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    Home»Notícias Corporativas»Estudo revela dados de custos da construção civil em janeiro
    Notícias Corporativas

    Estudo revela dados de custos da construção civil em janeiro

    DinoBy Dino11 de março de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    De acordo com dados publicados no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou variação de 0,51% em janeiro de 2025. Segundo os dados apresentados, esse aumento representa um avanço de 0,30 ponto percentual em relação à taxa de dezembro de 2024, que foi de 0,21%. Além disso, o índice supera a variação registrada no mesmo mês do ano anterior, que foi de 0,19%, indicando uma aceleração nos custos do setor. O acumulado dos últimos doze meses chegou a 4,31%, acima dos 3,98% observados nos doze meses imediatamente anteriores.

    Conforme informado na publicação, o custo médio nacional da construção civil por metro quadrado passou de R$ 1.790,66 em dezembro para R$ 1.799,82 em janeiro. Desse total, R$ 1.036,80 correspondem aos materiais de construção e R$ 763,02 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou um leve crescimento de 0,18%, menor que a taxa de 0,33% registrada no mês anterior. Já a mão de obra, impulsionada pelo reajuste no salário mínimo, teve uma alta expressiva de 0,97%, muito superior à taxa de 0,06% verificada em dezembro, de acordo com o estudo.

    O relatório aponta dados detalhados sobre a variação regional dos custos da construção civil. A Região Nordeste liderou o crescimento em janeiro, com alta de 0,61%, sendo fortemente influenciada pelo aumento dos custos em oito dos seus nove estados, com destaque para o Piauí, que registrou uma elevação de 2,07%. Em seguida, aparecem as regiões Sudeste (0,55%), Norte (0,48%), Sul (0,38%) e Centro-Oeste (0,30%). O estado do Amapá apresentou a maior variação mensal entre todas as unidades da federação, atingindo um aumento de 2,89% nos custos da construção.

    Ao analisar os componentes do índice divulgado no relatório, observa-se que a variação nos preços dos materiais apresentou um comportamento mais estável nos últimos meses, enquanto a mão de obra tem sido o principal fator de pressão sobre os custos da construção. O acumulado em doze meses mostra que os preços dos materiais cresceram 3,36%, enquanto os custos com mão de obra subiram 5,63%.

    José Antônio Valente, diretor da empresa de franquia de locação de equipamentos para construção civil, Franquias Trans Obra, afirmou que o relatório reflete um cenário de custos elevados no setor, impulsionado principalmente pelo reajuste na mão de obra. Essa alta, superior à variação dos materiais, impacta diretamente a estratégia financeira das construtoras e reforça a importância de soluções que otimizem os investimentos, como a adoção de locação de equipamentos para construção civil. “Esse modelo permite às empresas reduzirem despesas com aquisição, manutenção e depreciação de máquinas, ao mesmo tempo em que garantem acesso a equipamentos modernos e eficientes”.

    O levantamento do IBGE também diferencia os custos considerando a desoneração da folha de pagamento das empresas da construção civil. Conforme os dados divulgados, sem a desoneração, o custo médio nacional por metro quadrado seria de R$ 1.917,13, resultando em uma variação mensal de 0,54% e um acumulado de 4,38% em doze meses. A desoneração impacta diretamente os custos da mão de obra, reduzindo a pressão sobre o índice geral.

    Perguntado sobre o relatório, José Antônio disse que a estabilidade nos preços dos materiais pode indicar uma oportunidade para negociações estratégicas e planejamento de compras a médio prazo, especialmente em regiões que apresentaram maiores variações nos custos, como o Nordeste e o Norte. “Diante desse cenário, a locação de equipamentos se torna um diferencial competitivo, permitindo maior flexibilidade orçamentária e adaptação às oscilações do mercado”.

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