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    Home»Notícias Corporativas»Avanços técnicos ajudam a reduzir cicatrizes cirúrgicas
    Notícias Corporativas

    Avanços técnicos ajudam a reduzir cicatrizes cirúrgicas

    DinoBy Dino17 de novembro de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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    A busca por resultados cada vez mais naturais e discretos tem impulsionado mudanças significativas na cirurgia plástica corporal. Técnicas modernas, aliadas ao domínio anatômico e ao uso de tecnologias avançadas, têm permitido que procedimentos como prótese mamária, lipoaspiração e mastopexia sejam realizados de forma menos invasiva, resultando em cicatrizes mais discretas e alinhadas às expectativas estéticas dos pacientes.

    De acordo com um levantamento da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), o Brasil liderou o ranking mundial de cirurgias plásticas em 2024, com cerca de 2,35 milhões de procedimentos realizados. Entre os mais comuns estão a lipoaspiração (289.766), o aumento de mamas (232.593), a cirurgia de pálpebras (231.293) e a abdominoplastia (192.961). O estudo também aponta que mais de 74 mil cirurgias de correção de cicatrizes foram realizadas no país, evidenciando o crescente interesse por resultados com menor impacto visual.

    A médica e cirurgiã plástica Dra. Denise Torejane, especialista em contorno corporal e técnicas de cicatrizes reduzidas, explica que a anatomia individual do paciente e o método cirúrgico utilizado podem ser determinantes para o posicionamento e o tamanho das marcas.

    “Fatores como tensão da pele, elasticidade dos tecidos, espessura dérmica e as linhas de força cutâneas definem onde a incisão deve ser feita”, afirma.

    Ela destaca ainda que planejar as cicatrizes para que fiquem em áreas de dobras naturais ou zonas de sombra anatômica contribui para resultados mais discretos. Segundo a médica, a escolha da técnica também influencia diretamente na qualidade da cicatriz. “Em procedimentos de mama e abdômen, por exemplo, incisões são posicionadas em locais estratégicos, como a linha inframamária ou o contorno do biquíni”.

    “Além disso, o uso de fios tecnológicos, fechamento sem tensão e colas cirúrgicas contribuem para uma cicatriz mais fina e previsível”, complementa. Dra. Denise Torejane ressalta ainda que técnicas como a mastopexia em L e a abdominoplastia HD RAFT são exemplos de abordagens que respeitam o contorno corporal e reduzem a extensão das marcas.

    Menos cortes, mais resultados

    Nos últimos anos, o avanço das tecnologias auxiliares tem sido decisivo para tornar os procedimentos estéticos mais conservadores. A cirurgiã especialista avalia que equipamentos como o Vaser, que utiliza ultrassom para facilitar a remoção de gordura, e o Renuvion, que promove retração da pele e estímulo de colágeno, têm permitido incisões menores e maior preservação dos tecidos.

    “Aliar técnica, tecnologia e conhecimento anatômico é o que permite alcançar resultados seguros, precisos e com o mínimo de incisão possível”, pontua.

    Dra. Denise Torejane afirma ainda que a preocupação com as cicatrizes tem se tornado um fator central na escolha dos procedimentos. “Pacientes estão mais informados e exigem resultados que não revelem a intervenção. Hoje, o foco não é apenas "remover" ou "levantar", mas como fazer isso com o menor impacto possível. Por isso, o planejamento precisa ser individualizado”, observa.

    A cirurgiã reforça que os cuidados no pré e pós-operatório também são fundamentais para garantir uma boa evolução cicatricial. Segundo ela, a preparação inclui avaliação nutricional, controle de parâmetros inflamatórios e orientação sobre hábitos que podem interferir na cicatrização, como tabagismo e exposição solar.

    Após a cirurgia, protocolos multidisciplinares são adotados, com fisioterapia avançada, uso de cosméticos específicos, fotoproteção rigorosa e compressão adequada. “A cicatriz passa por fases de maturação que podem levar de 12 a 24 meses, e o cuidado contínuo é determinante para o resultado final”, ressalta.

    Para a médica, a tendência por resultados naturais e cicatrizes reduzidas tem influenciado diretamente a evolução da cirurgia plástica no Brasil. “Vivemos um novo momento. Hoje, o foco está em refinar, não transformar”, afirma. “Essa mudança de paradigma tem impulsionado o desenvolvimento de técnicas mais precisas, que preservam a identidade corporal e valorizam a harmonia estética”, completa.

    Na visão da Dra. Denise Torejane, a cicatriz representa mais do que uma marca física. “Ela revela o cuidado, o respeito à anatomia e a sensibilidade artística por trás de cada resultado. A verdadeira excelência cirúrgica está em fazer com que o trabalho seja invisível aos olhos, mas sentido na autoestima”, finaliza.

    Para saber mais, basta acessar: https://dradenisetorejane.com

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