Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Charlotte Tilbury recebe a Ordem do Império Britânico (CBE) nas Honras de Aniversário do Rei de 2026
    • Pellon Advocacia reforça atuação estratégica
    • Criminosos aproveitam festas juninas para aplicar golpes
    • Mercado Pago realiza primeira venda de carteira inadimplida
    • Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru
    • Kariri Criativo fortalece a economia criativa do Cariri
    • Durabilidade ganha destaque em nova linha de pilhas da Pix
    • Inteligência artificial amplia oportunidades de carreira
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Desempenho da IA generativa avança em línguas indígenas
    Notícias Corporativas

    Desempenho da IA generativa avança em línguas indígenas

    DinoBy Dino14 de agosto de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Para aumentar a integração de línguas indígenas ao ecossistema digital, a LLYC, empresa global de Marketing e Corporate Affairs, elaborou o relatório “O Desempenho da inteligência artificial no uso de línguas indígenas americanas” em colaboração com o BID Lab, braço de inovação e venture capital do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento, e a Microsoft.

    Segundo o relatório, atualmente os modelos de IA generativa mais conhecidos mostram um desempenho desigual ao interagir em línguas indígenas. Em apenas 54% dos casos, as perguntas formuladas nestes idiomas recebem respostas aparentemente corretas, que podem ser até quatro vezes mais curtas do que as geradas em espanhol para perguntas equivalentes e com qualidade inferior em expressão (2,4 de 10) e compreensão (2,3 de 10). Além disso, também foi detectado um elevado viés cultural nos sistemas de inteligência artificial, que tendem a oferecer respostas com referências ocidentais, inclusive quando as perguntas são formuladas em línguas indígenas.

    A publicação evidencia a situação atual e apresenta recomendações práticas voltadas a fomentar uma inteligência artificial mais inclusiva e culturalmente representativa. Ao todo, são 21 estratégias sugeridas, focadas tanto no aumento dos dados disponíveis nessas línguas quanto no desenvolvimento de tecnologias facilitadoras. Entre os destaques estão: fomentar o debate digital em línguas indígenas em colaboração com as comunidades, dar visibilidade para os seus influenciadores, proteger plataformas e arquivos digitais de tradições e desenvolver tecnologias de tradução e voz. Essas estratégias, segundo o documento, poderiam ajudar a treinar os modelos de IA para melhorar o desempenho nesses idiomas.

    “Para que a inteligência artificial seja verdadeiramente inclusiva em nível global, ela deve compreender e se adaptar a diferentes contextos linguísticos e culturais. Este estudo é um ponto de partida fundamental para que a representação das línguas indígenas nas tecnologias do futuro avance”, afirma Adolfo Corujo, Partner & Marketing Solutions CEO da LLYC.

    Daniel Korn, diretor de Políticas e Inovação em IA da Microsoft Américas, afirma: “Os nossos clientes em todo o mundo exigem relevância linguística e cultural nos produtos e serviços baseados em IA que oferecemos. Nosso objetivo na Microsoft é colocar as pessoas em primeiro lugar. Temos o compromisso de abordar, em parceria com governos, acadêmicos, sociedade civil e organizações multilaterais, como o BID, as lacunas identificadas para atingir essa meta”.

    “Por meio do programa fAIr LAC, promovemos, no BID Lab, o desenvolvimento de soluções de inteligência artificial que respondam aos contextos reais da América Latina e do Caribe. Este estudo nos permite identificar lacunas e oportunidades para avançarmos em direção a tecnologias mais acessíveis e relevantes para as nossas comunidades”, afirma César Buenadicha, Chefe a.i da Divisão de Ecosystem Building and Acceleration do BID Lab.

    De acordo com o relatório, a inteligência artificial pode ser uma ferramenta para preservar, compartilhar e revitalizar tradições culturais e idiomáticas, assim como para reduzir lacunas derivadas do analfabetismo ou do monolinguismo em áreas isoladas. O documento aponta ainda que, para que as comunidades indígenas possam se beneficiar plenamente das possibilidades de desenvolvimento e emprego oferecidas pela IA, é necessário melhorar a eficácia na interação em suas línguas originárias, sob pena de ampliação das lacunas digitais e sociais.

    A publicação completa está disponível neste link.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Charlotte Tilbury recebe a Ordem do Império Britânico (CBE) nas Honras de Aniversário do Rei de 2026

    14 de junho de 2026

    Pellon Advocacia reforça atuação estratégica

    12 de junho de 2026

    Criminosos aproveitam festas juninas para aplicar golpes

    12 de junho de 2026

    Mercado Pago realiza primeira venda de carteira inadimplida

    12 de junho de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.