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    Home»Notícias Corporativas»Mercado de beleza negra atinge US$ 31 bilhões até 2034
    Notícias Corporativas

    Mercado de beleza negra atinge US$ 31 bilhões até 2034

    DinoBy Dino25 de maio de 2026Nenhum comentário2 Mins Read
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    Um estudo da InsightAce Analytic, divulgado no segundo trimestre de 2025, projeta que o mercado global de beleza negra deve alcançar US$ 31 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 175 bilhões, até 2034.

    Apesar do crescimento, ainda existe uma lacuna importante na indústria cosmética. "Peles negras, por exemplo, apresentam características específicas: como maior tendência ao ressecamento aparente, alterações na uniformidade do tom e maior sensibilidade a agressões externas que exigem formulações pensadas desde a origem, e não apenas adaptações de produtos já existentes", revela Glaucia Rotta, gerente de marketing da Raavi.

    É nesse contexto que a Raavi, marca brasileira de dermocosméticos, tem ampliado seu olhar para a diversidade cutânea. Para a empresa, atender esse público vai além de representatividade em campanhas: passa por pesquisa, escolha criteriosa de ativos e escuta ativa das necessidades reais dos consumidores.

    Segundo Glaucia, a construção de cosméticos voltados à pele negra exige atenção técnica e sensibilidade. "Existe uma ideia equivocada de que todas as peles respondem da mesma forma aos mesmos ingredientes. A pele negra, por exemplo, precisa de hidratação eficiente e contínua para manter o viço e o conforto, além de fórmulas que respeitem sua barreira natural", explica.

    Dentro dessa proposta, a marca desenvolveu produtos específicos para esse público, com foco em nutrição profunda, textura confortável e uso diário. Um dos destaques é o Hidratante Corporal Pele Negra Raavi, formulado com manteiga de karité e manteiga de cacau, com ativos reconhecidos por sua capacidade de restaurar a hidratação e melhorar a aparência do ressecamento, comum em peles mais escuras. A fórmula é livre de parabenos, petrolatos e corantes, acompanhando uma tendência global por cosméticos mais seguros e conscientes.

    Para Glaucia, o crescimento do mercado de beleza negra também representa uma oportunidade de correção histórica. "Quando uma pessoa encontra um produto que foi pensado para sua pele, isso impacta diretamente na relação com o autocuidado e com a autoestima. O mercado começa a entender que diversidade não é nicho, é realidade", finaliza.

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