Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • “Uma carreira marcada por recordes, conquistas e muito amor pelo esporte”, diz Mylena Ciribelli, se referindo ao amigo Oscar Schmidt
    • CMOS ampliam protagonismo, mas enfrentam pressão inédita com decisões fora do escopo tradicional
    • As conexões na indústria do aço e a missão de desbravar o mercado norte-americano
    • A anatomia dos golpes digitais: como proteger os seus dados
    • BR Enduro: líder na geral Elite com Renato Paz, Team Rinaldi encara, neste fim de semana, a etapa de Castro Alves (BA)
    • Crescimento do e-commerce esconde perda de dinheiro dentro das operações
    • Eleições 2026: aumento em deepfakes sofisticados acendem alerta sobre desinformação
    • Obras a preço de custo ganham força nacionalmente
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Jovem encontra na leitura confiança para mudar o futuro
    Notícias Corporativas

    Jovem encontra na leitura confiança para mudar o futuro

    DinoBy Dino19 de março de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Na comunidade de Manoelzinho, em Barreirinhas, no Maranhão, a infância de Maysa Batista começou como a de muitas crianças da Amazônia: cercada pela natureza, pelas histórias da comunidade e pelas descobertas do cotidiano. Foi ali, ainda entre os cinco e seis anos de idade, que ela atravessou pela primeira vez a porta de uma biblioteca comunitária da Vaga Lume, um espaço que, sem que ela soubesse, acabaria mudando o rumo da sua vida.

    Naquela época, os livros eram apenas mais uma curiosidade entre tantas outras. Mas, com o passar do tempo, a biblioteca deixou de ser um lugar de visita ocasional e se transformou em parte da rotina. Entre rodas de leitura, brincadeiras, conversas e atividades culturais, Maysa começou a experimentar algo que muitas vezes nasce silenciosamente na infância: a confiança para se expressar e imaginar outros caminhos possíveis.

    "Contar um pouco da minha trajetória me traz memórias muito afetivas, das brincadeiras, das rodas de conversa e das visitas às casas das pessoas para fazer mediação de leitura", lembra.

    A biblioteca faz parte da rede de espaços comunitários apoiados pela Vaga Lume, organização que há mais de duas décadas atua nos nove estados da Amazônia Legal, fortalecendo bibliotecas comunitárias em comunidades ribeirinhas, rurais, indígenas e quilombolas, como centros de leitura, convivência e valorização da cultura local. Mais do que disponibilizar livros, a proposta é que esses espaços se tornem pontos de encontro e de formação para crianças e jovens das comunidades.

    "Quando a biblioteca passa a fazer parte da rotina da comunidade, ela se torna um espaço vivo de troca de saberes, onde crianças e jovens podem descobrir suas potencialidades e ampliar seus horizontes", afirma Bianca de Riccio, gerente de Relações Institucionais da organização.

    No caso de Maysa, esse processo aconteceu aos poucos. Primeiro como leitora curiosa, depois como participante ativa das atividades da biblioteca. Já adolescente, ela passou a colaborar diretamente com o espaço, participando como integrante do Programa Rede, iniciativa da Vaga Lume que promove o intercâmbio cultural entre jovens de comunidades da Amazônia e de São Paulo, com foco na temática "Nós e o Meio Ambiente".

    Ao visitar casas da comunidade para compartilhar histórias, Maysa descobriu outra dimensão da leitura: a capacidade de criar vínculos, fortalecer identidades e ampliar horizontes. Hoje, aos 18 anos, Maysa vive em São Luís e cursa o sexto período de Enfermagem, um sonho que começou a ganhar forma justamente naquele pequeno espaço de livros na comunidade onde cresceu. "A Vaga Lume teve uma grande influência nas minhas conquistas, porque foi lá que comecei a construir quem eu sou hoje", afirma.

    A trajetória da jovem revela algo que educadores repetem há décadas, mas que ganha contornos muito concretos em lugares como Manoelzinho: quando uma criança encontra um livro e um espaço que acolhe suas perguntas e curiosidades, ela não descobre apenas histórias. Descobre também a possibilidade de escrever a própria.

    Histórias como a dela ajudam a evidenciar o sentido de duas datas celebradas em março: o Dia Mundial da Infância, em 20 de março, e o Dia da Juventude, em 28 de março. As efemérides lembram que garantir o direito à leitura desde cedo não é apenas oferecer acesso a livros, mas abrir portas para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes.

    Para Bianca de Riccio, gerente de Relações Institucionais da Vaga Lume, iniciativas que fortalecem bibliotecas comunitárias ajudam a transformar esse princípio em realidade. "Quando uma criança cresce em um ambiente onde a leitura é valorizada e compartilhada, ela desenvolve não apenas o gosto pelos livros, mas também confiança, senso de pertencimento e autonomia para construir seus próprios caminhos. É assim que o direito à leitura na infância se conecta com a formação de jovens protagonistas de suas histórias", celebra. 

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Obras a preço de custo ganham força nacionalmente

    16 de abril de 2026

    Chás premium ganham força com formatos inovadores

    16 de abril de 2026

    Empresas brasileiras enfrentam escassez de talentos

    16 de abril de 2026

    Terceirização logística cresce no Brasil

    16 de abril de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.