Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • LPs esperam que gestores de mercados privados elevem o patamar em 2027: Pesquisa da SS&C Intralinks
    • Diplomacia, Negócios, Inovação: SIAL Paris 2026 no Centro dos Desafios Internacionais da Alimentação
    • MultiBank Exchange Holding forma conselho administrativo predominantemente emiradense enquanto a plataforma registra volume mensal de negociação de US$ 500 bilhões
    • Major Osaka de Rainbow Six Siege começa nesta quinta-feira com cinco times brasileiros disputando o título
    • Todo sistema crítico deve ter um backup: Elliptic disponibiliza o Fast Track Monitoring para o setor de criptoativos
    • Fintech Unavanti é nova associada da ABCD
    • Novembro Azul: cirurgia de próstata com robô agora é direito
    • FDA dos EUA concede análise prioritária à combinação com BRUKINSA, da BeOne Medicines, para o tratamento de primeira linha do linfoma de células do manto
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Conforto além do home office: a volta ao presencial
    Notícias Corporativas

    Conforto além do home office: a volta ao presencial

    DinoBy Dino4 de novembro de 2026Nenhum comentário5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    A retomada do trabalho presencial tem colocado em evidência uma questão que vai além da localização dos profissionais: a qualidade dos ambientes em que trabalham. Depois da expansão do home office, os modelos híbridos nos escritórios voltam a ocupar um papel importante na rotina de muitas empresas, trazendo para o centro da discussão a ergonomia, o conforto e a adequação dos espaços às necessidades de quem os utiliza.

    Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH Brasil), em parceria com a Umanni, ouviu 3.821 profissionais de Recursos Humanos durante o Conarh e identificou que 46,6% das empresas participantes mantinham o regime totalmente presencial, enquanto 46,2% adotavam o modelo híbrido, segundo levantamento divulgado em 2025 pela Contec Brasil. Os dados indicam que o trabalho presencial e o híbrido coexistem no mercado brasileiro, tornando relevante a discussão sobre a infraestrutura oferecida nos ambientes corporativos.

    Ergonomia como parte da experiência de trabalho

    Quando a rotina profissional envolve longos períodos diante do computador, o mobiliário deixa de ser apenas um elemento funcional e passa a integrar as condições de realização das atividades. A altura da mesa, o posicionamento dos equipamentos, o apoio lombar e a possibilidade de ajustar a cadeira às características individuais são aspectos que merecem atenção no planejamento dos espaços.

    A Organização Internacional do Trabalho (OIT) aborda a ergonomia como uma disciplina voltada à compreensão das interações entre as pessoas e os demais elementos de um sistema. Essa perspectiva considera as condições em que as atividades são realizadas e a relação entre as características humanas e a organização do trabalho. Mais informações estão disponíveis na página institucional sobre ergonomia.

    Nesse contexto, a ergonomia não se limita à escolha de uma cadeira ou à disposição dos móveis. Ela envolve a análise das tarefas realizadas, das condições ambientais, da organização do trabalho e das características de quem ocupa o espaço. A adequação desses fatores ajuda a construir estações de trabalho mais compatíveis com as exigências da rotina profissional.

    Cadeira ergonômica e NR-17: o que as empresas precisam considerar

    Entre os componentes de uma estação de trabalho, a cadeira ergonômica tem papel importante para quem permanece sentado durante períodos prolongados. Recursos como regulagem de altura, apoio lombar e regulagem dos braços permitem adaptar o mobiliário às necessidades de diferentes usuários, desde que sejam utilizados de maneira adequada e em conjunto com os demais elementos da estação.

    No Brasil, a Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17), do Ministério do Trabalho e Emprego, estabelece parâmetros para adaptar as condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. A norma considera não apenas o mobiliário, mas também os equipamentos, as condições ambientais e a organização das atividades. A versão vigente pode ser consultada no portal oficial do Ministério do Trabalho e Emprego.

    A participação dos trabalhadores também faz parte dessa avaliação. Em reportagem publicada pela Fundacentro, o auditor-fiscal do Trabalho Mauro Müller destaca a relevância do envolvimento dos profissionais nas avaliações ergonômicas. Como afirma Müller: "Toda esta estratégia tem como requisito a participação dos trabalhadores tanto na AEP quanto na AET". A declaração está disponível na publicação institucional Nova NR-17 prevê participação dos trabalhadores.

    A análise ergonômica deve considerar as atividades efetivamente realizadas e as condições em que elas acontecem. Por isso, a escolha de cadeiras ergonômicas precisa levar em conta as possibilidades de regulagem, as dimensões do mobiliário, o perfil dos usuários e a compatibilidade com as tarefas. A aquisição dos equipamentos, isoladamente, não substitui a avaliação das condições de trabalho nem garante, por si só, a conformidade de todo o ambiente com a norma.

    O papel do design na transformação dos escritórios

    A reorganização dos espaços corporativos também aproxima ergonomia e design. Além de atender às necessidades funcionais, os ambientes de trabalho precisam considerar circulação, iluminação, distribuição das estações e integração entre áreas individuais e coletivas. Nesse cenário, o mobiliário participa tanto da experiência de uso quanto da identidade visual dos escritórios.

    A DT3, marca brasileira de cadeiras ergonômicas, lidera esse mercado há mais de 11 anos. Sua linha para escritório faz parte de uma categoria em que ajustes, suporte lombar e características construtivas são aspectos relevantes na escolha do mobiliário. A presença da marca nesse contexto acompanha uma discussão mais ampla sobre como conciliar ergonomia, funcionalidade e design na composição dos ambientes corporativos.

    A relação entre mobiliário e condições reais de trabalho também aparece em projetos técnicos desenvolvidos pela Fundacentro. Em uma iniciativa voltada ao setor de confecção, o ergonomista Ricardo Serrano explicou a importância de observar a atividade antes de definir soluções: "Na ergonomia, você tem que observar muito como o trabalhador trabalha". A declaração foi publicada pela instituição em uma reportagem sobre o desenvolvimento de cadeiras e estações de trabalho adaptadas às necessidades dos profissionais, disponível em Cadeiras ergonômicas chegam ao setor de costura.

    A mudança no modelo de trabalho também reforça a importância de avaliar o escritório a partir da experiência de quem o utiliza diariamente. Mais do que disponibilizar postos de trabalho, as empresas precisam considerar se o ambiente, os equipamentos e a organização das atividades são compatíveis com as demandas da jornada.

    Com a convivência entre formatos presenciais e híbridos, a ergonomia permanece como um critério relevante para o planejamento corporativo. A cadeira ergonômica é uma parte dessa equação, mas seu potencial depende da integração com uma estação de trabalho bem dimensionada, de ajustes adequados e de condições que considerem as necessidades reais dos profissionais.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    LPs esperam que gestores de mercados privados elevem o patamar em 2027: Pesquisa da SS&C Intralinks

    5 de novembro de 2026

    Diplomacia, Negócios, Inovação: SIAL Paris 2026 no Centro dos Desafios Internacionais da Alimentação

    5 de novembro de 2026

    MultiBank Exchange Holding forma conselho administrativo predominantemente emiradense enquanto a plataforma registra volume mensal de negociação de US$ 500 bilhões

    5 de novembro de 2026

    Todo sistema crítico deve ter um backup: Elliptic disponibiliza o Fast Track Monitoring para o setor de criptoativos

    5 de novembro de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.