com maior incidência, com 1.193 ocorrências registradas. No recorte nacional, a relação de "motos mais roubadas do Brasil em 2025" publicada pelo portal coloca a Honda CG 160 no topo, seguida por modelos como Yamaha Fazer 250 e Honda Biz 125, entre outros.

    O preço segue como um dos principais pontos de atenção. Um material sobre "quanto custa um seguro de moto" cita levantamento da HelloSafe e registra custo médio de aproximadamente R$ 1.585,11, além de exemplos de variação por modelo e perfil. Para 2026, uma tabela de preço publicada pelo Seguroauto.org indica faixas médias por modelos populares, como Honda CG 160 entre R$ 1.400 e R$ 1.800, Yamaha Fazer 250 entre R$ 1.800 e R$ 2.200, e motos de maior cilindrada com valores acima de R$ 3.500. O mesmo tipo de variação aparece em recortes por marca: no caso da Yamaha, o portal traz comparativos com mínimos e máximos por modelo em 2025, como Yamaha Fazer 150 UBS (R$ 1.351,00 a R$ 2.750,00) e Yamaha YS 250 Fazer (R$ 1.336,09 a R$ 2.193,07), entre outros.

    As coberturas disponíveis costumam ser apresentadas em três blocos principais: proteção contra roubo e furto; cobertura compreensiva (que pode incluir colisão, incêndio e eventos naturais); e cobertura para danos a terceiros. O blog da Smartia detalha que a indenização em casos de roubo e furto, quando o veículo não é recuperado, geralmente segue referência da Tabela FIPE, e destaca também a relevância de danos a terceiros para reduzir a exposição financeira do condutor. Já o guia "Seguro de Moto Barato em 2026" aborda a diferença entre coberturas essenciais e opcionais e reforça que a escolha do pacote altera diretamente o valor final da apólice.

    Além das coberturas, a franquia é outro componente que tende a influenciar o custo. O conteúdo da Smartia explica o funcionamento de franquias reduzida, normal e ampliada, indicando que franquias maiores podem reduzir o prêmio, mas elevam a participação do segurado em sinistros parciais. O mesmo artigo menciona a expansão de seguros baseados no comportamento do condutor, com uso de aplicativos e dispositivos que avaliam padrões de condução, como velocidade, frenagens e horários de uso, dentro de uma tendência de precificação mais personalizada. No Seguroauto.org, o guia de 2026 também descreve a adoção de processos digitais e maior personalização na contratação, incluindo acionamento de sinistro por aplicativo e produtos com pagamento por uso, em que o valor pode variar conforme a quilometragem.

    As tabelas por fabricante ajudam a ilustrar como o preço muda dentro de uma mesma marca. Em "Seguro de moto Honda em 2026: veja tabela de preços por modelo", a Smartia aponta faixas anuais para motos de baixa cilindrada, como Honda Biz e CG 160, e sinaliza que modelos maiores podem ultrapassar R$ 3.500 a R$ 4.200 em cobertura completa. O texto também associa o custo ao risco por região e ao histórico do condutor, além de mencionar possibilidade de desconto com rastreador. No caso específico da Honda Biz 125, o Seguroauto.org apresenta uma tabela com exemplos estimados por seguradora e tipo de cobertura, incluindo proteção de roubo e furto e planos com cobertura completa e assistência.

    O nível de exposição ao risco também depende do uso e do perfil do veículo. Scooters e motos urbanas, por exemplo, ganham espaço no tráfego diário e aparecem com frequência em análises de mercado e fichas técnicas. A ficha da Honda Elite 125, publicada também pela Seguroauto.org, destaca características do modelo, como motor monocilíndrico de 123,9 cm³ e tecnologias voltadas ao uso urbano, o que reforça por que scooters entram no radar de quem busca equilibrar mobilidade e custo de manutenção e, por consequência, avalia o custo do seguro conforme a região e o perfil de uso.

    Para quem está na etapa de pesquisa, a recomendação recorrente nos conteúdos é comparar propostas com a mesma base de coberturas e observar fatores que alteram o preço: local de circulação, tempo de habilitação, histórico de sinistros, idade do condutor e se a moto é usada profissionalmente. Um artigo da Smartia sobre "simular um seguro de moto" reforça que o modelo, o perfil do condutor e a exposição a roubos e acidentes estão entre os pontos considerados antes de fechar a apólice. Já para a escolha de seguradoras, o Seguroauto.org mantém um ranking com critérios de comparação e exemplos de serviços normalmente associados às apólices, como assistência 24h e coberturas adicionais. A Smartia reúne outros materiais do tema em sua categoria de "seguro para moto".

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