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    Home»Notícias Corporativas»Emenda Constitucional 136 impulsiona mercado de precatórios
    Notícias Corporativas

    Emenda Constitucional 136 impulsiona mercado de precatórios

    DinoBy Dino10 de março de 2026Nenhum comentário2 Mins Read
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    A promulgação da Emenda Constitucional nº 136 trouxe impactos diretos para o mercado de precatórios em todo o país. Em diversos estados e municípios, as condições de pagamento se tornaram mais restritivas, com prazos ainda mais longos para quitação das dívidas judiciais. Diante desse cenário, a venda de precatórios passou a ser não apenas uma opção, mas uma necessidade crescente para muitos credores.

    De acordo com Ricardo Ribeiro, CEO da Sonar Precatórios, a mudança constitucional ampliou a diferença entre esperar pelo pagamento e transformar o crédito em liquidez imediata. "Hoje, em muitos casos, o credor precisa aguardar cinco, dez anos ou até mais para receber. Quando ele compara esse prazo com a possibilidade de vender o precatório e aplicar os recursos no mercado, a diferença financeira é muito grande. Por isso, vender passou a fazer ainda mais sentido do que antes da emenda", afirma.

    Segundo Ribeiro, embora a Emenda 136 tenha piorado as condições em vários entes federativos, ela também trouxe maior clareza sobre os riscos da espera prolongada. "O credor passou a enxergar com mais nitidez que manter o precatório parado significa perder oportunidades. A venda permite antecipar recursos e reorganizar a vida financeira, seja para quitar dívidas, investir ou simplesmente reduzir a incerteza", explica.

    O executivo destaca que o momento exige análise estratégica e informação qualificada. "Essa é uma pauta poderosa, porque envolve planejamento financeiro, segurança jurídica e tomada de decisão. O mercado de precatórios está mais ativo justamente porque o credor entendeu que o tempo, hoje, pesa muito mais contra ele", conclui.

    Com a nova configuração trazida pela Emenda Constitucional, especialistas apontam que o mercado secundário de precatórios tende a ganhar ainda mais relevância, consolidando-se como uma alternativa cada vez mais presente no planejamento financeiro de pessoas físicas e empresas que detêm esses créditos.

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