Close Menu
Meio e Negócio
    Facebook X (Twitter) Instagram
    .
    • Casos de acidentes com escorpiões crescem no Brasil
    • Câncer de ovário tem diagnóstico tardio em 75% no Brasil
    • Gráfica reduz impactos ambientais com práticas sustentáveis
    • Smartwatches premium da Huawei entram em promoção
    • Custos invisíveis consomem até 15% da produção industrial
    • Internacionalizar marca é viável, mas exige decisão correta
    • Dia do Abraço ITACI completa 10 anos com ações
    • Agro prepara backoffice para fase da duplicata escritural
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Meio e Negócio
    • Publicidade
    • Personalidades
    • Produtos
    • Negócios
    • Engenharia
    • Notícias Corporativas
    • Outros
    • Últimas
    Meio e Negócio
    Home»Notícias Corporativas»Câncer de ovário tem diagnóstico tardio em 75% no Brasil
    Notícias Corporativas

    Câncer de ovário tem diagnóstico tardio em 75% no Brasil

    DinoBy Dino21 de maio de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp
    Enviar
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp

    Em 8 de maio, reconhecido como Dia Mundial do Câncer de Ovário, autoridades de saúde reforçam a gravidade da doença, que permanece como o tumor ginecológico mais letal entre as mulheres brasileiras. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que cerca de 75% dos casos de câncer de ovário são diagnosticados em estágios avançados, reduzindo as opções terapêuticas e as taxas de sobrevida. Apenas um em cada quatro diagnósticos ocorre precocemente.

    Ao contrário do câncer de mama, que conta com exames de rastreamento consolidados, o câncer de ovário ainda não dispõe de um teste único e eficaz para detecção precoce. Os sinais clínicos — como inchaço abdominal, dor pélvica ou alterações intestinais — são frequentemente inespecíficos e podem ser atribuídos a condições benignas, o que contribui para o atraso na investigação.

    "Os sintomas são inespecíficos e costumam ser confundidos com questões comuns, o que atrasa a investigação", afirma Rachel Macedo, oncologista do Hospital Paulistano. Ela destaca que a predisposição genética, sobretudo mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, eleva consideravelmente o risco de desenvolvimento da doença. Outros fatores de risco reconhecidos incluem histórico familiar de câncer ginecológico ou de mama, idade avançada, obesidade e hábitos de vida.

    "Mulheres com histórico familiar de câncer ginecológico ou de mama precisam de acompanhamento ainda mais rigoroso. A informação genética hoje é uma ferramenta importante na prevenção e no cuidado", complementa a especialista.

    O relato de Elisabete Gutschow Pereira, paciente de 52 anos atendida no Hospital Paulistano, ilustra o percurso típico de diagnóstico e tratamento. A paciente procurou o serviço de saúde devido a fluxo menstrual intenso, sintoma inicialmente associado a mioma uterino. Durante a cirurgia recomendada para remoção do mioma, foi identificado um tumor maligno de ovário.

    Após o diagnóstico, Elisabete iniciou quimioterapia e submeteu‑se a duas intervenções cirúrgicas, incluindo a retirada de órgãos afetados. "Comecei a quimioterapia rápido, junto com uma rotina intensa de exames. É um processo cansativo, física e emocionalmente, porque você vive em função da doença", relata. Ela atribui parte da superação ao apoio familiar, à confiança na equipe médica e à esperança de recuperação.

    Atualmente, a paciente segue em acompanhamento oncológico regular, mantém atividades laborais e domésticas e enfatiza a importância de observar alterações corporais. "Agora é vida que segue. Trabalho, cuido da casa e, claro, sigo com acompanhamento médico. Tudo com muita gratidão", completa.

    Rachel Macedo também recomenda que mulheres, sobretudo aquelas com fatores de risco genéticos ou histórico familiar, procurem avaliação médica ao perceber sintomas persistentes. Embora não exista um exame de rastreamento universal, a combinação de exames de imagem, marcadores tumorais e avaliação genética pode melhorar a detecção precoce e, consequentemente, as perspectivas de tratamento.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email Telegram WhatsApp

    Relacionados

    Casos de acidentes com escorpiões crescem no Brasil

    21 de maio de 2026

    Gráfica reduz impactos ambientais com práticas sustentáveis

    21 de maio de 2026

    Smartwatches premium da Huawei entram em promoção

    21 de maio de 2026

    Custos invisíveis consomem até 15% da produção industrial

    21 de maio de 2026

    Comments are closed.

    Pesquisar
    © 2026 Meio e Negócio
    • Home
    • Sports
    • Health
    • Buy Now

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.