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    Home»Notícias Corporativas»Estudo aponta taxas de incontinência urinária na infância
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    Estudo aponta taxas de incontinência urinária na infância

    DinoBy Dino16 de maio de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    Um estudo aprofundado sobre o manejo da incontinência urinária infantil, publicado no Journal Pediatric Nephrology e disponível no PMC NCBI, trouxe à luz dados sobre a prevalência desta condição. Conforme detalhado na publicação, um estudo recente realizado no Reino Unido reportou uma taxa de 15,5% de enurese (incontinência noturna) em crianças de 7,5 anos. Este percentual, embora diminua com a idade, ainda persiste entre 0,5% e 1% na população adulta, indicando a persistência do problema para alguns indivíduos.

    De acordo com o relatório, a incontinência diurna também apresenta números relevantes. A pesquisa mencionada no artigo científico informa que a incontinência durante o dia foi reportada em 15% das crianças com 4,5 anos e em 5% daquelas com 9,5 anos. O documento da International Children’s Continence Society (ICCS) classifica a incontinência intermitente como aplicável a crianças com pelo menos 5 anos de idade, diferenciando-a em primária ou secundária, esta última ocorrendo após um período de pelo menos 6 meses de continência.

    O estudo enfatiza a importância de uma avaliação completa, que vai além dos sintomas urinários. Dados epidemiológicos citados na publicação são alarmantes no que tange às comorbidades: estima-se que entre 20% e 30% das crianças com enurese noturna atendam a critérios para transtornos psiquiátricos. Esse número sobe para 20% a 40% em crianças com incontinência urinária diurna e atinge de 30% a 50% em crianças com incontinência fecal, ressaltando a forte associação entre disfunções do trato urinário inferior e questões de saúde mental.

    A publicação sublinha que, devido à estreita relação anatômica e funcional entre o trato gastrointestinal inferior e a bexiga, uma avaliação adequada de ambos é crucial. A constipação, por exemplo, precisa ser diagnosticada e tratada antes e durante a terapia para incontinência. O artigo reforça que os médicos devem ter um entendimento básico dos princípios psicológicos e aplicar o mesmo cuidado na avaliação dos aspectos comportamentais que é usado para excluir causas orgânicas, menos frequentes.

    Lillian de Oliveira, CEO da Malana Eco, comentou sobre o impacto desses números. “Os dados apresentados no estudo são um alerta importante para pais e profissionais de saúde. A prevalência de 15,5% de enurese em crianças de 7,5 anos e os altos índices de incontinência diurna mostram que este é um desafio comum. Além disso, a correlação com transtornos comportamentais e emocionais, afetando até 40% das crianças com incontinência diurna, é muito significativa. Produtos como o short para incontinência infantil da Malana Eco podem oferecer um suporte prático, ajudando a criança a se sentir mais segura e confortável, o que pode indiretamente aliviar parte do estresse associado a essas condições, enquanto se busca tratamento adequado”, afirmou Lillian.

    O artigo científico revisa as diretrizes da ICCS, que padronizam a terminologia e o manejo da incontinência infantil, incluindo enurese, bexiga hiperativa, micção disfuncional e as comorbidades psicológicas. A tomada de história clínica detalhada é considerada inestimável, podendo levar a um diagnóstico correto sem a necessidade de exames adicionais. É importante documentar todos os sintomas do trato urinário inferior, hábitos de ingestão de líquidos, sintomas intestinais, intervenções anteriores e aspectos psicológicos.

    Perguntada sobre a importância de soluções de apoio diante desses dados, Lillian concluiu: “Considerando que uma parcela significativa das crianças, como os 15% com incontinência diurna aos 4,5 anos, enfrenta esses desafios, e que as comorbidades psicológicas são tão prevalentes, é fundamental oferecer um ambiente de apoio. As fraldas ecológicas e shorts impermeáveis infantis são projetados para serem discretos e eficazes, ajudando a minimizar o constrangimento e o desconforto dos vazamentos. Isso permite que a criança participe de atividades sociais e tenha noites mais tranquilas, contribuindo para seu bem-estar emocional enquanto as causas subjacentes da incontinência são investigadas e tratadas, conforme as diretrizes médicas”.

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