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    Home»Notícias Corporativas»Brasil e América Latina avançam como polo de megaprojetos
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    Brasil e América Latina avançam como polo de megaprojetos

    DinoBy Dino15 de dezembro de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
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    A América Latina vive um dos momentos mais relevantes de sua história recente no que diz respeito à expansão industrial, impulsionada por grandes projetos nos setores de celulose, bioenergia e manufatura. Esse cenário foi tema do painel "Do Investimento ao Impacto: a jornada de grandes portfólios industriais na América Latina", realizado no PMI São Paulo Summit 2025 e que reuniu executivos da Arauco Brasil, Inpasa, InBetta e Supria para discutir os avanços e desafios da região. Os painelistas foram Arlindo Trancoso (Coordenador de Planejamento – Arauco Brasil), Itiel Cerkunvis Gonçalves (Vice-Presidente – Inpasa), Jeferson Adalberto Neves (Consultor PMO Corporativo – InBetta) e Marcelo Margutti (Diretor Executivo – Supria).

    Entre os temas apresentados, destacou-se o Projeto Sucuriú, da Arauco Brasil, representado por Arlindo Trancoso. O empreendimento, considerado um dos maiores investimentos privados em execução no continente, está previsto para se tornar a maior fábrica de celulose do mundo em operação em linha única, com capacidade projetada de 3,5 milhões de toneladas anuais. O porte do projeto evidencia o nível de profissionalismo, coordenação técnica e maturidade em engenharia presentes no setor de celulose latino-americano, que vem se consolidando como referência global em produtividade e sustentabilidade industrial.

    O painel também abordou o avanço da bioenergia, com contribuições de Itiel Cerkunvis Gonçalves, Vice-Presidente da Inpasa. A empresa tem ampliado sua presença no Brasil, com investimentos contínuos na construção de novas unidades e na expansão da capacidade produtiva de etanol de grãos. Somados, esses investimentos reforçam o papel da companhia no desenvolvimento regional e sustentável. A Inpasa também tem se destacado no campo ESG, com reduções consecutivas na intensidade de emissões, adoção de práticas de economia circular e reconhecimentos em programas nacionais de gestão de carbono.

    Outro ponto relevante foi apresentado por Jeferson Adalberto Neves, Consultor PMO Corporativo da InBetta, que compartilhou a evolução dos investimentos do grupo após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024. A empresa anunciou um plano de cerca de R$ 405 milhões voltado à modernização industrial, automação e construção de novas unidades. A continuidade desse plano, mesmo em um cenário desafiador, demonstra o nível de maturidade dos processos de Gestão de Projetos e Portfólio, além de sua capacidade de resiliência e visão de longo prazo. Adicionalmente, foi destacado o fortalecimento das análises e validações dos benefícios dos projetos, bem como a comprovação desses resultados por meio dos processos internos, estruturados em três pilares: gestão de projetos, benefícios e retorno dos investimentos.

    A discussão também destacou o papel crescente da tecnologia e da integração de dados na gestão de grandes portfólios industriais. Nesse contexto, a Supria foi mencionada como uma das empresas brasileiras que têm apoiado organizações na estruturação de processos, na governança de informações e no acompanhamento de iniciativas de alta complexidade em diferentes setores.

    Ouvido pela reportagem durante o evento, Marcelo Margutti, Diretor Executivo da Supria, observou que a dinâmica atual exige maior agilidade e colaboração. "A velocidade da tomada de decisão aumentou, e trabalhar de forma conjunta tem sido decisivo para superar desafios em ambientes de alta competitividade", afirmou. Em sua avaliação, o momento vivido pela região representa uma oportunidade estratégica para o fortalecimento de práticas de governança. "A região vive um processo de transformação estruturada, com maior alinhamento entre tecnologia, planejamento e execução", destacou.

    Os participantes reforçaram que a América Latina reúne características favoráveis para a expansão industrial, como disponibilidade de recursos, base técnica consolidada, competitividade em energia renovável e forte presença em cadeias como celulose e bioenergia. Esse conjunto contribui para um ambiente de investimentos que tem atraído projetos de grande porte e elevado o patamar tecnológico da região.

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