Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Business Rock completa seis anos e amplia sua presença na TV
    • Taxação do sol: como funciona o marco da energia solar?
    • Temu lança programa de afiliados para criadores sem site
    • Cultura acessível amplia inclusão e oportunidades no setor
    • Buffet Actuel expande atuação e inaugura Moema Ville
    • Dívida Pública Federal segue acima de R$ 9 trilhões
    • Endividamento das famílias segue acima de 80%
    • Peso do cabo elétrico não comprova qualidade do produto
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Endividamento das famílias segue acima de 80%
    Notícias Corporativas

    Endividamento das famílias segue acima de 80%

    DinoBy Dino4 de novembro de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    O percentual de famílias brasileiras com dívidas recuou para 81,7% em setembro, o primeiro recuo desde dezembro do ano passado e o menor nível desde junho, mas segue acima de 80%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada em 8 de outubro pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em agosto, o indicador estava em 82%. Em setembro de 2025, era de 79,2%.

    Segundo a CNC, a proporção de famílias com contas em atraso também diminuiu. A inadimplência caiu 0,3 ponto percentual (p.p.) no mês, para 29,6%, o menor patamar desde março. Um ano antes, o índice era de 30,5%. Já o percentual de famílias que afirmam não ter condições de quitar as dívidas em atraso ficou estável em 12,5%, após dois meses de alta.

    Percepção de endividamento

    O grupo que se considera muito endividado teve leve redução, para 17,3%, enquanto a parcela de famílias sem dívidas subiu para 18,1%. A CNC ressalta que a percepção de endividamento tem caráter subjetivo, pois reflete a avaliação de cada família sobre seu orçamento, influenciada por fatores culturais e pela relação de cada pessoa com o crédito. Por isso, o indicador não configura, necessariamente, situação de superendividamento.

    Entre os pontos desfavoráveis do levantamento, o tempo médio de atraso avançou pelo segundo mês seguido e chegou a 65,3 dias, o maior patamar desde novembro de 2024 (65,5 dias). De acordo com a CNC, o aumento ocorreu principalmente entre as dívidas com mais de 90 dias de atraso, que representam 48,9% do total.

    O comprometimento da renda também subiu. O percentual de famílias que relatam ter mais da metade dos rendimentos vinculados a dívidas aumentou para 19,4%, o maior desde fevereiro (19,5%), e o comprometimento médio da renda com dívidas chegou a 29,6%. Por outro lado, a parcela de famílias com mais de um ano de comprometimento com dívidas subiu para 33,8%. Para a CNC, o prazo maior reduz o valor da parcela mensal e diminui a pressão sobre o orçamento.

    Para a PrecPago, uma das empresas líderes em antecipação de precatórios no Brasil, embora a pesquisa mostre uma pontual retração no indicador, o fato de o endividamento permanecer acima de 80% reflete um panorama financeiro ainda bastante crítico para as famílias brasileiras. A combinação de alta taxa de endividamento com prazos de atraso em elevação demonstra que a recuperação do equilíbrio financeiro do consumidor ainda é um desafio complexo de ser solucionado.

    Diferenças por faixa de renda

    O recuo do endividamento não foi uniforme. Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, o percentual de endividadas caiu de 85,1% em agosto para 84,6% em setembro. Na faixa de três a cinco salários, foi de 83,7% para 83,3%, e entre as famílias com mais de dez salários, de 72,3% para 71,9%. A faixa de cinco a dez salários mínimos foi a única com alta, de 77,2% para 77,9%.

    Na inadimplência, o grupo de até três salários teve a maior retração (de 38,8% para 38,5%). As famílias com renda acima de dez salários foram as únicas com aumento, de 14,9% para 15%. Em relação às que declaram não ter condições de pagar as dívidas em atraso, a faixa de até três salários registrou alta (de 18,3% para 18,5%), e a de cinco a dez salários, a maior queda (de 7,8% para 7,4%).

    Projeções

    A CNC avalia que a redução do endividamento ameniza a inadimplência e projeta novas reduções das contas em atraso no próximo trimestre, acompanhadas da estabilização do endividamento. Para a entidade, a continuidade desse movimento depende de condições mais favoráveis de acesso ao crédito, com juros mais compatíveis com a realidade das famílias e das empresas.

    A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010, com cerca de 18 mil consumidores ouvidos em todas as capitais dos estados e no Distrito Federal. A íntegra da pesquisa e a série histórica estão disponíveis no portal da CNC.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Business Rock completa seis anos e amplia sua presença na TV

    4 de novembro de 2026

    Taxação do sol: como funciona o marco da energia solar?

    4 de novembro de 2026

    Temu lança programa de afiliados para criadores sem site

    4 de novembro de 2026

    Cultura acessível amplia inclusão e oportunidades no setor

    4 de novembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.