Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Museu Aga Khan lança a 5ª temporada de This Being Human como um podcast multimídia em vídeo com a nova apresentadora: Mai Habib
    • Agenus nomeia a BAP Pharma como parceira global exclusiva para os programas de acesso BOT+BAL
    • Atendendo à demanda dos clientes, a conectividade de alta velocidade do Starlink agora está disponível como opção de pós-venda no Cessna Citation Ascend; a série 560XL obtém certificação da EASA
    • The smarter E Europe: A exposição especial Renewables 24/7 mostra como é possível um abastecimento de energia renovável
    • Aria Systems nomeia GapNexus como distribuidora máster para a América Latina
    • A Moody’s avança com inteligência de crédito de nível decisório em fluxos de trabalho de IA corporativos, impulsionada pelo Microsoft 365 Copilot
    • A Lenovo leva IA em escala de produção à Hannover Messe 2026, proporcionando lead times até 85% mais rápidos para os fabricantes
    • Bringg anuncia a chegada de Chris Conway como vice-presidente sênior e gerente-geral para a região EMEA
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Quem responde por problemas em reformas condominiais
    Notícias Corporativas

    Quem responde por problemas em reformas condominiais

    DinoBy Dino14 de janeiro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Casos investigados pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e relatados em diferentes veículos de imprensa têm chamado atenção para irregularidades em obras e reformas realizadas em apartamentos e edificações residenciais. As reportagens apontam que problemas como ausência de projeto técnico, descumprimento de normas e falhas contratuais podem gerar prejuízos financeiros, riscos estruturais e disputas judiciais envolvendo moradores, profissionais e condomínios.

    Segundo reportagem do portal G1, obras realizadas em apartamentos devem ser supervisionadas por profissionais habilitados, especialmente quando envolvem alterações estruturais, sistemas elétricos, hidráulicos ou de gás. A matéria destaca que intervenções sem acompanhamento técnico adequado aumentam o risco de acidentes e de responsabilização civil dos envolvidos.

    A discussão sobre responsabilidades ganhou força após a entrada em vigor da NBR 16.280, norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que estabelece diretrizes para reformas em edificações. A norma determina que qualquer intervenção em unidades autônomas deve ser previamente comunicada ao condomínio e acompanhada de documentação técnica, como projetos, laudos e registros de responsabilidade profissional.

    Análise publicada pelo portal Migalhas explica que, de acordo com a NBR 16.280 e com o Código Civil, o síndico tem o dever de exigir essa documentação antes do início da obra. A omissão nessa exigência pode gerar responsabilização, especialmente se a reforma resultar em danos à edificação ou a terceiros.

    O tema também foi abordado pela Gazeta do Povo, que destacou mudanças nas regras para reformas em edificações e o aumento da fiscalização em condomínios. A reportagem ressalta que o cumprimento das normas técnicas passou a ser um fator central para evitar acidentes, interdições e litígios judiciais.

    Em Brasília, o Correio Braziliense reforçou que obras e reformas em apartamentos devem seguir regras internas dos condomínios, além da legislação e das normas técnicas vigentes. O descumprimento dessas regras pode resultar em multas, paralisação da obra e responsabilização do morador.

    A preocupação se justifica porque reformas individuais podem impactar toda a edificação. Reportagem publicada pelo Jornal do Commercio (UOL) alerta que intervenções feitas sem critério técnico podem colocar em risco a segurança de todo o condomínio, afetando estruturas, instalações e sistemas comuns.

    Além disso, o portal SíndicoNet discute situações extremas envolvendo incêndios, explosões ou desabamentos e esclarece que a responsabilidade do síndico está relacionada à sua atuação na fiscalização e na exigência de documentação, e não à execução direta das obras.

    O mesmo portal também detalha, em outro conteúdo, os principais pontos da NBR 16.280, esclarecendo dúvidas frequentes sobre o que pode ou não ser feito em reformas e quais documentos devem ser apresentados ao condomínio antes do início das intervenções.

    Nesse contexto, a arquiteta Verônica Fraga ressalta que a definição de responsabilidades começa no planejamento. "A formalização contratual, aliada a projeto técnico e acompanhamento profissional, é fundamental para reduzir conflitos e garantir que cada parte responda apenas pelo que lhe compete", afirma. Segundo ela, a ausência desses elementos costuma estar presente nos casos que evoluem para disputas judiciais ou perícias técnicas.

    Reportagem publicada pelo Startups News mostra que a arquiteta ampliou sua atuação com a criação de um núcleo especializado em perícias técnicas em Porto Alegre, voltado à análise de falhas construtivas, conflitos contratuais e conformidade com normas técnicas.

    A matéria indica que a atuação pericial tem sido cada vez mais demandada em contextos de reformas residenciais, justamente para identificar responsabilidades técnicas e jurídicas quando surgem problemas após a execução das obras.

    Além da etapa de projeto e fiscalização, especialistas apontam que a escolha de fornecedores e fabricantes também influencia a segurança jurídica das reformas. Reportagem do Jornal do Comércio destaca que empresas do setor de mobiliário planejado, como a Simonetto Grupo Duarte, têm buscado reforçar processos formais e rastreabilidade após completar 17 anos de atuação e conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Top of Mind.

    O conjunto dessas reportagens evidencia que, diante do aumento de conflitos e investigações envolvendo reformas, a atenção à documentação técnica, às normas e aos contratos deixou de ser apenas uma recomendação e passou a ser uma exigência prática para moradores, síndicos e profissionais. Em um setor marcado por alta complexidade técnica, compreender quem responde quando a reforma dá problema é parte essencial da prevenção de riscos.

    Diante desse cenário, a arquiteta Verônica Fraga destaca que a definição clara de responsabilidades começa antes do início da obra. "Quando há projeto técnico, contratos bem definidos e acompanhamento profissional, o risco de conflitos diminui significativamente. A reforma deixa de ser um problema potencial e passa a ser um processo controlado, com limites e deveres claros para todos os envolvidos", afirma.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Museu Aga Khan lança a 5ª temporada de This Being Human como um podcast multimídia em vídeo com a nova apresentadora: Mai Habib

    21 de abril de 2026

    Agenus nomeia a BAP Pharma como parceira global exclusiva para os programas de acesso BOT+BAL

    21 de abril de 2026

    Atendendo à demanda dos clientes, a conectividade de alta velocidade do Starlink agora está disponível como opção de pós-venda no Cessna Citation Ascend; a série 560XL obtém certificação da EASA

    21 de abril de 2026

    The smarter E Europe: A exposição especial Renewables 24/7 mostra como é possível um abastecimento de energia renovável

    21 de abril de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.