Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Charlotte Tilbury recebe a Ordem do Império Britânico (CBE) nas Honras de Aniversário do Rei de 2026
    • Pellon Advocacia reforça atuação estratégica
    • Criminosos aproveitam festas juninas para aplicar golpes
    • Mercado Pago realiza primeira venda de carteira inadimplida
    • Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru
    • Kariri Criativo fortalece a economia criativa do Cariri
    • Durabilidade ganha destaque em nova linha de pilhas da Pix
    • Inteligência artificial amplia oportunidades de carreira
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Governança corporativa é crucial para startups, diz advogada
    Notícias Corporativas

    Governança corporativa é crucial para startups, diz advogada

    DinoBy Dino31 de março de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A governança corporativa tem se tornado um tema cada vez mais buscado no mundo dos negócios, sobretudo para startups que buscam escalabilidade e atração de investimentos. Segundo dados da EY, 67% das companhias abertas brasileiras já adotam as melhores práticas de governança, um indicativo de que a maturidade nessa área é essencial para o sucesso empresarial.

    Trata-se de um avanço de 1,7 ponto percentual na comparação com 2023, de acordo com a edição mais recente do estudo realizado pela EY com Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), referente ao índice de aderência às práticas recomendadas pelo Código Brasileiro de Governança Corporativa.

    O levantamento analisou 389 empresas que submeteram à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o informe de governança. Fabiola Melo, advogada com larga experiência em direito comercial e internacional, observa que as startups, modelos de negócios conhecidos por sua agilidade e inovação, devem reconhecer o papel da governança corporativa também em seus segmentos de negócio.

    “A governança corporativa em startups deve equilibrar controle e flexibilidade, adaptando-se ao estágio de desenvolvimento da empresa”, afirma  Melo. Ela explica que as “regras claras em relação à entrada e saída de sócios, mecanismos de tomada de decisão, planejamento para sucessão de cargos-chave e uma política transparente de investimentos são cruciais”.

    Para a advogada, esses elementos garantem transparência, equidade e accountability, pilares essenciais para a sustentabilidade do negócio. “Além disso, a governança corporativa ajuda a evitar conflitos entre sócios e facilita a captação de investimentos”, pontua. “Investidores buscam segurança jurídica e previsibilidade, e uma governança bem estruturada é a melhor forma de oferecer isso”, completa.

    Desafios na implementação da governança corporativa

    Um dos principais desafios enfrentados pelas startups é a resistência à governança, muitas vezes vista como uma burocracia que pode atrapalhar a agilidade do negócio. No entanto, Melo ressalta que “quando bem implementada, a governança não atrapalha, e sim proporciona maior transparência e segurança jurídica, especialmente para startups que desejam expandir suas operações no exterior”.

    Outro desafio é a escalabilidade da governança. Startups precisam de estruturas dinâmicas que evoluem junto com o negócio. “No início, um contrato social e um acordo de sócios bem estruturados e regras claras, assim como regularidade na prestação de contas e informações de desempenho são essenciais. Conforme a empresa cresce, mecanismos mais sofisticados, como conselhos de administração e auditorias regulares, podem ser adicionados”, explica a advogada.

    Melo observa que, enquanto empresas tradicionais geralmente possuem estruturas mais rígidas e processos bem estabelecidos, as startups precisam de uma governança mais dinâmica e adaptável. “A governança em startups deve ser proporcional ao estágio da empresa, priorizando regras que não comprometam a agilidade necessária ao negócio”, destaca.

    Mecanismos de governança recomendados para startups

    Para startups em fase inicial, a especialista recomenda priorizar mecanismos simples, mas eficazes, como:

    • Contrato social e acordo de sócios bem estruturados: definir claramente as responsabilidades e direitos de cada sócio;
    • Prestação de contas e fluxo de caixa transparentes: garantir que todos os envolvidos tenham acesso às informações financeiras;
    • Planejamento para sucessão de cargos-chave: preparar a empresa para mudanças inevitáveis na liderança.

    “Conforme a startup cresce, é possível adicionar mecanismos mais complexos, como planos de vesting e stock options, que ajudam a reter talentos e alinhar interesses entre sócios e colaboradores”, diz a advogada.

    A adoção da governança corporativa no Brasil

    Apesar do aumento na adoção de boas práticas de governança, impulsionado principalmente pela exigência de investidores, muitas startups ainda veem a governança como uma burocracia excessiva. “O desafio é mudar essa concepção e entender que uma estrutura de governança bem planejada gera muito mais benefícios que rigidez”, afirma a especialista.

    Segundo o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), a governança corporativa é baseada em quatro princípios fundamentais: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. “Esses princípios são essenciais para construir um ambiente de negócios confiável e sustentável”, frisa a advogada.

    Governança como estratégia

    A governança corporativa não deve ser vista como um obstáculo, mas como um alicerce estratégico para o crescimento sustentável das startups, explica Melo.

    “A governança deve evoluir junto com a empresa, sendo revisitada e ajustada conforme o negócio se desenvolve. Com práticas bem implementadas, as startups podem não apenas atrair investimentos, mas também garantir um crescimento sólido e duradouro. Em um mercado cada vez mais competitivo, a governança corporativa é um diferencial para startups que desejam se destacar”, finaliza.

    Para mais informações, basta acessar: http://www.fabiolamelo.com.br

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Charlotte Tilbury recebe a Ordem do Império Britânico (CBE) nas Honras de Aniversário do Rei de 2026

    14 de junho de 2026

    Pellon Advocacia reforça atuação estratégica

    12 de junho de 2026

    Criminosos aproveitam festas juninas para aplicar golpes

    12 de junho de 2026

    Mercado Pago realiza primeira venda de carteira inadimplida

    12 de junho de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.